INSTITUTO PROGRAMAÇÃO CONTINUUM ENCICLOPÉDIAS RUMOS OBSERVATÓRIO RÁDIO
revista do Itaú Cultural
programa de estímulo em arte e cultura
destaques

literatura
  inventário
  escritor-leitor
  pedra de toque
  te dou minha palavra

artes cênicas
  em cena sonora

música
  mapa
  estéreo saci
  bossa nova
  jovem guarda
  toca brasil
  rumos 1997-98
  rumos 1999
  rumos 2000-01
  rumos 2004-05
  rumos 2007-09
 
imprimir  
Em sua quinta edição, o Rumos Música expandiu sua ação, estabelecendo contato com os cenários musicais de quatro outros países da América do Sul: Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. Uma série de programas especiais, apresentados pela cantora e compositora Natalia Mallo, divulga o resultado do garimpo realizado por curadores locais.

A curadoria dos paraguaios Beto Barsotti, Michi Oliva e Sergio Ferreira apresenta polcas e guarânias tradicionais, além de novas interpretações de composições clássicas e de jazz fusion, rock, jazz e música eletrônica.

Aqui, você pode conhecer artistas e músicas selecionados, divididos em quatro programas especiais, apresentados por Natalia Mallo.


Programa 1 | Programa 2 | Programa 3 | Programa 4


Abaixo, você confere a apresentação dos curadores e pode conhecer, um a um, os selecionados, suas músicas e fichas técnicas.

O Paraguai é um pequeno vizinho desconhecido para o Brasil, geralmente considerado uma fonte de más notícias. Preconceituosamente, é visto como uma espécie de paraíso de produtos falsificados. Está presente nos noticiários devido ao contrabando e ao narcotráfico, às reclamações sobre o Tratado de Itaipu e ao futebol, que soube ganhar espaço nas manchetes.

Durante muitos anos, a melhor carta de apresentação do Paraguai foi sua música. Por causa disso, seus maiores embaixadores foram os músicos guaranis, que percorreram o mundo interpretando polcas e guarânias combinadas com outros ritmos latino-americanos nos diversos palcos por onde tocaram. No entanto, com a propagação da música anglo-saxã nos anos 1960, a música paraguaia foi perdendo terreno.

Com o propósito de resgatar os "anos de glória", estimulou-se uma música "para turistas", que apresentava o cartão-postal de um Paraguai de noites estreladas, flores, selvas e campos sempre verdejantes, além de lindas mulheres. O modelo acabou perdendo força no cenário internacional.

Fora dos círculos oficiais, foi crescendo outra música, que, ao longo dos anos, foi conquistando mais espaço. Uma música que se distanciava dos estereótipos tradicionalistas.

Este disco apresenta as diferentes viagens empreendidas a partir da mesma estação de origem chamada Paraguai, mas cujos passageiros embarcaram em plataformas e vagões diferentes. Mais além das polcas e das guarânias, essas viagens fazem parada no jazz fusion, no rock, no jazz, na música eletrônica e levam a outras veredas da expressão musical.

Aqui temos desde uma releitura romântica de Julia Florida, uma das principais obras do grande Agustín Barrios "Mangoré", interpretada pelo jovem pianista Lito Barrios, até a força do drum' n' bass da dupla Bass Reflex em No Lies.

Há muito rock e pop (alguns com o toque especial do 6x8 guarani), novas interpretações de composições clássicas (não podiam faltar India e Recuerdos de Ypacarai, em novas versões), composições instrumentais com os instrumentos mais característicos do país (a harpa, a requinta, o violão) e canções populares em guarani e em espanhol, que deixaram sua marca no sentimento dos paraguaios.

Beto Barsotti | Michi Oliva | Sergio Ferreira
curadores

Conheça também os selecionados da Argentina, do Brasil, do Chile e do Uruguai.

Luís Álvarez

O violinista e pianista Luis Álvarez passou por diferentes gêneros musicais. Foi integrante da Orquestra Sinfônica da Cidade de Assunção e do grupo pop Los Hobbies. Além disso, teve como característica marcante seus arranjos orquestrados e trabalhou com vários grupos do novo cancioneiro nos anos 1980.Hoje se dedica, principalmente, à música tradicional paraguaia, seja como arranjador e orquestrador, seja à frente do seu próprio grupo. Neste CD, ele nos apresenta uma guarânia de um dos principais compositores vivos do país, Neneco Norton (1923), que transmite tanto um sentimento de melancolia quanto de contemporaneidade.

