Abrindo o ano de 2015, a 13a edição do Discoreografia, Música, Dança e Alalaô, traz cinco artistas de diferentes partes do Brasil em um especial de Carnaval. Os convidados falam sobre como essas músicas e o próprio Carnaval podem inspirar, invadir, friccionar, motivar ou não seus processos criativos.

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Luis Ferron é artista de dança desde 1982 e pós-graduando em artes da cena pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Propõe, em suas criações, o trânsito entre diversidades corporais e culturais, fazendo dos deslocamentos sua mobilidade. Para ver um pouco de Sapatos Brancos, clique aqui.

Dani Lima é bailarina e coreógrafa, diretora da Cia Dani Lima, professora do curso de dança da UniverCidade/RJ, mestre em artes cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Acesse o site da artista aqui.

Helder Vasconcelos é músico, ator e dançarino, formado nas tradições do cavalo-marinho e do maracatu rural de Pernambuco. É um dos fundadores do grupo musical Mestre Ambrósio. Também atua no cinema e trabalha no contexto da criação de espetáculos de dança, teatro e música. Acesse o site do artista aqui.

Rita Natálio é pesquisadora, performer e dramaturga. Nasceu em Lisboa em 1983 e mudou-se em 2012 para São Paulo, onde concluiu uma pós-graduação no Núcleo de Subjetividade da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), com uma bolsa de estudos da Fundação Calouste Gulbenkian. Acesse o site da artista aqui.

Paula Lice trabalha com teatro, cinema, literatura e dança, articulando poesia, infância e transformismo em paisagens miúdas e bolhas de sabão, no site Pequena Sala de Ideias.

Apresentado e idealizado por Elisabete Finger, o Discoreografia – Música, Dança e Blá-Blá-Blá é um programa de web-rádio em que artistas falam de suas obras e de seus processos criativos por meio da música. Em cada programa, um convidado diferente apresenta sua discografia pessoal costurada por histórias, memórias e projetos. O objetivo do programa é ser um encontro, no velho estilo rádio, para escutar música e falar sobre como ela embala criações coreográficas, performáticas, teatrais, visuais, literárias, filosóficas.

Elisabete Finger é performer e coreógrafa. Atualmente, mora e trabalha em São Paulo (SP) e em Berlim (Alemanha), realizando projetos solo e colaborações com outros artistas. Transita entre os campos da dança, da performance e das artes visuais. Com Discoreografia, começa uma aventura no mundo da web-rádio.

As entrevistas deste programa foram gravadas via Skype e telefone; a qualidade de áudios, cortes e continuidades fica algumas vezes comprometida por esse motivo.

Concepção, curadoria e apresentação: Elisabete Finger
Edição: Estúdio Zut (Gabriel Piotto)
Realização: Itaú Cultural e Ministério da Cultura

Músicas:
1. “Tomara que Chova” – composição de Paquito e Romeu Gentil, interpretada por Emilinha Borba
2. “É Hoje o Dia” – composição de Didi e Mestrinho, interpretação de Monobloco
3. “Direito de Sambar” – composição e interpretação de Batatinha
4. “Terra de Reis” – melodia de domínio público, letra e interpretação de Siba
5. “Índio Quer Apito” – Composição de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira, interpretação de  Walter Levita
6. “Vida Boa” – composição e interpretação de Fausto Nilo e Armandinho