O Itaú Unibanco e a cultura no Brasil_

O Itaú Unibanco tem uma longa tradição de apoio à arte e à cultura no Brasil. Seja por meio do Instituto Itaú Cultural, das Salas Itaú de Cinema, da construção da maior coleção corporativa de arte na América Latina e uma das maiores do mundo, atualmente com cerca de treze mil obras, ou por projetos de patrocínio em todo o país, apoia historicamente a produção artística porque acredita no poder da cultura para a transformação da sociedade e o fortalecimento da cidadania.

 

 

Somente em 2015 o Itaú Unibanco investiu cerca de R$ 192,5 milhões em projetos culturais. Destes, R$ 96,6 milhões, ou seja, cerca de 50% do total, foram investidos com recursos próprios do grupo.  Os 50% restantes, R$ 95,9 milhões, foram executados por meio da Lei Rouanet.

 

 

Entre os projetos que receberam recursos sem apoio da Lei Rouanet estão o festival Rock in Rio, as Salas Itaú de Cinema, e a maior parte dos investimentos destinados ao orçamento do Itaú Cultural, além das verbas direcionadas ao Auditório Ibirapuera, equipamento público da cidade de São Paulo mantido pelo banco desde 2011 – quando o Itaú Cultural assumiu a sua gestão, escolhido por meio de edital público da Prefeitura de São Paulo.

 

No caso do Itaú Cultural, instituto mantido pelo grupo Itaú Unibanco, há que se destacar que dos R$ 83,2 milhões do orçamento executado em 2015, R$ 68,5 milhões foram realizados com recursos do mantenedor e R$ 14,7 milhões por meio da Lei Rouanet. Como o instituto se utiliza do Artigo 26 do referido instrumento legal, que não permite 100% de isenção fiscal, cerca de R$ 6 milhões resultaram em abatimento fiscal efetivo no Imposto de Renda para o mantenedor da instituição. Esta parceria público-privada possibilita que todas as atividades realizadas no instituto sejam gratuitas, de shows musicais a curso de especialização, passando por exposições de artes visuais, programação infantil, espetáculos de teatro e dança, entre outros.

 

Os demais recursos do grupo Itaú Unibanco executados por meio da Lei Rouanet foram direcionados a 151 projetos culturais em dez estados do país. Entre eles estão algumas das instituições e  iniciativas mais relevantes da cena cultural brasileira, como projetos da Fundação Casa Grande-Memorial do Homem Kariri, no Crato, interior do Ceará e um documentário sobre os sítios arqueológicos na Serra da Capivara, no Piauí, a Mostra de Cinema de Ouro Preto e a de Tiradentes, leituras da Cooperifa no bar do Zé Batidão, no Capão Redondo (Zona Sul de São Paulo), a Flupp (Festa Literária das Periferias), ou o Cine-vagalume, mostra de filmes brasileiros em 25 cidades de Goiás e Mato Grosso.

Integram essa lista também, por exemplo, o Festival de música em Trancoso (BA), a Bienal do Livro, a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), a Bienal de São Paulo, o Festival  Internacional de Documentários – É Tudo Verdade, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre, a digitalização e restauro do acervo do urbanista Lúcio Costa, o Festival de Dança de Joinville, o Grupo Corpo, o MASP, a Pinacoteca do Estado, a OSESP, o musical Gonzagão, A Lenda, de João Falcão, em palcos montados ao ar livre em Exu (PE), São Luiz (MA), Teresina (PI), Mossoró (RN), Campina Grande (PB), Recife (PE), Salvador (BA) e Brasília (DF)

 

Para decidir a parceria dos recursos, há mais de seis anos o banco criou uma estrutura de governança para avaliação dos projetos culturais a serem financiados. O comitê reúne especialistas e lideranças do Itaú Cultural e do Itaú, que adotam critérios como relevância artístico-cultural e impacto na democratização do acesso às iniciativas para aprovar os investimentos do banco nos projetos.

 

O Banco Itaú também conta hoje com uma das maiores coleções corporativas de arte no mundo, com cerca de treze mil obras. Esse conjunto tem sido apresentado ao público por meio de exposições itinerantes no Brasil e no exterior organizadas pelo Itaú Cultural. Desde 2010, já passou por vinte cidades dos estados da Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e em seis países, entre eles Argentina, França e Uruguai. Mais de 1,5 milhão de espectadores foram alcançados por essa iniciativa. Tanto a constituição do acervo quanto as itinerâncias desta coleção são realizadas sem o incentivo da Lei Rouanet.

 

O Itaú acredita na cultura como meio para a construção de um pensamento crítico de uma nação e instrumento de promoção da cidadania, constituindo uma plataforma de transformação social estruturada e permanente. Todos os investimentos do banco neste segmento são norteados por critérios de interesse público, de fomento à arte e à cultura no país, de ampliação do acesso às atividades culturais entre os brasileiros e de preservação e difusão do patrimônio cultural e artístico do Brasil de modo a formar um legado perene.

