lista alfabética
  busca
Enciclopédia Itaú Cultural de Artes Visuais
 
       
   
biografia
histórico
textos críticos
fontes de pesquisa



  Exposições
individuais
coletivas



  sugestões

  Quissak Júnior (1935 - 2001)  

Nascimento/Morte

1935 - Guaratinguetá SP - 18 de setembro

2001 - s.l. - janeiro

Vida Familiar

Filho do pintor Ernesto Quissak (1891 - 1960)

Cronologia

Pintor, desenhista, escultor, professor

 

s.d. - O artista teve como seu único mestre pintor Ernesto Quissak

s.d. - É também poeta, escritor, filósofo e conferencista, mantém quase toda a totalidade de sua obra literária inédita

s.d. - Realiza as séries O Pequeno Festival da Crucificação; A Máquina de Fazer Sonhos; Perspectivas do Olhar; Meditação Circular; Bailado dos Deuses; Menestréis da Nova Aurora; Unos; Ave Caída, entre outras

1954 - Forma-se professor no antigo Instituto de Educação Conselheiro Rodrigues Alves, Guaratinguetá, São Paulo

1958/ca.1975 - É professor catedrático de desenho geral, pedagógico, e geometria descritiva, exercendo a função de educador durante 17 anos

1965 - Participa da 8º Bienal Internacional de São Paulo, tornando-se o único artista a ter todos os trabalhos aceitos em três categorias: pintura, escultura e desenho

1965/1967 - É pioneiro em retratar a simbologia nacional, quando realiza em quase 30 metros lineares a série de desenhos e esculturas denominada Pólípticos Móveis da Gênese da Bandeira Nacional, além da série de pintura Bandeira Brasileira, mostradas na 9ª Bienal Internacional de São Paulo. As cores utilizadas nas obras são as da bandeira, proibidas pelo governo estadual, que no entanto incorpora a seu acervo a série Polípticos, deixando-a durante bastante tempo no mezzanino do anfiteatro do Palácio dos Bandeirantes. A obra desaparece por cerca de doze anos, quando volta a aparecer em 1985

1969 - Participa da 10ª Bienal Internacional de São Paulo, onde apresenta a tese Re-Humanização da Arte, dentro da filosofia do "homem como suprema finalidade", divulgando-a no Brasil e no exterior, por meio de catálogos e outras publicações. Na mesma mostra, reintroduz o figurativismo, esquecido há tempos

1970 - Atua como chefe do Setor de Comunicações Culturais do Conselho Estadual de Cultura do Estado de São Paulo. Nesta época, sugere ao governador, a substituição do ensino de desenho nas escolas oficiais de nível médio pela disciplina educação artística, e a criação do Salão Paulista de Arte Contemporânea e do Museu de Arte Sacra de São Paulo, no Convento da Luz, edificado pelo seu conterrâneo Frei Antônio de Sant'Ana Galvão

ca.1975 - Realiza a série Montagens e Assemblagens

1978 -  Tem sérios problemas de saúde, porém termina as séries de pintura O Espólio do Poeta e Gaiola Iluminada

1978 - É membro do júri de premiação do 1º Salão do Centro de Pesquisas Artísticas das Faculdades Thereza D´Ávila, em Lorena, São Paulo, como convidado especial

1979 - É membro do júri do 3º Salão de Artes Plásticas de Pindamonhangaba, como convidado especial

1979 - É membro do júri de premiação do 5º Salão da Embraer, em São José dos Campos, São Paulo,  como convidado especial

1979 - É membro do júri de seleção e premiação do 7º Salão de Artes Plásticas de Taubaté

1980 - É membro do júri de premiação do 6º Salão da Embraer, como convidado especial

1958 - Cria a bandeira de Guaratinguetá, denominada Bandeira Oficial da Terra das Garças Brancas



Atualizado em 17/11/2008