Acervo itinerante e espaço permanente_

Composta por cerca de treze mil peças, o Itaú conta com uma das maiores coleções corporativas de arte da América Latina e a maior do mundo. O acervo, que é complementado pela coleção Arte Cibernética e Filmes e Vídeos de Artista formada pelo Itaú Cultural, foi inteiramente constituído com recursos próprios, sem uso de recursos da Lei Rouanet. Em um esforço para garantir o acesso do público a estas obras, o Itaú Cultural realiza continuamente mostras gratuitas em sua sede, em São Paulo, e em itinerâncias pelo país e pelo exterior. Já realizou 58 mostras com recortes do acervo, vistas por mais de 1,5 milhão de espectadores em sua passagem por vinte cidades do Brasil, como Belém (PA), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Santos (SP), entre outras, e em seis países, entre eles Argentina, França, Peru e Uruguai. Tanto a constituição do acervo quanto as itinerâncias são realizadas sem o incentivo da Lei Rouanet.

 

A coleção reúne obras de arte contemporânea e moderna e abriga a Coleção Brasiliana, com imagens da iconografia nacional desde o descobrimento do país, e a Coleção Numismática, que reúne moedas, condecorações e medalhas raras que fizeram parte da história brasileira.

 

Somente a Brasiliana Itaú soma 2.529 itens, desdobrados em cerca de cinco mil iconografias – de pinturas do Brasil holandês até as primeiras edições dos mais conhecidos álbuns iconográficos produzidos durante o século XIX sobre o país, bem como livros de artistas ilustrados do século XX, obras de arte, objetos, cartografias, documentos manuscritos. Com publicações datadas dos séculos XVI ao XX, muitos trazem relatos de viajantes estrangeiros que se aventuraram pelo Brasil em busca de riquezas e glórias, verdadeiras ou imaginárias.

O acervo de numismática começou com a aquisição da coleção de moedas de Herculano de Almeida Pires, membro do Conselho de Administração do Banco Itaú, em dezembro de 1984. Na época somava 796 moedas de ouro, prata, cobre, níquel, cupro-níquel, alumínio e bronze. Com novas aquisições no Brasil e no exterior, hoje ela soma cerca de sete mil itens, aos quais se juntaram medalhas, condecorações e barras de ouro.

 

Exposição permanente

Um recorte da Brasiliana e da coleção de Numismática é abrigado desde 2014 no Espaço Olavo Setubal, em exposição permanente aberta ao público e visitada, até o final de 2015, por mais de 57 mil pessoas. Instalado em dois andares na sede do Itaú Cultural expõe 1,3 mil obras, selecionadas curatorialmente entre os destaques das duas coleções em um recorte dos cerca de dez mil itens reunidos somente nestes dois conjuntos.

 

 

As obras retratam o país desde a chegada dos colonizadores e percorrem cinco séculos de história.

 

 

Entre as peças exibidas estão o óleo sobre madeira Povoado numa planície arborizada, produzido por Frans Post entre 1670 e 1680 – primeira peça adquirida por Olavo Setubal para a coleção – e uma vasta seleção de gravuras de Rugendas, Debret, Chamberlain, Auguste Sisson, Schlappriz, Buvelot e Moreau, Bertichen e Emil Bauch, reproduzindo as primeiras paisagens vistas do país.

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2016 -  DESENVOLVIDO PELA CONTEÚDO COMUNICAÇÃO

Composta por cerca de treze mil peças, o Itaú conta com uma das maiores coleções corporativas de arte da América Latina e a maior do mundo. O acervo, que é complementado pela coleção Arte Cibernética e Filmes e Vídeos de Artista formada pelo Itaú Cultural, foi inteiramente constituído com recursos próprios, sem uso de recursos da Lei Rouanet. Em um esforço para garantir o acesso do público a estas obras, o Itaú Cultural realiza continuamente mostras gratuitas em sua sede, em São Paulo, e em itinerâncias pelo país e pelo exterior. Já realizou 58 mostras com recortes do acervo, vistas por mais de 1,5 milhão de espectadores em sua passagem por vinte cidades do Brasil, como Belém (PA), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Santos (SP), entre outras, e em seis países, entre eles Argentina, França, Peru e Uruguai. Tanto a constituição do acervo quanto as itinerâncias são realizadas sem o incentivo da Lei Rouanet.

 

A coleção reúne obras de arte contemporânea e moderna e abriga a Coleção Brasiliana, com imagens da iconografia nacional desde o descobrimento do país, e a Coleção Numismática, que reúne moedas, condecorações e medalhas raras que fizeram parte da história brasileira.

 

Somente a Brasiliana Itaú soma 2.529 itens, desdobrados em cerca de cinco mil iconografias – de pinturas do Brasil holandês até as primeiras edições dos mais conhecidos álbuns iconográficos produzidos durante o século XIX sobre o país, bem como livros de artistas ilustrados do século XX, obras de arte, objetos, cartografias, documentos manuscritos. Com publicações datadas dos séculos XVI ao XX, muitos trazem relatos de viajantes estrangeiros que se aventuraram pelo Brasil em busca de riquezas e glórias, verdadeiras ou imaginárias.

