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Companhia In.Co.Mo.De-Te encena texto de Paul Auster em homenagem a Beckett
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A companhia gaúcha In.Co.Mo.De-Te realiza no palco do Itaú Cultural de 2 a 5 e de 9 a 12 de setembro (quinta-feira a domingo) uma mini temporada em São Paulo de seu novo espetáculo, DentroFora. Com direção de Carlos Ramiro Fensterseifer, a peça é uma homenagem do escritor americano Paul Auster a Dias Felizes - uma das mais famosas obras do dramaturgo irlandês Samuel Beckett (1906-1989) -, numa metáfora do homem contemporâneo, explicitamente imobilizado perante a vida. DentroFora leva à cena os personagens Homem e Mulher, interpretados respectivamente pelos premiados atores Nelson Diniz e Liane Venturella, que se encontram presos em caixas. Apesar de separados e de não se verem, a peça se passa em torno de um diálogo intenso entre os dois, sobre assuntos cotidianos e também absurdos. "Analiso esse espetáculo como uma grande reflexão sobre os papeis masculino e feminino na sociedade, e como o quanto a fala é importante hoje para a espécie humana", observa o diretor Carlos Ramiro Fensterseifer. "Ambos os personagens estão presos em caixas, mas se preocupam sempre em saber se o outro continua vivo, se continua ali. O mínimo ruído de respiração vira pretexto para se começar uma conversa sobre assuntos diversos, como o sentido das palavras, o valor superficial das coisas e sobre o que se é hoje a partir do que se foi no passado". Esse jogo de provocações entre os personagens, no entanto, causa reações diferentes no público, segundo o diretor. "O texto traz a característica becketiana de buscar o sentido da vida pós-guerra, num questionamento de 'o que fazer agora?' e de como construir a vida de novo. Mas trata-se realmente de um texto aberto, e cada um acaba tendo a sua própria interpretação dos diálogos", ressalta. Autor e Texto
Paul Benjamin Auster (EUA, 1947) é escritor e autor de vários best-sellers como Timbukto, O Livro das Ilusões, A Noite do Oráculo e A Música do Acaso. Formado pela Universidade de Columbia, viveu por quatro anos na França, quando aproximou-se ainda mais da literatura francesa. É confesso admirador de André Breton, Paul Éluard, Stéphane Mallarmé, Sartre e Blanchot, alguns dos quais traduziu para a língua inglesa. Sua obra foi também influenciada por Dostoiéviski, Ernest Hemingway, F. Scott Fitzgerald, Faulkner, Kafka, Hölderlin, Samuel Beckett, e Marcel Proust. Parte da história de Paul Auster é contada por ele mesmo em suas obras como se fosse uma autobiografia. Da Mão para a Boca, por exemplo, reúne relatos de sua vida, como no texto Hide and Seek, que serviu de base para a peça DentroFora, da Cia In.Co.Mo.De-Te. "O texto foi escrito em 1976, e retrata o período em que Auster acabou a faculdade de jornalismo nos Estados Unidos, não conseguia emprego e foi para Paris", explica Carlos Ramiro Fensterseifer. "Talvez por isso haja tantos questionamentos e contestações", conclui o diretor da companhia, que antes encenou a montagem de O Gordo e o Magro Vão para o Céu, também de Da Mão para a Boca. DentroFora estreou em outubro de 2009 no Teatro de Câmara Túlio Piva, em Porto Alegre. A montagem recebeu oito indicações ao Prêmio Açoriano de Teatro 2009, dois quais foi vencedor nas categorias Melhor Ator e Melhor Cenário. Em 2010, participou do projeto Palco Giratório, no Sesc POA, e foi selecionado para o Festival Internacional de São José do Rio Preto (SP). Companhia
A In.Co.Mo.De-Te (Inconformada Companhia de Moda, Design e Teatro) é um grupo formando por atores, diretores, designers, iluminadores, musicistas, que trabalham com diferentes linguagens e juntos realizam projetos baseados no trabalho do ator. Os aparatos cênicos, os textos e a condução da direção são escolhidos de modo a compor uma estética que realce a interpretação, essência da proposta. Criada há sete anos, mas oficializada como companhia há quatro, a In.Co.Mo.De-Te já montou e produziu três espetáculos: Mamãe Foi pro Alaska (livre adaptação do texto True West, de Sam Shepard, dirigido por Ramiro Silveira), O Gordo e o Magro Vão para o Céu (texto de Paul Auster, com direção de Liane Venturella e Nelson Diniz) e atualmente DentroFora (adaptação baseada no texto Hide and Seek, também de Paul Auster, dirigido por Carlos Ramiro). SERVIÇO Espetáculo DentroFora, com o grupo gaúcho In.Co.Mo.De - Te
De 2 a 5, e de 9 a 12 de setembro de 2010 (quinta a domingo), sempre às 20h Duração: 45 minutos Classificação etária: 14 anos Sala Itaú Cultural (247 lugares) Entrada franca (para o controle da fila, será distribuído um cartão numerado. Ao recebê-lo, permaneça nela, pois será trocado pelo ingresso meia hora antes do início do espetáculo) Estacionamento com manobrista: R$ 8,00 a primeira hora; R$ 4,00 a segunda hora; e R$ 2,00 por hora adicional Estacionamento gratuito para bicicletas Acesso para deficientes físico Ar condicionado Ficha Técnica
Direção: Carlos Ramiro Fensterseifer Elenco: Liane Veturella e Nelson Diniz Cenário: Élcio Rossini Figurino, maquiagem e design gráfico: Rodrigo Nahas Trilha Sonora Original: Alvaro Rosa Costa Iluminação: Cláudia De Bem Produção: Liane Veturella e Carlos Ramiro Fensterseifer Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô Fones: 11. 2168-1776/1777 www.itaucultural.org.brwww.twitter.com/itauculturalwww.facebook.com/itauculturalwww.youtube.com/itauculturalwww.flickr.com/itauculturalInformações para a imprensa: Conteúdo Comunicação
Fone: 11. 5056-9800 Cristina R. Durán: cristina.duran@conteudonet.com Fernanda Assef: fernanda.assef@conteudonet.comJessica Orlandi: jessica.orlandi@conteudonet.com Roberta Montanari: roberta.montanari@conteudonet.com No Itaú Cultural
Larissa Corrêa: larissa.correa@mailer.com.br Fone: 11. 2168-1950
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Mostravideo de setembro abre com filme de Sophie Calle e Gregory Shepard