Aquel Ayer
(Neneco Norton)

Violino, arranjos e sampler: Luís Álvarez
Violão: Dani Cortaza


Ripe Banana Skins

Nos últimos anos, o rock paraguaio tem ganhado nova vida devido à corrente do ska punk. Entre os grupos dessa corrente, Ripe Banana Skins é um dos principais, e conta com um som cheio de vitalidade e força. Estar Vivo é uma de suas principais composições, e define não apenas o som da banda, mas também a atitude positiva que caracteriza o gênero.

Estar Vivo
(Pablo García - Andrés Selich)
Voz: Andrés Selich
Voz: Rodrigo Cristaldo
Violão: Pablo García Blaya
Bateria: Fernando Uriarte
Violão: Víctor Montanaro
Teclados, acordeon: Mario Llanes
Trombone: Federico Velazquez
Trompete: Elvio Guainer


Generación

Generación é um dos principais grupos vocais do Paraguai, com uma trajetória de mais de 25 anos e vários discos gravados. Caracteriza-se, acima de tudo, como um conjunto de intérpretes. Nesta canção, porém, um dos seus integrantes coloca música nos versos de Carlos Federico Abente (1914), um dos poucos sobreviventes da chamada época de ouro da guarânia, que vai da década de 1930 a 1950. Abente, que junto com José Asunción Flores é o autor de Ñemity, está vivo até hoje.

Nderesa jajai
(Carlos F. Abente / Alejo Benítez)
Voz, violão, baixos e arranjos: Alejo Benítez
Voz, violão: Adolfo Arregui
Voz, teclados: Carlos "Toti" Rodríguez
Voz e bandoneon: Hebert Cáceres


Lito Barrios

Em dezembro de 1938, o mestre do violão Agustín Pío Barrios "Mangoré" (1885-1944) escreveu, na Costa Rica, uma de suas obras-primas: a barcarola Julia Florida, dedicada à sobrinha do seu grande amigo, o costarriquense Francisco Martínez. Trata-se de uma expressão sublime do romantismo tardio, na qual se pode apreciar a genialidade de um Barrios maduro. César "Lito" Barrios, sobrinho-neto de "Mangoré", interpreta a música ao piano.

Julia Florida (Barcarola) 5:11
(Agustín Barrios)
Piano: Lito Barrios


Revolber

Não é por acaso que se diz que o grupo roqueiro Revolber é da Ciudad del Este, pois na sua música fica evidente a Babel que é a cidade fronteiriça entre o Brasil e a Argentina. Mundo é uma canção tipicamente roqueira e niilista, na qual convivem o funk, o mambo e até um ar de Led Zeppelin.

Mundo
(Patrick Altamirano - Juan Pablo Ramírez)
Baixo: Juan Pablo Ramírez
Bateria: Robert Bernal
Violão: Jorge Amado
Voz: Patrick Altamirano


Cecilia Henríquez

A jovem cantora Cecilia Henríquez canta uma versão contemporânea de uma das obras consagradas de Maneco Galeano (1945-1980), uma canção sobre o famoso bairro de Assunção, localizado na margem do rio, que inunda na época da lua crescente. É um dos bairros mais pobres da capital paraguaia. Entretanto, tem uma vista privilegiada da baía (numa cidade que fica de costas para o rio), além de possuir uma rica história de vida boêmia. Ali morava José Asunción Flores, o criador da guarânia.

Soy de la Chacarita
(Maneco Galeano)
Voz: Cecilia Henríquez
Teclado e arranjos: Willy suchar
Voz: José A. Galeano


Chondi Paredes

Alejandrino "Chondi" Paredes é membro do Ñamandú, um dos principais grupos do novo cancioneiro paraguaio. Neste seu primeiro disco solo, canta os versos do poeta guarani Ramón Silva, que descreve o trabalho de preparação do melaço com palavras cheias de ritmo, numa metáfora da vida que flui. O compositor Marcos Prado valoriza os versos de Silva com as cordas abafadas do seu violão.

