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o corpo na arte contemporânea brasileira

Esta exposição mapeia os diferentes modos pelos quais o corpo humano foi tratado pela arte contemporânea brasileira, desde seus primórdios, no início dos anos 60, até a atualidade. Ao longo desse período a compreensão do papel do corpo na arte passou por uma revolução radical em relação àquela do passado idealizado da arte clássica e da licença formal em que foi tratado no modernismo. Assume desde então papéis e configurações diferentes: o corpo aparece em ações, performances, trabalhos sensoriais, moldes, próteses, vídeos, fotografias, e mesmo nos meios convencionais como pintura, desenho, gravura e escultura, o que revela mudança significativa nas formas de sua percepção. Os artistas passam a explorar sua temporalidade, contingência e instabilidade e a compreender sua importância na busca de novas formas de liberdade e no questionamento de convenções artísticas e sociais. Todas essas possibilidades e caminhos são contemplados na exposição que se distribui pelos módulos Sala Introdutória, Marcas, Rastros e Projeções do Corpo, Corpo em Ação, Corpo em Imagem e Corpos Subterrâneos.

Fernando Cocchiarale
Viviane Matesco

curadores