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A programação de setembro da Mostravideo 2010 abre com Double Blind, No Sex Last Night, filme que registra uma viagem da artista francesa Sophie Calle e do inglês Gregory Shepard. Neste mês, a programação Dos Registros Pessoais aos Autorais apresenta filmes selecionados pelo curador Andre Costa em que o uso de gravações caseiras e pessoais gera diversas linguagens e estratégias narrativas. Além de Sophie, destaque nas próximas semanas para os vídeos do cineasta, fotógrafo e artista multimídia também francês Chris Marker. Todos os filmes são exibidos gratuitamente sempre às 19h30, no Cine Humberto Mauro, do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, às quartas-feiras (começando no dia 1º); e no Paço da Liberdade Sesc Paraná, em Curitiba, às quintas-feiras (a partir do dia 2). Double Blind, No Sex Last Night é o primeiro projeto em vídeo de Sophie Calle, que se tornou conhecida por esmiuçar e expor a sua vida pessoal em suas obras. O filme está inteiramente gravado com duas câmeras pequenas nas mãos dos autores - ela e o fotografo Gregory Shepard, eu namorado na época. Nesta espécie de diário íntimo da viagem do casal pela costa dos Estados Unidos, o espectador é colocado diante de um jogo em que realidade e ficção, personagem e autor convivem testando os limites do vivido, do imaginado e do representado. "Calle, como uma narradora onisciente, analisa os acontecimentos e empreende uma investigação pessoal que procura definir os termos e parâmetros de sujeito/objeto, público/privado e verdade/ficção", explica Andre Costa. O projeto do filme foi dedicado a Chris Marker, que aparecerá na programação deste mês da Mostravídeo com os filmes: Le Souvenir d'un Avenir, realizado em parceria com Yannick Bellon, Tokyo Days e Sans Soleil (este último será exibido unicamente em Curitiba). Até o fim do mês, aparecem ainda na programação das duas cidades On Translation: Miedo/Jauf, do espanhol Antoni Muntadas; a produção brasileira Avós de Michael Wahrmann; e In the Shadow of the Sun, do britânico Derek Jarman. "Essas produções nos fazem perseguir e observar o instante único em que um registro pessoal se transforma em uma imagem autoral e artística", comenta o curador. Mostravídeo
Projeto do Itaú Cultural, a Mostravídeo sempre apresenta uma programação permanente de exibição de filmes e vídeos que representem conceitualmente as mais instigantes produções nacionais e internacionais em meios audiovisuais (cinema, vídeo e novas mídias). Desde 1997 este projeto mantém-se perene, fiel ao seu público e possibilita aos realizadores um espaço de exibição qualificado. Neste ano a mostra está sendo realizada simultaneamente em Belo Horizonte e em Curitiba e traz mudanças no formato curatorial. Os dois curadores, João Dumans e André Costa, se revezam na elaboração das programações mensais e estabelecem um diálogo de modo a permitir que os assuntos levantados não se esgotem a cada nova grade. De fato, eles têm permitido a realização de um ciclo de discussões mais constante e, ainda assim, livre e aberto às mudanças de percurso diante do contato com o público. "Esperamos que a mobilização e o diálogo entre repertórios e trajetórias de pesquisa distintos dos curadores possam promover um espaço de reflexão sobre o lugar das imagens em movimento com o advento e proliferação do uso das novas mídias", observa Andre Costa. "A Mostravídeo, que antes parecia atender a uma demarcação da especificidade do vídeo frente ao cinema, pode ser uma oportunidade interessante de sondar os limites desta convergência entre suportes técnicos, linguagem e circuitos de fruição, verificando afinal o que temos de novo no que poderíamos chamar de experiência do cinema, seja por qual mídia esta se apresente", conclui. Ele e Dumans debateram entre si e levantaram questões interessantes a respeito do perfil da mostra e do que querem em relação a ela. "Decidimos uma espécie de tópico em comum para o ano, que é pensar um pouco o cinema como essa grande caixa de ressonância e transformação das imagens do mundo, venham elas do documentário, das artes plásticas ou da chamada videoarte", conta Dumans. De acordo com ele, a dupla pretende investigar as transformações sofridas pelo cinema (tanto os filmes quanto a própria instituição cinematográfica) nos últimos anos. "Vamos investigar, por exemplo, o cinema experimental não mais sob a ótica do vídeo ou da videoarte, mas sob a ótica do cinema, simplesmente. Não é de forma nenhuma uma discussão nova, mas a Mostravídeo pode ser um bom lugar para capturar alguns de seus efeitos práticos, ou seja, bons filmes", comenta. Em abril, mês de estréia da Mostravídeo 2010, a seleção curatorial de Dumans foi direcionada pela temática Narrativas à Deriva, em uma referência ao fato de aparecer nos filmes selecionados uma tentativa dos diretores de se posicionarem por meio de um olhar estrangeiro, tanto na primeira pessoa quanto como personagens à deriva que não pertencem ao ambiente que os cerca. Em maio foi a vez de André Costa elaborar a programação. Paisagens em Movimento: Cinema e Espaço Urbano trouxe filmes que abordavam a relação da sétima arte com as cidades, que segundo o curador ora aparecem como cenário, ora como objeto principal, e por vezes até ocupando o lugar privilegiado de um personagem no enredo. A programação de junho voltou a ser assinada por João Dumans sob o título Ensaios e Outras Escrituras, e trazia filmes que fugiam das classificações usuais e ousavam na estética e nas formas narrativas com a mesma liberdade criativa que acontece em ensaios literários. Em julho, André Costa propôs uma programação sob a temática Espaços de Construção e Fruição, em que a experiência cinematográfica ultrapassava a projeção de um vídeo na tela. Em agosto Dumans selecionou filmes que mostravam no centro da narrativa os conflitos de um personagem, sob o título Um Corpo Contra o Mundo. Como no ano passado, o público pode conferir no blog ( www.mostravideoitaucultural.wordpress.com) textos inéditos sobre a programação. Graças à interatividade do site o debate proposto pelos curadores cada novo programa será enriquecido pela participação dos internautas. Biografia dos curadores Andre Costa
Cineasta-documentarista e pesquisador de arquitetura e urbanismo, audiovisual e educação. Professor universitário de Cinema e Televisão na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), e da Faculdade de Comunicação Social e da pós-graduação na área de Criação Visual e Multimídia na USJT. Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela USP, atua como assessor pedagógico, consultor e formador audiovisual em diversos projetos sócio-educativos que utilizam esta linguagem como ferramenta educativa e de transformação social. É sócio da Olhar Periférico Filmes. Atua também como curador e júri de festivais de cinema e vídeo. Foi membro do Comitê de Programação e Seleção do 16º Festival Internacional de Arte Eletrônica Videobrasil. Escreveu diversos artigos e foi co-autor de livros sobre vídeo, cinema e educação audiovisual. Foi membro da Comissão Julgadora de Projetos Cinematográficos da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura em 2009. João Dumans