Syry Syryko
(Ramón Silva - Marcos Prado)
Violão e voz: Chondi Paredes
Violãos, cajón, bongô: Mauricio "Pinchi" Cardozo Ocampos


José Antonio Galeano

José Antonio Galeano, irmão mais novo de Maneco Galeano, canta aqui os versos de Carlos Miguel Jiménez (1914-1970), musicalizados por Agustín Barboza (1913-1998): a utopia de uma pátria sem guerra entre irmãos. Jiménez fez essa composição no fim da guerra civil fratricida de 1947, que ficou marcada pelo confronto entre paraguaios, e mandou para o exílio metade da população. A canção transformou-se num apelo por tempos melhores durante o governo de Alfredo Stroessner, sendo vencedora do Primeiro Prêmio Nacional de Música, em 1997, já em tempos de democracia. Galeano, um dos protagonistas do novo cancioneiro, interpreta essa composição junto com a canção-irmã Canto de Esperanza, de Noguera, na sua ânsia por uma vida melhor.

Mi Patria Soñada
(Carlos M. Jiménez - Agustín Barbosa - Carlos Noguera)
Violão e voz: José Antonio Galeano


Lizza Bogado

A cantora Lizza Bogado interpreta uma versão atual de Che Roga Mi (minha casinha), uma canção de amor em guarani, uma expressão de humildade e dignidade que vê beleza nos pequenos detalhes.

Che Roga mi
(Hilarión Correa)
Voz: Lizza Bogado
Teclados e arranjos: Willy Suchar
Percussão: Daniel Pavetti
Baixo: Alex Mesquita
Violão: Peter Wurschimt


Hugo Ferreira

O cantor e compositor Hugo Ferreira é um dos principais representantes da canção social urbana. Aqui ele interpreta esta música sobre as injustiças que, apesar de sua violência extrema, não conseguem fazer com que a alma libertária se renda. Canta junto com Ricardo Flecha, uma das vozes privilegiadas do Paraguai e também integrante do grupo Ñamandú.

El alma no murió
(Hugo Ferreira)
Voz: Hugo Ferreira
Teclados e arranjos: Willy Suchar
Baixo: Nene Salerno
Bateria: Oswal González
Percussão: Pablo Marcantonio
Trombones: Remigio Pereira
Voz: Ricardo Flecha


La Secreta

O grupo La Secreta combina o rock com o som tradicional 6x8 das polcas, utilizando principalmente instrumentos acústicos. Uma nova polca que surge coberta com o ritmo do rock.

Soldado
(Mike Cardozo)
Voz principal: Sergio Pereira
Violão e segunda voz: Mike Cardozo
Violão flamenco: Alejo Jiménez
Bateria: Oswal González
Contrabaixo: Ariel Burgos


Limon Sutil

O pop paraguaio também é eletrônico. Limón Sutil foi um dos primeiros grupos de rock a fazer experiências com samplers e loops, estabelecendo um jogo de sedução entre violãos elétricas e sons espaciais

Entre tus labios
(Gustavo Luque)
Violão e programações: Gustavo Luque
Baixo: Jorge Melgarejo
Bateria: Oswal González


Paiko

Paiko é um dos grupos mais bem-sucedidos do rock paraguaio, cultivador de uma música que se alimenta dos ritmos latino-americanos. Caos Total é uma canção dedicada à vida levada sem preocupações e aberta às influências do reggae e de outros ritmos latinos.

Caos total
(Borghetti, Ferreiro, Gulino, Zayas)
Violão e voz: Rodrigo Ferreiro
Violão e voz: Enrique Zayas
Bateria: Sebastián Gulino
Baixo e voz: Cana Borghetti


Bohemia Urbana

Bohemia Urbana é outro grupo de rock que tem um flerte com os ritmos latinos. Esta canção é uma polca-rock de muita riqueza rítmica

Melodía de mediodía
(Jaime Zacher)
Violão nylon e charango (tipo de cavaco): Alejo Jiménez
Guitarra: Rodney Cords
Congas e bongô: Leandro Jiménez
Percussão e accesorios: Ruth Villalba
Baixo: Cachito Galeano
Bateria: Felipe Muñoz


Bass Reflex

O som do drum' n' bass também toca no Paraguai com a dupla Bass Reflex, formada pelos DJs Platt e Lion. Em seu laboratório de som Fondo Funk Records, os dois artistas reúnem samplers e criam músicas de muita força, que estão presentes em trabalhos marcados por fortes características rítmicas.

