Gustavo Ciríaco – na verdade Jorge Gustavo Ciríaco – foi guia turístico, estudou ciências sociais e se preparava para ser diplomata quando esbarrou na dança. Formou-se na Escola Angel Vianna, no Rio de Janeiro, e desde então não parou mais de produzir. “Artista contextual”, como ele mesmo se define, Gustavo é mestre em observar e explorar os contextos, como esse em que o programa foi gravado. Durante todo o tempo neste Discoreografia, ele teceu uma linha de relações entre seu trabalho, sua trajetória, o espaço ao redor, as coisas e as pessoas presentes. O programa foi gravado no dia do aniversário do artista, tão cheio de vida e de histórias para contar.

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Gustavo Ciríaco iniciou a carreira em ciências sociais, derivando para a dança e projetos contextuais. Tem atuado no Brasil e no restante da América Latina, na Europa e mais recentemente na Ásia e no Oriente Médio. Suas obras têm sido marcadas por um investimento em uma partilha sensível das situações e em reconfigurações da experiência do real. Saiba mais sobre o artista aqui.

Programa gravado ao vivo, no dia 27/9/2015, durante a Bienal de Dança do Sesc em Campinas. Este Discoreografia teve a presença do público. Todos os sons que aparecem na gravação fazem parte da paisagem sonora na qual o programa estava mergulhado.

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Concepção, curadoria e apresentação: Elisabete Finger
Realização: Itaú Cultural e Ministério da Cultura
Imagem: Antonio Pedro Lopes

Título: Não Fosse Isso e Era Menos, Não Fosse Tanto e Era Quase

Músicas

Moom River” – Audry Hepburn

Vapor Barato” – Gal Costa

White Man Sleeps” – Kevin Volans, tocado pelo Kronos Quartet

Chegança (Entrada/Entrecho 1/Cortejo 1)” – Música de Antônio Saraiva para coreografia de Paula Nestorov

Young Americans” – David Bowie

Douglas” – Antonio Pedro Lopes

Jorge da Capadócia” – Caetano Velos

Bônus: “Parabéns pra você”