Pesquisador de cinema, foi programador do Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes e curador do Cineclube Curta Circuito, da Associação Curta Minas. Participou de comissões de seleção e programação de festivais como o Forum.doc.bh e o Festival Internacional de Curtas Metragens de Belo Horizonte. Foi assistente de direção do filme Os Residentes, de Tiago Mata Machado, do qual também é produtor. Trabalha atualmente no desenvolvimento de roteiro de longa-metragem do diretor Marcelo Gomes. SERVIÇO Mostravídeo Itaú Cultural
PROGRAMAÇÃO DE SETEMBRO Dos Registros Pessoais aos Autorais Double Blind, No Sex Last Night
Sophie Calle e Gregory Shepard, França, 1992, 76 min Belo Horizonte
Dia 1º de setembro de 2010 (quarta-feira) Às 19h30 Entrada franca Censura: 14 anos Palácio das Artes Cine Humberto Mauro Avenida Afonso Pena, 1537 Belo Horizonte - MG Fone: 31. 3237-7399 www.palaciodasartes.com.br Curitiba
Dia 2 de setembro de 2010 (quinta-feira) Às 19h30 Paço da Liberdade Sesc Paraná Praça Generoso Marques, 189 - Centro Curitiba - PR Fone: 41. 3234-4200 http://www.sescpr.com.br/eventos/pacodaliberdade/ Itaú Cultural
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Regina Silveira traduz sua pesquisa de imagens e espaços em maquetes de suas obras
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Um dos principais nomes da arte contemporânea brasileira, Regina Silveira ocupa o Piso Paulista do Itaú Cultural e reúne em um mesmo espaço um conjunto de 10 maquetes de obras site specific que realizou sobre arquiteturas diversas, entre 2004 e 2007. Em Ocupação Regina Silveira, a própria artista cria a cenografia que remete ao ambiente de seu ateliê, com uma grande mesa na qual são colocados estes modelos tridimensionais, reservando paredes e painéis para os estudos que fez para seus projetos junto a fragmentos dos padrões que caracterizaram estas obras no espaço real. A mostra abre no dia 11 de agosto, com coquetel para convidados, e permanece aberta ao público do dia 12 de agosto a 2 de outubro. Regina foi convidada pelo Itaulab - Núcleo de Arte e Tecnologia do instituto - a ocupar o espaço e propõe uma visão singular sobre estes trabalhos em grandes dimensões ao expor maquetes produzidas depois das intervenções prontas, como forma de dar permanência a obras efêmeras. Como projetos arquitetônicos feitos a posteriori, elas são exibidas em conjunto com os padrões apresentados em escala real, revelando a verdadeira medida para cada obra. É uma oportunidade única de visualizar e, de certa forma, vivenciar diversas obras da artista, que jamais poderiam estar juntas devido às proporções e, principalmente ao seu caráter transitório. As lâminas com estudos do projeto de cada uma delas permitem ao público um acesso aos processos criativos de Regina ao expor a maneira como cada uma foi sendo solucionada antes de se tornar um projeto executado no espaço real. A exposição traz, ainda, uma vídeo-montagem produzida pela Olhar Periférico Filmes, em que três vídeos são exibidos simultaneamente mostrando fotos e registros o making-of destas obras. Segundo André Costa, diretor da vídeo-montagem, grande parte do que aparece nas imagens foi retirado do arquivo pessoal da artista. Nas telas colocadas lado a lado, o visitante é convidado a refletir sobre o processo de criação que envolveu cada um dos site specifcs referidos pelas maquetes. As maquetes
As obras desta exposição correspondem a trabalhos realizados em espaços e arquiteturas diversas, no Brasil e no exterior, feitos entre 2004 e 2007. Todas foram realizadas dentro do estúdio da artista. Lúmen, que ocupou o Palácio de Cristal, do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía em 2005, e Derrapagens, de 2006, foram produzidas pela artista com Roberto Gorgati. As outras sete maquetes - Mundus Admirabilis (2007), Intro (2005), Irruption (2005), Saga (2006), Desapariencia: Taller (2004), Frenazos (2004) e Observatório (2006) - foram realizadas por Renato Pera e Marcelino Ros Lopez. Regina começou a produzir maquetes de suas instalações no início dos anos 80, privilegiando projetos que seriam necessariamente efêmeros. "Fazer maquetes foi sonhar a permanência de obras que desapareciam quase sempre em um par de meses, ou pouco mais", explica a artista que conta ter construído também outras de obras que ainda não foram realizadas. "Estas maquetes que, por diversas razões, nunca tiveram o projeto realizado, precisam se sustentar sozinhas, como obras em miniatura", explica. Estes trabalhos, diferentemente das maquetes de instalações site specific já realizadas, foram criados por uma vontade da artista de conseguir, de alguma forma, visualizar a obra para além da tela de computadores e dos desenhos sobre fotografias e projetos que costumam acompanhar o processo criativo de suas obras. A artista já expôs anteriormente suas maquetes. De novembro de 2002 até janeiro de 2003, algumas delas apareceram junto a obras de Eduardo Coimbra na exposição Do Conceito ao Espaço, no Instituto Tomie Otake. Na exposição In situ, no Centro Cultural São Paulo (CCSP) em 2004, ela apresentou maquetes de projetos e obras produzidas até aquela data. Em 2009, a artista apresentou um grande conjunto de modelos, lâminas e vídeos documentários em sua exposição individual no Museum of Sketches, em Koege, na Dinamarca. Projeto Ocupação
Criada para fomentar o diálogo da nova geração de artistas com os criadores que os influenciaram, a série de ocupações no Itaú Cultural integra o trabalho perene do instituto com programas como o Rumos, que há 12 anos incentiva a produção contemporânea colaborando para o aprimoramento de criadores, a difusão de suas obras e a reflexão sobre a arte atual. A Ocupação Regina Silveira é a sétima das que vem sendo realizadas desde maio de 2009. As edições anteriores foram dedicadas à apresentação da produção de artistas referenciais das artes visuais (Nelson Leirner e Abraham Palatnik), do teatro (Zé Celso), da literatura (Paulo Leminski), da música (Chico Science) e do cinema (Rogério Sganzerla). Este espaço permite que vários perfis de público tomem contato com a obra destes artistas, e, ainda, que a instituição direcione sua ação educativa para o aprofundamento e a compreensão de seu papel no universo artístico e social. SERVIÇO Ocupação Regina Silveira
Dia 11 de agosto de 2010, às 20h, coquetel de abertura para convidados De 12 de agosto a 2 de outubro de 2010 De terça a sexta, das 9h às 20h Sábs., doms. e feriados, das 11h às 20h Entrada franca Estacionamento com manobrista: R$ 8,00 a primeira hora; R$ 4,00 a segunda hora; e R$ 2,00 por hora adicional Estacionamento gratuito para bicicletas Acesso para deficientes físicos Ar condicionado Itaú Cultural
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Atividade virtual educativa durante a mostra Emoção Art.Ficial 5.0.