No Lies
(Jorge Carron)
Jungle Lion & Plat


Rolando Chaparro

O violonista Rolando Chaparro é um dos músicos mais ativos da música popular paraguaia dos últimos 25 anos. Fez parte de grupos de jazz, de rock e da canção popular. Em Afropolca, procura uma fusão entre os universos rítmicos do 6x8 da polca, um riff de violão à la Santana e os tambores de Camba Cua, uma das poucas comunidades afro-americanas do Paraguai.

Afropolca
(Rolando Chaparro)
Violão, voz: Rolando Chaparro
Bateria: Luís Chaparro
Baixo: Sargus Pérez
Percussão: Pablo Marcantonio
Teclados, acordeon e coros: Víctor Cardozo
Violões: Gabriel Colman
Coros: Angie Duarte, Maricel Cano

Participação especial: Tamborileros Del Kamba Kua


Flou

A distorção pode ter aceitação maciça? Com o Flou, sim. Uma das propostas de maior sucesso do rock paraguaio, com oito anos de carreira e três discos lançados. A Tu Lado é uma canção caracterizada pela cumplicidade e pela camaradagem que mantêm firme a fidelidade do público a esse grupo.

A tu lado
(Bruno Ferreiro/Walter Cabrera/Federico Wagener/Ariel Sandoval)
Violão: Bruno Ferreiro
Voz: Walter Cabrera
Baixo: Federico Wagener
Bateria: Ariel Sandoval


Kike Pedersen

Kike Pedersen é um dos melhores harpistas jovens, seguidor da linha internacionalista de Ismael Ledesma, outra grande referência da harpa contemporânea paraguaia. Na melancólica composição Viaje Mágico, Pedersen faz um passeio pelas possibilidades sonoras do instrumento característico da música paraguaia.

Viaje Mágico
(Kike Pedersen)
Arpa: Kike Pedersen
Violão e baixo: Rossana Ovelar


Willy Suchar Cuarteto

Willy Suchar criou um som de fusão regionalista junto com músicos da Argentina e do Brasil. A roupagem é jazzística, mas a alma é guarani com muito de polca, chamamé e uma pitada de tango. Suchar, natural de Corrientes, na Argentina, chegou ao Paraguai há vinte anos e passou pelo rock e pelo jazz fusion. Além disso, acompanha cantores de diferentes estilos, fazendo arranjos e orquestrações

Camino a Campo Grande
(Willy Suchar)
Teclados: Willy Suchar
Acordeon: Juanchi Cabrera
Baixo: Alex Mesquita
Percussão: Cacho Bernal


Efrén Echeverría

O violonista Efrén Echeverría (1932) é um dos músicos mais importantes da música popular paraguaia, dono de um estilo único na interpretação do instrumento, fazendo ponteios e rasqueados ao mesmo tempo. Ryguazu Kokore (o cacarejo da galinha) é uma de suas composições mais famosas. Ele a compôs aos 13 anos, quando uma galinha que cacarejava sem parar não o deixava dormir. Então, o menino Efrén pegou o violão e reproduziu o cacarejo com as cordas. Seguindo o conselho de um amigo, transformou esse som numa polca que, em 1968, o levou à conquista do primeiro prêmio no festival de Autores Paraguaios Associados (APA).

Ryguazu Kokore
(Efrén Echeverría)
Violão: Efrén Echeverría


Nicolás Caballero

Nicolasito Caballero está para a harpa paraguaia assim como Jimi Hendrix está para a violão elétrica. Começou sua carreira artística como um menino prodígio e foi o primeiro a utilizar claves para criar os semitons na harpa diatônica. É um pesquisador incansável das possibilidades sonoras do instrumento. Aqui, ele interpreta a composição que simboliza a harpa paraguaia, introduzindo seus arranjos pessoais sem alterar, porém, a melodia original.

