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  Djanira (1914 - 1979)        

Nascimento/Morte

1914 - Avaré SP - 20 de junho 

1979 - Rio de Janeiro RJ - 31 de maio

Formação

1940 - Rio de Janeiro RJ - Curso noturno do Liceu de Artes e Ofícios

1940 - Rio de Janeiro RJ - Aulas com Emeric Marcier (1916-1990) e Milton Dacosta (1915-1988), seus hóspedes na Pensão Mauá  

Cronologia

Pintora, desenhista, ilustradora, cartazista, cenógrafa, gravadora

 

ca.1932 - Reside em São Paulo

1937 - É internada com tuberculose em um sanatório em São José dos Campos.

1939 - Regressa ao Rio de Janeiro onde instala, no bairro de Santa Tereza, a Pensão Mauá.

1942 - Participa de uma exposição pela primeira vez na Divisão Moderna do Salão Nacional de Belas Artes.

1944 - Recebe Medalha de Bronze no Salão Nacional de Belas Artes.

1945/1946 -  Mudando para Nova York, visita Museus, conhece a obra de Pieter Bruegel (ca.1525-1569) e entra em contato com os artistas Fernand Léger (1881-1955), Joán Miró (1893-1983) e Marc Chagall (1887-1985), entre outros

1947 - Retorna ao Brasil.

1949 - Recebe Medalha de Prata no Salão Nacional de Belas Artes. Realiza sua primeira exposição em São Paulo com a organização de Pietro Maria Bardi.

1950 - Realiza o mural Candomblé para a residência de Jorge Amado (1912-2001) em Salvador BA.

1951 - Realiza painel para o Liceu Municipal de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Recebe Medalha de Ouro no Salão Paulista de Arte Moderna.

1953/1954 - Viaja a estudos para a União Soviética.

1954 - É uma das líderes do movimento pelo Salão Preto e Branco, um protesto de artistas contra os altos preços do material para pintura. Membro do júri de seleção e premiação do 3º Salão Nacional de Arte Moderna

1954 - Participa da 1ª Conferência Latino-Americana da Mulher

1958 - Realiza o grande painel de azulejos Santa Bárbara, com 160m², no túnel Catumbi - Laranjeiras

1959 - Desenha o cartão da tapeçaria Trabalhadores de Cacau, executado por Jean Lurçat, em Paris

1962 - Executa uma série de grandes painéis para os navios recém-adquiridos da Companhia Costeira de Navegação, no Rio de Janeiro

1964 - Ilustra para 100 bibliófilos a novela Campo Geral, de Guimarães Rosa

1967 - Grava depoimento para o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS-RJ)

1970 - Com a colaboração de Júlio Pacela edita, em tiragem com 100 exemplares, O Oratório - dez gravuras com texto de Odílio Costa

1972 - Recebe a medalha e diploma da Cruz Pro Ecclesia et Pontifice conferida pelo Papa Paulo VI - Primeira artista latino-americana representada com obras no Museu do Vaticano

1973 - Grande Medalha de Honra da Inconfidência, do Governo do Estado de Minas Gerais.

1976 - Nelson Penteado, Paulo Rovai e Paulo Gil, cineastas, realizam filmes documentários sobre Djanira.

1979 - Falece no Rio de Janeiro vítima de um infarto.

2000 - Inaugurado pela Prefeitura de Avará o Centro Cultural Djanira da Motta e Silva.



Atualizado em 22/05/2012
 
 
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