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De 13 de julho a 5 de setembro, o Núcleo de Educação do Itaú Cultural oferece ao púbico a atividade Educador Art.Ficial, durante a mostra Emoção Art.ficial 5.0 ? Autonomia Cibernética, em cartaz no instituto. O visitante é convidado a explorar todo o espaço expositivo, na companhia de um educador virtual, utilizando um equipamento de MP4 com vídeos investigativos sobre as obras, com de cerca de um minuto de duração cada. Além das visitas educativas à exposição, o objetivo é aproximar o público (maiores de 14 anos ou crianças e adolescentes acompanhados pelos pais ou responsáveis) da produção de arte e tecnologia, estimulando a observação e fornecendo informações de modo leve e acessível sobre cada uma das 11 obras expostas. Os aparelhos de MP4 são disponibilizados ao público, com tempo de permanência sugerido até 60 minutos. Caso todos os aparelhos estejam emprestados, haverá lista de espera. A mostra
Até 5 de setembro o Itaú Cultural realiza a exposição Emoção Art.ficial 5.0 - Autonomia Cibernética, quinta edição da Bienal Internacional de Arte e Tecnologia organizada pelo Itaulab. Esta mostra fecha a trilogia cujos temas centrais - interface, emergência e autonomia - se ligam e intercalam em complexa interação entre seres humanos e máquinas. Entre os 11 trabalhos exibidos, ela traz sete obras de artistas alemães, australianos, americanos, canadenses, portugueses e quatro de brasileiros - estas últimas escolhidas por uma comissão de profissionais entre os projetos inscritos por meio de convocatória. Os brasileiros
O Grupo Poéticas Digitais, formado para esse projeto por Gilbertto Prado, Agnus Valente, Andrei Tomaz, Claudia Sandoval, Claudio Bueno, Daniel Ferreira, Luciana Ohira, Lucila Meirelles, Luis Gustavo Bueno, Mauricio Taveira, Nardo Germano, Rodolfo Leão, Sérgio Bonilha, Tatiana Travisani e Tania Fraga, apresenta o Projeto Amoreiras. Trata-se de uma série de árvores reais colocadas na calçada do Itau Cultural. Munidas com dispositivos eletrônicos que captam o nível de poluição sonora os galhos das arvores são agitados de acordo com o som da Avenida Paulista. Dessa forma as árvores poeticamente respondem à poluição, como se pudessem corrigir seus efeitos e aumentar as suas funções naturais.
Caracolomobile é o trabalho de Tânia Fraga. Ela criou um organismo artificial no formato de um caracol que percebe diferentes estados emocionais humanos. Responde a eles de modo expressivo através de sons e movimentos. Lali Krotoszynski apresenta Ballet Digitallique, uma instalação interativa em que as silhuetas dos corpos dos espectadores são capturadas, transformadas e projetadas sobre uma parede.
Em MetaCampo um plano formado por hastes flexíveis, semelhante a uma plantação, sofre a ação mecânica do vento, provocando com esse movimento o registro do diálogo entre as ações da natureza e do ser humano. Esta obra foi criada pela equipe Interdisciplinar SCIArts, composta por Julia Blumenschein, Fernando Fogliano, Milton Sogabe, Renato Hildebrand e Rosangella Leote.
InternacionaisAutoportrait, realizado pelo Robotlab (grupo da Alemanha composto por Matthias Gommel, Martina Haitz e Jan Zappe) apresenta um robô industrial. Com uma caneta, ele traça retratos humanos de modo não previsível. Em Silent Barrage, robôs se movem verticalmente ao longo de 32 mastros, deixando rastros que são, na verdade, a própria amplificação de uma atividade neural ocorrendo a quilômetros de distância. Este é um trabalho do grupo australiano e americano SymbioticA, formado por Guy Ben-Ary, Philip Gamblen, Peter Gee, Prof. Nathan Scott, Dr. Steve Potter e Stephen Bobic. A obra Robotarium do artista português Leonel Moura, traz um pequeno zoológico de robôs. São ao todo cinco deles construídos especificamente para Emoção Art.ficial 5.0. Distintos na sua morfologia e comportamento, eles convivem em uma pequena arena e se alimentam de energia, por meio de pequenos painéis solares colocados na parte superior do corpo. A obra é um desdobramento da pesquisa de Leonel Moura que, além de possuir uma galeria em Lisboa voltada exclusivamente para exposições de arte criada por robôs, também criou o primeiro zoológico de robôs do mundo, instalado no Jardim Central de Alverca, em Vila Franca de Xira, Portugal. Hysterical Machines, do canadense Bill Vorn, também é formada por cinco robôs, desta vez artrópodes. Estas "aranhas de metal" movimentam--se de forma orgânica e brusca com o objetivo de estimular a empatia do espectador com eles - personagens que são nada mais do que um punhado de estruturas metálicas. Da Austrália vem Prosthetic Head, de Stelarc, e que vem ao Brasil participar do simpósio. Trata-se de uma projeção da cabeça modelada do próprio artista, que conversa com o público em inglês. O software que controla o diálogo é baseado no mecanismo de Alice, famoso chat bot (robô conversador).
Em Evolved Virtual Creatures, do americano Karl Sims, um vídeo mostra os resultados de um algoritmo que simula a evolução darwiniana por meio de criaturas virtuais compostas por blocos. Dos igualmente americanos Adam Brown e Andrew H. Fagg, a obra Bion é composta por de mil esculturas que, formando uma rede, gorjeiam. Como se fossem formas de vida, chamadas "bion", elas se comunicam entre si e reagem à presença de espectadores. Mais informações sobre algumas da obras exibidas na exposição nos sites: http://www.robotlab.de/auto/portrait.htm (Autoprotrait) http://www.symbiotica.uwa.edu.au/silentbarrage (Silent Barrage) http://www-symbiotic.cs.ou.edu/projects/bion/ (Bion) http://billvorn.concordia.ca/robography/Hysterical.html (Hysterical Machines) http://www.stelarc.va.com.au/prosthetichead/ (Prosthetic Head) http://aigamedev.com/open/articles/evolving-virtual-creatures/ (Evolving Virtual Creatures) http://www.lxxl.pt/rxpt.html (Robotarium) SERVIÇO Educador Art.Ficial
Atividades Educativas na mostra Emoção Art.Ficial 5.0. ? Autonomia Cibernética
De 13 de julho a 5 de setembro Terça a sexta, das 09h às 20h; Sab., domingo e feriado, das 11h às 20h. Classificação: maiores de 14 anos ou menores acompanhados por pais ou responsáveis Para o empréstimo dos aparelhos de MP4: maiores de 14 anos, com apresentação de RG; menores de 14 anos, acompanhados pelos pais ou responsáveis Local para retirada dos equipamentos: Balcão da atividade - 1º Subsolo Duração da atividade: até 60 minutos Caso todos os aparelhos estejam emprestados, haverá lista de espera. Informações (11) 2168 1876, das 10h às 18h Visitas Espontâneas à mostra Emoção Art.Ficial 5.0. (público em geral) Até 5 de setembro Terça a sexta, das 09h às 20h; Sab., domingo e feriado, das 11h às 20h. Classificação: Livre - atendimento individual ou grupos de até 22 pessoas Duração: 60 minutos Informações (11) 2168 1876, das 10h às 18h Visitas Agendadas à mostra Emoção Art.Ficial 5.0 (escolas e organizações sociais) Até 5 de setembro Terça a sexta: 09h às 20h; Sab., domingo e feriado, das 11h às 20h. Classificação: a partir de 6 anos Grupos entre 10 e 44 pessoas Duração: 90 minutos Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô Fones: 11. 2168-1776/1777 www.itaucultural.org.br Assessoria de Imprensa Conteúdo Comunicação
