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Enciclopédia Itaú Cultural de Teatro
Murtinho, Rosamaria (1937)

Biografia

Rosa Maria Pereira de Mendonça (Belém PA 1937). Atriz. Intérprete que atua nas principais companhias da década de 60. É dirigida por quase toda a geração de encenadores italianos contratados pelo Teatro Brasileiro de Comédia na década anterior.

Estréia no teatro amador em O Caso do Chapéu, de Francisco Pereira da Silva, 1953, e no grupo Studio 53 atua em quatro espetáculos. Já em 1956, trabalha no Teatro Popular de Arte, TPA, em Moral em Concordata, de Abílio Pereira de Almeida, direção de Flaminio Bollini e em Mirandolina, de Carlo Goldoni, encenação de Ruggero Jacobbi. Viaja a Portugal e Uruguai com o Teatro Maria Della Costa, TMDC, em que participa de A Rosa Tatuada, de Tennessee Williams, também direção de Flaminio Bollini, e O Canto da Cotovia, de Jean Anouilh, direção de Gianni Ratto e, de volta para São Paulo, de Manequim, de Henrique Pongetti, direção de Eugênio Kusnet. Em 1957, faz uma incursão no Teatro Brasileiro de Comédia, TBC, atuando em Rua São Luís 27 - 8º Andar, de Abílio Pereira de Almeida.

Em 1961, na companhia de Nydia Licia, representa em As Guerras do Alecrim e da Manjerona, de Antônio José da Silva, e O Tempo e Os Conways, de J. B. Priestley, ambos com direção de Alberto D'Aversa. Ingressa no Teatro Oficina em A Engrenagem, adaptação de José Celso Martinez Corrêa e Augusto Boal da obra de Jean-Paul Sartre, com direção de Boal, 1960; e em Quatro Num Quarto, de Valentin Kataev, com o diretor belga Maurice Vaneau, 1962, e interpretando Helena Nicolaievna na destacada montagem de Pequenos Burgueses, de Máximo Gorki, sob a direção de José Celso, 1963. Ainda em São Paulo, faz A Infidelidade ao Alcance de Todos, de Lauro César Muniz, em 1967, e O Preço, de Arthur Miller, trabalhando com Luís de Lima na direção, em 1970.

A partir de meados da década, de volta ao Rio de Janeiro, atua em Venerável Madame Goneau, texto e direção de João Bethencourt, 1974; A Feira do Adultério, de Paulo Pontes, Armando Costa, Bráulio Pedroso, João Bethencourt, Lauro César Muniz, Ziraldo e Jô Soares, direção de Jô, 1975; A Fila, de Israel Horowitz, 1978, Vejo um Vulto na Janela, Me Acudam que Eu Sou Donzela, de Leilah Assumpção, 1981; e A Corrente para Frente, de Consuelo de Castro, Lauro César Muniz e Jorge Andrade, 1981. Ao lado do marido, Mauro Mendonça, realiza, em 1987, Direita Volver!, de Lauro César Muniz.

Na década de 90 estabelece parceria com a dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, atuando em Intensa Magia, com direção de Silnei Siqueira, no Rio de Janeiro, 1996, e em São Paulo, 1997, e protagonizando Ô Abre Alas, como Chiquinha Gonzaga, com o diretor Charles Möeller, em 1998.



Atualizado em 15/10/2007
 
 
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