 

O acervo de numismática começou com a aquisição da coleção de moedas de Herculano de Almeida Pires, membro do Conselho de Administração do Banco Itaú, em dezembro de 1984. Na época somava 796 moedas de ouro, prata, cobre, níquel, cupro-níquel, alumínio e bronze. Com novas aquisições no Brasil e no exterior, hoje ela soma cerca de sete mil itens, aos quais se juntaram medalhas, condecorações e barras de ouro.

 

Exposição permanente

Um recorte da Brasiliana e da coleção de Numismática é abrigado desde 2014 no Espaço Olavo Setubal, em exposição permanente aberta ao público e visitada, até o final de 2015, por mais de 57 mil pessoas. Instalado em dois andares na sede do Itaú Cultural expõe 1,3 mil obras, selecionadas curatorialmente entre os destaques das duas coleções em um recorte dos cerca de dez mil itens reunidos somente nestes dois conjuntos.

 

 

As obras retratam o país desde a chegada dos colonizadores e percorrem cinco séculos de história.

 

 

Entre as peças exibidas estão o óleo sobre madeira Povoado numa planície arborizada, produzido por Frans Post entre 1670 e 1680 – primeira peça adquirida por Olavo Setubal para a coleção – e uma vasta seleção de gravuras de Rugendas, Debret, Chamberlain, Auguste Sisson, Schlappriz, Buvelot e Moreau, Bertichen e Emil Bauch, reproduzindo as primeiras paisagens vistas do país.

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2016 -  DESENVOLVIDO PELA CONTEÚDO COMUNICAÇÃO

Acervo itinerante e espaço permanente_

Composta por cerca de treze mil peças, o Itaú conta com uma das maiores coleções corporativas de arte da América Latina e a maior do mundo. O acervo, que é complementado pela coleção Arte Cibernética e Filmes e Vídeos de Artista formada pelo Itaú Cultural, foi inteiramente constituído com recursos próprios, sem uso de recursos da Lei Rouanet. Em um esforço para garantir o acesso do público a estas obras, o Itaú Cultural realiza continuamente mostras gratuitas em sua sede, em São Paulo, e em itinerâncias pelo país e pelo exterior. Já realizou 58 mostras com recortes do acervo, vistas por mais de 1,5 milhão de espectadores em sua passagem por vinte cidades do Brasil, como Belém (PA), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Santos (SP), entre outras, e em seis países, entre eles Argentina, França, Peru e Uruguai. Tanto a constituição do acervo quanto as itinerâncias são realizadas sem o incentivo da Lei Rouanet.

 

A coleção reúne obras de arte contemporânea e moderna e abriga a Coleção Brasiliana, com imagens da iconografia nacional desde o descobrimento do país, e a Coleção Numismática, que reúne moedas, condecorações e medalhas raras que fizeram parte da história brasileira.

 

Somente a Brasiliana Itaú soma 2.529 itens, desdobrados em cerca de cinco mil iconografias – de pinturas do Brasil holandês até as primeiras edições dos mais conhecidos álbuns iconográficos produzidos durante o século XIX sobre o país, bem como livros de artistas ilustrados do século XX, obras de arte, objetos, cartografias, documentos manuscritos. Com publicações datadas dos séculos XVI ao XX, muitos trazem relatos de viajantes estrangeiros que se aventuraram pelo Brasil em busca de riquezas e glórias, verdadeiras ou imaginárias.

 

O acervo de numismática começou com a aquisição da coleção de moedas de Herculano de Almeida Pires, membro do Conselho de Administração do Banco Itaú, em dezembro de 1984. Na época somava 796 moedas de ouro, prata, cobre, níquel, cupro-níquel, alumínio e bronze. Com novas aquisições no Brasil e no exterior, hoje ela soma cerca de sete mil itens, aos quais se juntaram medalhas, condecorações e barras de ouro.

 

Exposição permanente

Um recorte da Brasiliana e da coleção de Numismática é abrigado desde 2014 no Espaço Olavo Setubal, em exposição permanente aberta ao público e visitada, até o final de 2015, por mais de 57 mil pessoas. Instalado em dois andares na sede do Itaú Cultural expõe 1,3 mil obras, selecionadas curatorialmente entre os destaques das duas coleções em um recorte dos cerca de dez mil itens reunidos somente nestes dois conjuntos.

 

 

As obras retratam o país desde a chegada dos colonizadores e percorrem cinco séculos de história.

 

 

Entre as peças exibidas estão o óleo sobre madeira Povoado numa planície arborizada, produzido por Frans Post entre 1670 e 1680 – primeira peça adquirida por Olavo Setubal para a coleção – e uma vasta seleção de gravuras de Rugendas, Debret, Chamberlain, Auguste Sisson, Schlappriz, Buvelot e Moreau, Bertichen e Emil Bauch, reproduzindo as primeiras paisagens vistas do país.

 

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