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Emoção Art.ficial 5.0 encerra no dia 5 de setembro
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O Itaú Cultural expõe até o dia 5 de setembro a mostra Emoção Art.Ficial 5.0 - Autonomia Cibernética, quinta edição da Bienal Internacional de Arte e Tecnologia, organizada pelo Itaulab, núcleo de Arte e Tecnologia do instituto. Aberta à visitação desde o início de julho, a bienal já foi visitada por cerca de 46.290 pessoas (número atualizado até dia 24 de agosto). Esta exposição fecha a trilogia cujos temas centrais - interface, emergência e autonomia - se ligam e intercalam em complexa interação entre seres humanos e máquinas. Em um total de 11 trabalhos, ela traz sete obras de artistas alemães, australianos, americanos, canadenses, portugueses e quatro de brasileiros - estas últimas escolhidas por uma comissão de profissionais entre os projetos inscritos por meio de convocatória. Os brasileiros
O Grupo Poéticas Digitais, formado para esse projeto por Gilbertto Prado, Agnus Valente, Andrei Tomaz, Claudia Sandoval, Claudio Bueno, Daniel Ferreira, Luciana Ohira, Lucila Meirelles, Luis Gustavo Bueno, Mauricio Taveira, Nardo Germano, Rodolfo Leão, Sérgio Bonilha, Tatiana Travisani e Tania Fraga, apresenta o Projeto Amoreiras. Trata-se de uma série de árvores reais colocadas na calçada do Itau Cultural. Munidas com dispositivos eletrônicos que captam o nível de poluição sonora os galhos das arvores são agitados de acordo com o som da Avenida Paulista. Dessa forma as árvores poeticamente respondem à poluição, como se pudessem corrigir seus efeitos e aumentar as suas funções naturais. Caracolomobile é o trabalho de Tânia Fraga. Ela criou um organismo artificial no formato de um caracol que percebe diferentes estados emocionais humanos. Responde a eles de modo expressivo através de sons e movimentos. Lali Krotoszynski apresenta Ballet Digitallique, uma instalação interativa em que as silhuetas dos corpos dos espectadores são capturadas, transformadas e projetadas sobre uma parede. Em MetaCampo um plano formado por hastes flexíveis, semelhante a uma plantação, sofre a ação mecânica do vento, provocando com esse movimento o registro do diálogo entre as ações da natureza e do ser humano. Esta obra foi criada pela equipe Interdisciplinar SCIArts, composta por Julia Blumenschein, Fernando Fogliano, Milton Sogabe, Renato Hildebrand e Rosangella Leote. Internacionais Autoportrait, realizado pelo Robotlab (grupo da Alemanha composto por Matthias Gommel, Martina Haitz e Jan Zappe) apresenta um robô industrial. Com uma caneta, ele traça retratos humanos de modo não previsível. Em Silent Barrage, robôs se movem verticalmente ao longo de 32 mastros, deixando rastros que são, na verdade, a própria amplificação de uma atividade neural ocorrendo a quilômetros de distância. Este é um trabalho do grupo australiano e americano SymbioticA, formado por Guy Ben-Ary, Philip Gamblen, Peter Gee, Prof. Nathan Scott, Dr. Steve Potter e Stephen Bobic. A obra Robotarium do artista português Leonel Moura, traz um pequeno zoológico de robôs. São ao todo cinco deles construídos especificamente para Emoção Art.ficial 5.0. Distintos na sua morfologia e comportamento, eles convivem em uma pequena arena e se alimentam de energia, por meio de pequenos painéis solares colocados na parte superior do corpo. A obra é um desdobramento da pesquisa de Leonel Moura que, além de possuir uma galeria em Lisboa voltada exclusivamente para exposições de arte criada por robôs, também criou o primeiro zoológico de robôs do mundo, instalado no Jardim Central de Alverca, em Vila Franca de Xira, Portugal. Hysterical Machines, do canadense Bill Vorn, também é formada por cinco robôs, desta vez artrópodes. Estas "aranhas de metal" movimentam-se de forma orgânica e brusca com o objetivo de estimular a empatia do espectador com eles - personagens que são nada mais do que um punhado de estruturas metálicas. Da Austrália vem Prosthetic Head, de Stelarc, e que vem ao Brasil participar do simpósio. Trata-se de uma projeção da cabeça modelada do próprio artista, que conversa com o público em inglês. O software que controla o diálogo é baseado no mecanismo de Alice, famoso chat bot (robô conversador). Em Evolved Virtual Creatures, do americano Karl Sims, um vídeo mostra os resultados de um algoritmo que simula a evolução darwiniana por meio de criaturas virtuais compostas por blocos. Dos igualmente americanos Adam Brown e Andrew H. Fagg, a obra Bion é composta por de mil esculturas que, formando uma rede, gorjeiam. Como se fossem formas de vida, chamadas "bion", elas se comunicam entre si e reagem à presença de espectadores. SERVIÇO Emoção Art.Ficial 5.0 - Autonomia Cibernética
Até 5 de setembro de 2010 (domingo) De terça a sexta, das 9h às 20h Sábs., doms. e feriados, das 11h às 20h Entrada franca Faixa etária: livre Estacionamento com manobrista: R$ 8,00 a primeira hora; R$ 4,00 a segunda hora; e R$ 2,00 por hora adicional Estacionamento gratuito para bicicletas Acesso para deficientes físicos Ar condicionado Itaú Cultural
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Fone: 11.5056-9800 Cristina R. Durán: cristina.duran@conteudonet.com Fernanda Assef: fernanda.assef@conteudonet.comJessica Orlandi: jessica.orlandi@conteudonet.com Roberta Montanari: roberta.montanari@conteudonet.com No Itaú Cultural
Larissa Corrêa: larissa.correa@mailer.com.br Fone: 11. 2168-1950
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Aracaju recebe curso de Políticas e Gestão Culturais