2016 -  DESENVOLVIDO PELA CONTEÚDO COMUNICAÇÃO

O Itaú Unibanco tem uma longa tradição de apoio à arte e à cultura no Brasil. Seja por meio do Instituto Itaú Cultural, das Salas Itaú de Cinema, da construção da maior coleção corporativa de arte na América Latina e uma das maiores do mundo, atualmente com cerca de treze mil obras, ou por projetos de patrocínio em todo o país, apoia historicamente a produção artística porque acredita no poder da cultura para a transformação da sociedade e o fortalecimento da cidadania.

 

 

Somente em 2015 o Itaú Unibanco investiu cerca de R$ 192,5 milhões em projetos culturais. Destes, R$ 96,6 milhões, ou seja, cerca de 50% do total, foram investidos com recursos próprios do grupo.  Os 50% restantes, R$ 95,9 milhões, foram executados por meio da Lei Rouanet.

 

 

Entre os projetos que receberam recursos sem apoio da Lei Rouanet estão o festival Rock in Rio, as Salas Itaú de Cinema, e a maior parte dos investimentos destinados ao orçamento do Itaú Cultural, além das verbas direcionadas ao Auditório Ibirapuera, equipamento público da cidade de São Paulo mantido pelo banco desde 2011 – quando o Itaú Cultural assumiu a sua gestão, escolhido por meio de edital público da Prefeitura de São Paulo.

 

No caso do Itaú Cultural, instituto mantido pelo grupo Itaú Unibanco, há que se destacar que dos R$ 83,2 milhões do orçamento executado em 2015, R$ 68,5 milhões foram realizados com recursos do mantenedor e R$ 14,7 milhões por meio da Lei Rouanet. Como o instituto se utiliza do Artigo 26 do referido instrumento legal, que não permite 100% de isenção fiscal, cerca de R$ 6 milhões resultaram em abatimento fiscal efetivo no Imposto de Renda para o mantenedor da instituição. Esta parceria público-privada possibilita que todas as atividades realizadas no instituto sejam gratuitas, de shows musicais a curso de especialização, passando por exposições de artes visuais, programação infantil, espetáculos de teatro e dança, entre outros.

 

Os demais recursos do grupo Itaú Unibanco executados por meio da Lei Rouanet foram direcionados a 151 projetos culturais em dez estados do País. Entre eles estão algumas das instituições e  iniciativas mais relevantes da cena cultural brasileira, como projetos da Fundação Casa Grande-Memorial do Homem Kariri, no Crato, interior do Ceará e um documentário sobre os sítios arqueológicos na Serra da Capivara, no Piauí, a Mostra de Cinema de Ouro Preto e a de Tiradentes, leituras da Cooperifa no bar do Zé Batidão, no Capão Redondo (Zona Sul de São Paulo), a Flupp (Festa Literária das Periferias), ou o Cine-vagalume, mostra de filmes brasileiros em 25 cidades de Goiás e Mato Grosso.

 

Integram essa lista também, por exemplo, o Festival de música em Trancoso (BA), a Bienal do Livro, a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), a Bienal de São Paulo, o Festival  Internacional de Documentários – É Tudo Verdade, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre, a digitalização e restauro do acervo do urbanista Lúcio Costa, o Festival de Dança de Joinville, o Grupo Corpo, o MASP, a Pinacoteca do Estado, a OSESP, o musical Gonzagão, A Lenda, de João Falcão, em palcos montados ao ar livre em Exu (PE), São Luiz (MA), Teresina (PI), Mossoró (RN), Campina Grande (PB), Recife (PE), Salvador (BA) e Brasília (DF)

 

Para decidir a parceria dos recursos, há mais de seis anos o banco criou uma estrutura de governança para avaliação dos projetos culturais a serem financiados. O comitê reúne especialistas e lideranças do Itaú Cultural e do Itaú, que adotam critérios como relevância artístico-cultural e impacto na democratização do acesso às iniciativas para aprovar os investimentos do banco nos projetos.

 

O Banco Itaú também conta hoje com uma das maiores coleções corporativas de arte no mundo, com cerca de treze mil obras. Esse conjunto tem sido apresentado ao público por meio de exposições itinerantes no Brasil e no exterior organizadas pelo Itaú Cultural. Desde 2010, já passou por vinte cidades dos estados da Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e em seis países, entre eles Argentina, França e Uruguai. Mais de 1,5 milhão de espectadores foram alcançados por essa iniciativa. Tanto a constituição do acervo quanto as itinerâncias desta coleção são realizadas sem o incentivo da Lei Rouanet.

 

O Itaú acredita na cultura como meio para a construção de um pensamento crítico de uma nação e instrumento de promoção da cidadania, constituindo uma plataforma de transformação social estruturada e permanente. Todos os investimentos do banco neste segmento são norteados por critérios de interesse público, de fomento à arte e à cultura no país, de ampliação do acesso às atividades culturais entre os brasileiros e de preservação e difusão do patrimônio cultural e artístico do Brasil de modo a formar um legado perene.