Pájaro Campana
(Félix Pérez Cardozo)
Arpa, violão e baixo: Nicolás Caballero


Luz María Bobadilla

Uma das principais violonistas paraguaias, que percorreu os palcos de todo o mundo levando as composições de Agustín Barrios e de outros compositores paraguaios, Luz María Bobadilla interpreta aqui a composição de Flores e Ortiz Guerrero, tantas vezes gravada por intérpretes paraguaios e estrangeiros, numa versão com arranjo especial do grande violonista Cayo Sila Godoy.

India
(José A. Flores)
Violão: Luz María Bobadilla


Dani Cortaza

Um dos principais músicos de jazz, o violonista Dani Cortaza apresenta aqui uma composição dedicada a seu filho, Diego. Nova e cheia de energia, a canção é uma amostra do jazz paraguaio.

Dieguin
(Dani Cortaza)
Violões: Dani Cortaza
Piano: Dan Reynols
Bateria: Mark Prince
Baixo Acústico: Tom Williams
Percussão: Martin Zuniga


Rigoberto Arévalo e Trío de Siempre

O Trío de Siempre, presença obrigatória nas noites de serenata e boêmia de Assunção, dedica esta polca a uma companheira de tantas jornadas românticas de serenata.

Dulce Guitarrita
(Eladio "Lalo" Villalba)

Violão requinto e voz: Rigoberto Arévalo
Voz: Eladio Villalba
Violão: Neni Ruiz Diaz


Juan Cancio Barreto

A requinta transformou-se num instrumento característico da música popular paraguaia. Foi introduzida na época em que os trios de boleros gozavam de uma popularidade muito grande, e, rapidamente, os conjuntos tradicionais paraguaios adotaram o instrumento. Um dos seus principais intérpretes é Juan Cancio Barreto, aluno de Efrén Echeverría, que executa aqui um clássico dos típicos conjuntos de antigamente, com seu estilo peculiar de interpretação. A canção foi composta pela dupla Martínez e Cardozo Ocampo, que fez muito sucesso em Buenos Aires na década de 1930.

Nelly
(Eladio Martínez - M .C. Ocampo)
Violão Requinto: Juan Cancio Barreto
Violão: Juan Angel Barreto


El Templo

O grupo de rock El Templo interpreta uma das polcas urbanas mais populares, que Maneco Galeano dedicou a uma garota da alta sociedade. El Templo divide a música com uma banda típica, intérprete tradicional desta composição, que inclui riffs com muita distorção e solos de violão de sons vigorosos.

La Chuchi
(Maneco Galeano)
Violão e voz: Javier Godoy

Baixo e voz: Gerardo "Minino" González
Bateria e coros: Sergio Román
Teclados: David Martínez
Violão: Felipe Vallejos
Instrumentos de sopro: Bandita Popular Purahei


Orchablex

O grupo Orchablex fez o que se acreditava ser impensável: unir a cachaca (nome paraguaio da cúmbia) e o rock, estilos tradicionalmente antagônicos, numa combinação alegre e incisiva. A iniciativa foi rapidamente imitada por vários grupos de música popular paraguaia que estavam na moda, mas que a despojaram de sua proposta estética original ao enfatizar as letras de fácil memorização e os ritmos repetitivos.

Feliz Navidad
(Orchablex)
Voz: Jose Kabbout
Violão, coros: Raul Paulin
Baixo: Luis De Mello
Violão: Walter Moray
Teclados, coros: Rolfi Gomez
Bateria: Robert Bernal
Percussão, coros: Pablo Plugdfelder


Gaia

O grupo de rock Gaia canta a liberdade e a busca da beleza nesta canção que usa muitos riffs de violões e fortes batidas de bateria.

Mariposa
(Serafini - Farfán)
Voz, violões: Diego Serafini
Bateria, percussão: Diego Riveros
Baixo, coros: Cristian Ramírez
Violões, coros: Javier Ramos


imprimir  
localização contato newsletter imprensa trabalhe conosco itaú social banco itaú     
rss itaú cultural