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O Observatório Itaú Cultural, em parceria com o governo do estado de Sergipe por meio de sua Secretaria da Cultura, realiza o Curso de Políticas e Gestão Culturais. Com aulas expositivas durante os sábados de 4 de setembro a 9 de outubro, sempre pela manhã e à tarde, o curso tem como proposta capacitar agentes e gestores culturais, e conta com a participação de gestores de cultura do estado de Sergipe, técnicos de instituições parceiras da Secretaria do Estado da Cultura, gestores do governo do estado, professores, estudantes recém-formados e pós-graduandos da área de cultura, representantes das secretarias e dirigentes de cultura da capital e do interior. Durante o período, nove profissionais discutirão assuntos como políticas culturais, gestões privada e pública, direitos culturais, desenvolvimento humano, políticas públicas, produção cultural, sistemas de financiamento, direito cultural, leis de incentivo e economia da cultura. No primeiro dia, 4 de setembro às 9h, Ana Carla Reis, professora e fundadora da empresa paulista Garimpo de Soluções - Economia, Cultura e Desenvolvimento, ministra a aula expositiva Entrelaçando Cultura e Economia nas Gestões Pública e Privada. Às 15h, será a vez do pesquisador carioca Roberto Pimenta, do Programa de Pesquisa em Gestão Cultural da EBAPE, FGV - RJ, apresentar a aula Elaboração de Projetos Culturais. No sábado seguinte, 11, pela manhã, o Palácio Museu Olímpio recebe a aula Políticas e Gestão do Patrimônio Tangível e Intangível, com Silvana Rubino (SP), professora do Departamento de História da UNICAMP, e à tarde Humberto Cunha, professor do curso de Direito da Universidade de Fortaleza e advogado da União, ministra aula sobre Direitos Culturais no Brasil. Dia 18, a primeira aula é sobre Políticas e Gestão Culturais: Desafios Contemporâneos, com o diretor do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Prof. Milton Santos, Alberto Rudim. Na sequencia, Cláudia Leitão, professora do mestrado em Políticas Públicas da Universidade Estadual do Ceará, retoma a temática exposta por Rudim na aula Políticas e Gestão: o Desafio da Sustentabilidade dos Projetos Culturais. No dia 24, sexta-feira, os alunos são convidados a uma atividade complementar. Às 19h Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, ministra a palestra Um Painel sobre as Ações do Itaú Cultural, seguido por Eloísa Galdino, secretária do Estado da Cultura de Sergipe, que fala sobre As Ações da SeCult, SE nas Áreas de Qualificação e Gestão Cultural. Ainda na sexta-feira, às 20h, Terezinha Alves de Oliva, superintendente do Iphan em Sergipe, ministra a palestra Expressões do Patrimônio Cultural Sergipano, e às 21h os alunos e palestrantes participam de coquetel. Já no sábado, 25, a convidada Rachel Gadelha, professora do curso de pós graduação em Organização de Eventos da Universidade de Fortaleza, terá a aula Criação e administração de projetos culturais: estudo de caso do Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga, será dividida nos períodos da manhã e tarde. O último sábado do curso acontece no dia 9 de outubro. Às 9h, o professor da PUC Minas e UEMG e coordenador do Observatório da Diversidade Cultural José Marcio Barros ministrada a aula Cultura e Desenvolvimento Humano: os Desafios para a Gestão. Às 15h, o professor Paulo Miguez, do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da Universidade Federal da Bahia, encerra a programação em Aracaju, abordando o tema Enlaces Contemporâneos da Cultura. Observatório Itaú Cultural
Espaço de pesquisa dos fenômenos relacionados à gestão cultural, o Observatório Itaú Cultural foi criado em 2006 para discutir publicamente as interações entre cultura, artes, economia e sociedade. A proposta central é incentivar o diálogo constante com pesquisadores, universidades, instituições governamentais na área de produção de dados estatísticos, organizações supranacionais e centros de pesquisa no campo das políticas públicas de cultura. PROGRAMAÇÃO Dia 4 de setembro (sábado) 9h às 13h
Aula expositiva Entrelaçando cultura e economia nas gestões pública e privadaCom Ana Carla Reis (SP), professora e fundadora da empresa Garimpo de Soluções - Economia, Cultura e Desenvolvimento 15h às 19h
Aula expositiva Projetos culturais
Com Roberto Pimenta (RJ), pesquisador do Programa de Pesquisa em Gestão Cultural da Ebape (FGV/RJ) Dia 11 de setembro (sábado) 9h às 13h
Aula expositiva Políticas e gestão do patrimônio tangível e intangível
Com Silvana Rubino (SP), professora do Departamento de História da UNICAMP 15h às 19h
Aula expositiva Direitos culturais no Brasil
Com Humberto Cunha (CE), professor do curso de Direito da Universidade de Fortaleza e Advogado da União Dia 18 de setembro (sábado) 9h às 13h
Aula expositiva Políticas e Gestão Culturais: desafios contemporâneos
Com Albino Rubim (BA), diretor do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Prof. Milton Santos 15h às 19h
Aula expositiva Políticas e Gestão: o desafio da sustentabilidade dos projetos culturais
Com Cláudia Leitão (CE), professora do Mestrado em Políticas Públicas da Universidade Estadual do Ceará Dia 24 de setembro (sexta-feira) 19h Um painel sobre as ações do Itaú Cultural
Com Eduardo Saron, diretor do Instituto Itaú Cultural (SP) As ações da SeCult, SE nas áreas de qualificação e gestão cultural
Com Eloísa Galdino, Secretária do Estado da Cultura de Sergipe 20h Expressões do Patrimônio Cultural Sergipano
Com Terezinha Alves de Oliva, Superintendente do Iphan em Sergipe 21h
Coquetel Dia 25 de setembro (sábado) 9h às 13h e 15h às 19h
Aula expositiva Criação e administração de projetos culturais: estudo de caso do Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga
Com Rachel Gadelha (CE), professora do Curso de Pós Graduação em Organização de Eventos da Universidade de Fortaleza - UNIFOR Dia 9 de outubro (sábado) 9h às 13h
Aula expositiva Cultura e Desenvolvimento Humano: os desafios para a gestão
Com José Marcio Barros (MG), professor da PUC Minas e UEMG, Coordenador do Observatório da Diversidade Cultural 15h às 19h
Aula expositiva Enlaces contemporâneos da cultura
Com Paulo Miguez (BA), professor do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da UFBA SERVIÇO Curso de Políticas e Gestão Culturais
De 4 de setembro a 9 de outubro de 2010 (aos sábados) e atividade complementar no dia 24 de setembro (sexta-feira) Inscrições esgotadas Palácio Museu Olímpio Campos Praça Fausto Cardoso, s/nº, Centro Aracaju - SE Cep 49010-040 Informações: 79. 3198-1457 / 79. 3179-1916 / projetos@cultura.se.gov.br (Secult) Itaú Cultural
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Porto Alegre recebe mostra da fotografia modernista brasileira na Coleção Itaú