 

 

2016 -  DESENVOLVIDO PELA CONTEÚDO COMUNICAÇÃO

O Itaú Unibanco e a cultura no Brasil_

O Itaú Unibanco tem uma longa tradição de apoio à arte e à cultura no Brasil. Seja por meio do Instituto Itaú Cultural, das Salas Itaú de Cinema, da construção da maior coleção corporativa de arte na América Latina e uma das maiores do mundo, atualmente com cerca de treze mil obras, ou por projetos de patrocínio em todo o país, apoia historicamente a produção artística porque acredita no poder da cultura para a transformação da sociedade e o fortalecimento da cidadania.

 

 

Somente em 2015 o Itaú Unibanco investiu cerca de R$ 192,5 milhões em projetos culturais. Destes, R$ 96,6 milhões, ou seja, cerca de 50% do total, foram investidos com recursos próprios do grupo.  Os 50% restantes, R$ 95,9 milhões, foram executados por meio da Lei Rouanet.

 

 

Entre os projetos que receberam recursos sem apoio da Lei Rouanet estão o festival Rock in Rio, as Salas Itaú de Cinema, e a maior parte dos investimentos destinados ao orçamento do Itaú Cultural, além das verbas direcionadas ao Auditório Ibirapuera, equipamento público da cidade de São Paulo mantido pelo banco desde 2011 – quando o Itaú Cultural assumiu a sua gestão, escolhido por meio de edital público da Prefeitura de São Paulo.

 

No caso do Itaú Cultural, instituto mantido pelo grupo Itaú Unibanco, há que se destacar que dos R$ 83,2 milhões do orçamento executado em 2015, R$ 68,5 milhões foram realizados com recursos do mantenedor e R$ 14,7 milhões por meio da Lei Rouanet. Como o instituto se utiliza do Artigo 26 do referido instrumento legal, que não permite 100% de isenção fiscal, cerca de R$ 6 milhões resultaram em abatimento fiscal efetivo no Imposto de Renda para o mantenedor da instituição. Esta parceria público-privada possibilita que todas as atividades realizadas no instituto sejam gratuitas, de shows musicais a curso de especialização, passando por exposições de artes visuais, programação infantil, espetáculos de teatro e dança, entre outros.

 

Os demais recursos do grupo Itaú Unibanco executados por meio da Lei Rouanet foram direcionados a 151 projetos culturais em dez estados do país. Entre eles estão algumas das instituições e  iniciativas mais relevantes da cena cultural brasileira, como projetos da Fundação Casa Grande-Memorial do Homem Kariri, no Crato, interior do Ceará e um documentário sobre os sítios arqueológicos na Serra da Capivara, no Piauí, a Mostra de Cinema de Ouro Preto e a de Tiradentes, leituras da Cooperifa no bar do Zé Batidão, no Capão Redondo (Zona Sul de São Paulo), a Flupp (Festa Literária das Periferias), ou o Cine-vagalume, mostra de filmes brasileiros em 25 cidades de Goiás e Mato Grosso.

 

Integram essa lista também, por exemplo, o Festival de música em Trancoso (BA), a Bienal do Livro, a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), a Bienal de São Paulo, o Festival  Internacional de Documentários – É Tudo Verdade, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre, a digitalização e restauro do acervo do urbanista Lúcio Costa, o Festival de Dança de Joinville, o Grupo Corpo, o MASP, a Pinacoteca do Estado, a OSESP, o musical Gonzagão, A Lenda, de João Falcão, em palcos montados ao ar livre em Exu (PE), São Luiz (MA), Teresina (PI), Mossoró (RN), Campina Grande (PB), Recife (PE), Salvador (BA) e Brasília (DF)

 

Para decidir a parceria dos recursos, há mais de seis anos o banco criou uma estrutura de governança para avaliação dos projetos culturais a serem financiados. O comitê reúne especialistas e lideranças do Itaú Cultural e do Itaú, que adotam critérios como relevância artístico-cultural e impacto na democratização do acesso às iniciativas para aprovar os investimentos do banco nos projetos.

 

O Banco Itaú também conta hoje com uma das maiores coleções corporativas de arte no mundo, com cerca de treze mil obras. Esse conjunto tem sido apresentado ao público por meio de exposições itinerantes no Brasil e no exterior organizadas pelo Itaú Cultural. Desde 2010, já passou por vinte cidades dos estados da Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e em seis países, entre eles Argentina, França e Uruguai. Mais de 1,5 milhão de espectadores foram alcançados por essa iniciativa. Tanto a constituição do acervo quanto as itinerâncias desta coleção são realizadas sem o incentivo da Lei Rouanet.

 

O Itaú acredita na cultura como meio para a construção de um pensamento crítico de uma nação e instrumento de promoção da cidadania, constituindo uma plataforma de transformação social estruturada e permanente. Todos os investimentos do banco neste segmento são norteados por critérios de interesse público, de fomento à arte e à cultura no país, de ampliação do acesso às atividades culturais entre os brasileiros e de preservação e difusão do patrimônio cultural e artístico do Brasil de modo a formar um legado perene.