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De 28 de julho - com coquetel de abertura para convidados no dia 27 - a 10 de outubro, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS) apresenta Moderna Para Sempre - Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú. Com curadoria do fotógrafo Iatã Canabrava, a exposição remonta aos anos 40 à 70 do século passado, quando na esteira do modernismo europeu e americano da década de 20, os artistas brasileiros entraram na discussão sobre os limites da arte fotográfica. Em um total de 86 imagens, de 26 artistas, este recorte da coleção de fotografias do Itaú mergulha sobretudo no movimento fotoclubista brasileiro. "Esta exposição reforça o esforço do grupo Itaú para dar acesso ao público de todo o país aos diferentes recortes de sua coleção", afirma Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural. "Nossa parceria com o MARGS para que os gaúchos possam apreciar recorte tão significativo deste acervo reafirma o compromisso do grupo Itaú com o público, a arte e a cultura brasileiras." Segundo Canabrava, o fotoclubista brasileiro começou em São Paulo no Foto Cine Clube Bandeirante, fundado em 1939, e se alargou para os outros fotoclubes. Em geral era composto de amadores da fotografia que, livres das obrigações de um trabalho comercial, puderam experimentar e ousar quebrando regas e padrões. Nesses núcleos aterrissaram artistas como Geraldo de Barros, Thomaz Farkas, José Yalenti e German Lorca, presentes na exposição (veja a relação de nomes abaixo). "Nas imagens destes fotógrafos encontrarmos as buscas de formas e volumes, abstracionismos e surrealismo, em uma evidente influência das antigas vanguardas europeias", conta o curador que pesquisa o assunto há cinco anos. Os trabalhos destes artistas começaram pictorialistas, imitando os padrões da pintura do século XIX. Com o desenvolvimento e crescimento econômico do país desembocaram no celeiro da fotografia moderna brasileira, a chamada Escola Paulista. "Esta, por sua vez, por meio de experimentações estéticas e por vezes científicas redirecionou o rumo do fazer fotográfico como já estava ocorrendo na Europa e EUA desde décadas anteriores", conta o curador. "A partir deste momento, texturas, contra-luzes, enquadramentos sóbrios, linhas geométricas, solarizações, fotomontagens, fotogramas, entre outros tópicos passam a integrar o vocabulário criativo." Algumas obras
Na exposição encontram-se joias como a foto Praticáveis, na qual German Lorca ironiza o banal com simplicidade. Em Telhas, Thomas Farkas constrói com criatividade um novo olhar sobre os já tão fotografados telhados. "Mesmo com o título ao lado da fotografia, duvidamos de qualquer referência a telhas ou telhados", observa o curador. "Esta imagem nos leva a um passeio por luz e movimento, e particularmente lembra as bandeiras de Volpi, que na verdade não nasceram bandeiras, mas sim telhados." Paulo Pires, que expôs pela primeira vez em 1950 no Foto Cine Clube Bandeirante, e fundou, posteriormente, o Íris Foto Grupo de São Carlos, incorpora dois elementos à sua fotografia: o banal, que pode ser visto em Composição com Torneira, e a metrópole paulistana em vertiginoso crescimento, com seu trabalho sobre o Copan de Niemeyer, como ser observa na foto Linhas. "Esta imagem mostra o desnudamento do símbolo maior da cidade de São Paulo, o Copan, ainda em andaimes de madeira", assinala Canabrava. Por sua vez, Yalenti, em suas Miragem e Paralelas e Diagonais provoca o espectador com formas inusitadas, migrando o tempo todo de uma intenção abstracionista a um surrealismo inesperado. O abstrato-geométrico de Ademar Manarini faz par perfeito com Arabescos em Branco, de Gertrudes Altschul, rara representante do gênero feminino no fotoclubismo deste período. Se junta a este grupo a imagem Formas, de Eduardo Salvatore, de quem vale ressaltar o importante papel no cenário fotoclubista como um dos fundadores do Foto Cine Clube Bandeirante, entidade da qual ele foi presidente entre 1943 a 1990. Scavone, em Abstração #5, completa o conjunto, em uma foto eternamente contemporânea de cartazes rasgados, enquanto, Tufi Kanji, Délcio Capistrano e Chakib Jabor constituem uma espécie de grupo surrealista do fotoclubismo brasileiro. LISTA DE ARTISTAS
Ademar Manarini André Carneiro Chico Albuquerque Chakib Jabour Dalmo Teixeira Filho Délcio Capistrano Eduardo Enfeldt Eduardo Salvatore Francisco Albuquerque Francisco Quintas Jr. Georges Radó Geraldo de Barros German Lorca Gertrudes Altschul Gunter E.G. Schroeder João Bizarro da Nave Filho José Oiticica Filho José Yalenti Julio Agostinelli Lucilio Correa Leite Júnior Marcel Giró Nelson Kojranski Osmar Peçanha Paulo Pires Rubens Teixeira Scavone Tufi Kanji Thomaz Farkas SERVIÇO Moderna Para Sempre - Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú
Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS) Abertura para convidados: 27 de julho de 2010, 19h De 27 de julho a 10 de outubro de 2010 De terça-feira a domingo, das 10h às 19h Entrada franca Museu de Arte do Rio Grande do Sul Aldo Malagoli (MARGS) Praça da Alfândega, s/nº Porto Alegre - RS Fone: 51. 3227-2311 Itaú Cultural
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Autonomia é o tema da mostra Emoção Art.ficial 5.0 que encerra trilogia cibernética
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De 1º de julho a 5 de setembro o Itaú Cultural realiza a mostra Emoção Art.ficial 5.0 - Autonomia Cibernética, quinta edição da Bienal Internacional de Arte e Tecnologia organizada pelo Itaulab. Esta mostra fecha a trilogia cujos temas centrais - interface, emergência e autonomia ? se ligam e intercalam em complexa interação entre seres humanos e máquinas. Em um total de 11 trabalhos, ela traz sete obras de artistas alemães, australianos, americanos, canadenses, portugueses e quatro de brasileiros - estas últimas escolhidas por uma comissão de profissionais entre os projetos inscritos por meio de convocatória. No dia 30 de junho, haverá um coquetel de abertura para convidados. E, em paralelo, de 1 a 3 de julho, o instituto promove o Simpósio Emoção Art.Ficial 5.0 - Autonomia Cibernética, para debater o tema e a sua evolução. Segundo Marcos Cuzziol, gerente do Itaulab (Núcleo de Arte e Tecnologia do instituto) e organizador destas bienais, a seqüência das três exposições da Emoção Art.ficial (Interface Cibernética, em 2006; Emergência! em 2008; e, agora, Autonomia Cibernética) reflete parte importante das pesquisas deste núcleo do Itaú Cultural. "Nós buscamos o que as novas tecnologias realmente trazem de novo quando aplicadas ao campo artístico", conta. "Não há duvida de que a interatividade tenha propiciado o desenvolvimento de novas poéticas, mas uma investigação mais científica e menos baseada no mero aspecto lúdico desses processos parecia-nos necessária", completa Cuzziol. Acompanhando este raciocínio, ele chama a atenção para a perda do sentido original da palavra "interatividade" em decorrência de ser tão usada e aplicada a qualquer situação em que há, no trabalho artístico, uma ação e uma reação. "O termo não está restrito às novas tecnologias - para que exista interação bastam sistemas que ajam entre si -, mas processadores e softwares progressivamente mais velozes permitiram o desenvolvimento de sistemas que interagem de modo cada vez mais complexo e interessante", explica ele. Vem daí a escolha da cibernética como ferramenta de análise. Os brasileiros
O Grupo Poéticas Digitais, formado para esse projeto por Gilbertto Prado, Agnus Valente, Andrei Tomaz, Claudia Sandoval, Claudio Bueno, Daniel Ferreira, Luciana Ohira, Lucila Meirelles, Luis Gustavo Bueno, Mauricio Taveira, Nardo Germano, Rodolfo Leão, Sérgio Bonilha, Tatiana Travisani e Tania Fraga, apresenta o Projeto Amoreiras. Trata-se de uma série de árvores reais colocadas na calçada do Itau Cultural. Munidas com dispositivos eletrônicos que captam o nível de poluição sonora os galhos das arvores são agitados de acordo com o som da Avenida Paulista. Dessa forma as árvores poeticamente respondem à poluição, como se pudessem corrigir seus efeitos e aumentar as suas funções naturais. Caracolomobile é o trabalho de Tânia Fraga. Ela criou um organismo artificial no formato de um caracol que percebe diferentes estados emocionais humanos. Responde a eles de modo expressivo através de sons e movimentos. Lali Krotoszynski apresenta Ballet Digitallique, uma instalação interativa em que as silhuetas dos corpos dos espectadores são capturadas, transformadas e projetadas sobre uma parede. Em MetaCampo um plano formado por hastes flexíveis, semelhante a uma plantação, sofre a ação mecânica do vento, provocando com esse movimento o registro do diálogo entre as ações da natureza e do ser humano. Esta obra foi criada pela equipe Interdisciplinar SCIArts, composta por Julia Blumenschein, Fernando Fogliano, Milton Sogabe, Renato Hildebrand e Rosangella Leote. Internacionais Autoportrait, realizado pelo Robotlab (grupo da Alemanha composto por Matthias Gommel, Martina Haitz e Jan Zappe) apresenta um robô industrial. Com uma caneta, ele traça retratos humanos de modo não previsível. Em Silent Barrage, robôs se movem verticalmente ao longo de 32 mastros, deixando rastros que são, na verdade, a própria amplificação de uma atividade neural ocorrendo a quilômetros de distância. Este é um trabalho do grupo australiano e americano SymbioticA, formado por Guy Ben-Ary, Philip Gamblen, Peter Gee, Prof. Nathan Scott, Dr. Steve Potter e Stephen Bobic. A obra Robotarium do artista português Leonel Moura, traz um pequeno zoológico de robôs. São ao todo cinco deles construídos especificamente para Emoção Art.ficial 5.0. Distintos na sua morfologia e comportamento, eles convivem em uma pequena arena e se alimentam de energia, por meio de pequenos painéis solares colocados na parte superior do corpo. A obra é um desdobramento da pesquisa de Leonel Moura que, além de possuir uma galeria em Lisboa voltada exclusivamente para exposições de arte criada por robôs, também criou o primeiro zoológico de robôs do mundo, instalado no Jardim Central de Alverca, em Vila Franca de Xira, Portugal. Hysterical Machines, do canadense Bill Vorn, também é formada por cinco robôs, desta vez artrópodes. Estas "aranhas de metal" movimentam-se de forma orgânica e brusca com o objetivo de estimular a empatia do espectador com eles - personagens que são nada mais do que um punhado de estruturas metálicas. Da Austrália vem Prosthetic Head, de Stelarc, e que vem ao Brasil participar do simpósio. Trata-se de uma projeção da cabeça modelada do próprio artista, que conversa com o público em inglês. O software que controla o diálogo é baseado no mecanismo de Alice, famoso chat bot (robô conversador). Em Evolved Virtual Creatures, do americano Karl Sims, um vídeo mostra os resultados de um algoritmo que simula a evolução darwiniana por meio de criaturas virtuais compostas por blocos. Dos igualmente americanos Adam Brown e Andrew H. Fagg, a obra Bion é composta por de mil esculturas que, formando uma rede, gorjeiam. Como se fossem formas de vida, chamadas "bion", elas se comunicam entre si e reagem à presença de espectadores. Simpósio
O simpósio abre às 19h do primeiro dia de julho com um key note de Murray Campbell. Gerente sênior do Departamento de Ciências da Matemática da IBM em Yorktown Heights, Nova York ele fala sobre Autonomia e Sistemas de Jogos. No dia seguinte, mesmo horário, o key note é com Jon McCormack, artista australiano e pesquisador de novas mídias. Professor sênior de Ciência da Computação e co-diretor do Centro de Mídia Arte Eletrônica na Universidade de Monash, em Melbourne, o seu tema é A Arte Evolucionária. Encerrando o evento, a programação do dia 3 se desdobra em dois horários. O primeiro, às 16h é a mesa Autonomia e Pós-humanismo, com Lúcia Santaella e Stelarc. Ela é pesquisadora e professora titular da PUC-SP com doutoramento em Teoria Literária na PUC-SP, em 1973, e livre-docência em Ciências da Comunicação na ECA/USP, em 1993. Ele é um artista australiano interessado na arquitetura evolucionária do corpo e em possíveis maneiras de redesenhar o humano aumentado por implantes e exoesqueletos - uma de suas obras, Prosthetic Head, é exibida na exposição. Paul Pangaro fecha o simpósio com o keynote Interação, Emergência e Autonomia. Ele estudou ciência da computação no Massachusetts Institute of Technology e fez doutorado em cibernética na Universidade de Brunel, Reino Unido. Todos eles são transmitidos ao vivo pela internet, com opções de tradução em português ou inglês. Basta acessar itaucultural.org.br/emocao -- o site ainda conta com um chat, pelo qual os internautas podem enviar perguntas e comentários aos participantes do evento. Mais informações sobre algumas da obras exibidas na exposição nos sites: http://www.robotlab.de/auto/portrait.htm (Autoprotrait) http://www.symbiotica.uwa.edu.au/silentbarrage (Silent Barrage) http://www-symbiotic.cs.ou.edu/projects/bion/ (Bion) http://billvorn.concordia.ca/robography/Hysterical.html (Hysterical Machines) http://www.stelarc.va.com.au/prosthetichead/ (Prosthetic Head) http://aigamedev.com/open/articles/evolving-virtual-creatures/ (Evolving Virtual Creatures) http://www.lxxl.pt/rxpt.html (Robotarium) SERVIÇO EMOÇÃO ART.FICIAL 5.0 - AUTONOMIA CIBERNÉTICA
30 de junho - abertura para convidados, a partir das 20h De 1º de julho a 5 de setembro de 2010 De terça a sexta, das 9h às 20h Sábs., doms. e feriados, das 11h às 20h Entrada franca Faixa etária: livre Estacionamento com manobrista: R$ 8,00 a primeira hora; R$ 4,00 a segunda hora; e R$ 2,00 por hora adicional Estacionamento gratuito para bicicletas Acesso para deficientes físicos Ar condicionado Simpósio Emoção Art.Ficial 5.0 - Autonomia Cibernética
Dia 1º e 2 de julho às 19h Dia 3, às 16h e às 19h Sala Itaú Cultural Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô Fones: 11. 2168-1776/1777 www.itaucultural.org.brwww.twitter.com/itauculturalwww.facebook.com/itauculturalwww.youtube.com/itauculturalwww.flickr.com/itauculturalInformações para a imprensa: Conteúdo Comunicação
Tel.: 11.5056-9800 Roberta Montanari: roberta.montanari@conteudonet.com Fernanda Assef: fernanda.assef@conteudonet.comJessica Orlandi: jessica.orlandi@conteudonet.com Cristina R. Durán: cristina.duran@conteudonet.com No Itaú Cultural
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