Preservação e resgate da obra de brasileiros das mais diversas áreas de expressão artística_

Acreditando que cultura é um patrimônio de cada país que deve ser preservado e difundido, o Itaú Cultural também tem uma forte atuação no resgate da produção, história e processo de criação de importantes artistas da cultura brasileira, tanto em exposições como em realização de documentários. O instituto apoia, ainda, a catalogação e a digitalização de acervos como os dos artistas visuais Hélio Oiticica, Waldemar Cordeiro, Lygia Clark, Regina Silveira e Nuno Ramos, do músico Elomar Figueira Mello, da estilista Zuzu Angel, dos arquitetos Sergio Camargo e Oscar Niemeyer, do cenógrafo e também artista visual Flávio Império, da fotógrafa Claudia Andujar e outros brasileiros de todas as origens e segmentos artísticos, em um total de cerca de trinta nomes.

 

Um dos projetos nesse campo é o Ocupação, uma série de exposições idealizada para fomentar o diálogo da nova geração de artistas com os criadores que os influenciaram e ampliar o conhecimento do público sobre estas personalidades.  Desde a sua criação, esta iniciativa já revisitou o trabalho e a história de artistas como Nelson Leirner, Abraham Palatnik, Zé Celso, Paulo Leminski, Chico Science, Rogério Sganzerla, Regina Silveira, Haroldo de Campos, Angeli, Nelson Rodrigues, Antonio Nóbrega, Mário de Andrade, Nelson Pereira dos Santos, Sérgio Britto, Zuzu Angel,  Jards Macalé, Laerte, Aloisio Magalhães e grupo Giramundo. O Ocupação também já homenageou nomes como Elomar, Hilda Hilst, Dona Ivone Lara, João das Neves, Vilanova Artigas, Grupo Corpo, Glauco, Cartola e Abdias Nascimento.

 

Ainda no campo do resgate, o Itaú Cultural desenvolveu uma série de documentários sobre grandes nomes da cultura brasileira. Batizada Iconoclássicos, ela reúne os títulos Daquele Instante em Diante, sobre o músico Itamar

Assumpção, dirigido por Rogério Velloso; EVOÉ! Retrato de um Antropófago,

documentário sobre o dramaturgo Zé Celso, dirigido por Tadeu Jungle e Elaine Cesar; Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz, um retrato de Rogério Sganzerla sob o olhar de Joel Pizzini; Ex-Isto, livre adaptação de Catatau, de Paulo Leminski, por Cao Guimarães; e Assim É, se Lhe Parece, filme de Carla Gallo sobre Nelson Leirner. A série tem sido apresentada no Canal Curta! em uma parceria do instituto com esta emissora.

 

Todos esses filmes já foram apresentados gratuitamente ao público em salas do Espaço Itaú de Cinema em diferentes cidades do país. No mesmo espírito, em 2014 entrou em cartaz e itinerou por diversas cidades brasileiras o filme Ouvir o Rio: Uma Escultura Sonora de Cildo Meireles. O longa-metragem, dirigido por Marcela Lordy, é sobre a busca pelo som da água pelo artista visual que lhe dá nome. O instituto produziu, ainda, A Paixão de JL documentário sobre Leonilson dirigido por Carlos Nader, que tem percorrido festivais e colhido premiações importantes dentro e fora do Brasil. JARDS, de Eryk Rocha sobre Jards Macalé é outra produção do Itaú Cultural também com carreira bem-sucedida no cenário dos documentários.

 

Mais recentemente, em 2016 o programa Rumos Itaú Cultural também apoiou o projeto Olhar: Um Ato de Resistência,  que faz a digitalização de parte do acervo do diretor Andrea Tonacci. Antes inacessível, por ter sido feito em um suporte hoje obsoleto, o material reúne depoimentos de líderes indígenas de vários locais das Américas, colhidos pelo cineasta entre 1979 e 1980. O material será disponibilizado para pesquisadores na Cinemateca Brasileira.

2016 -  DESENVOLVIDO PELA CONTEÚDO COMUNICAÇÃO

Acreditando que cultura é um patrimônio de cada país que deve ser preservado e difundido, o Itaú Cultural também tem uma forte atuação no resgate da produção, história e processo de criação de importantes artistas da cultura brasileira, tanto em exposições como em realização de documentários. O instituto apoia, ainda, a catalogação e a digitalização de acervos como os dos artistas visuais Hélio Oiticica, Waldemar Cordeiro, Lygia Clark, Regina Silveira e Nuno Ramos, do músico Elomar Figueira Mello, da estilista Zuzu Angel, dos arquitetos Sergio Camargo e Oscar Niemeyer, do cenógrafo e também artista visual Flávio Império, da fotógrafa Claudia Andujar e outros brasileiros de todas as origens e segmentos artísticos, em um total de cerca de trinta nomes.

 

Um dos projetos nesse campo é o Ocupação, uma série de exposições idealizada para fomentar o diálogo da nova geração de artistas com os criadores que os influenciaram e ampliar o conhecimento do público sobre estas personalidades.  Desde a sua criação, esta iniciativa já revisitou o trabalho e a história de artistas como Nelson Leirner, Abraham Palatnik, Zé Celso, Paulo Leminski, Chico Science, Rogério Sganzerla, Regina Silveira, Haroldo de Campos, Angeli, Nelson Rodrigues, Antonio Nóbrega, Mário de Andrade, Nelson Pereira dos Santos, Sérgio Britto, Zuzu Angel,  Jards Macalé, Laerte, Aloisio Magalhães e grupo Giramundo. O Ocupação também já homenageou nomes como Elomar, Hilda Hilst, Dona Ivone Lara, João das Neves, Vilanova Artigas, Grupo Corpo, Glauco, Cartola e Abdias Nascimento.

 

Ainda no campo do resgate, o Itaú Cultural desenvolveu uma série de documentários sobre grandes nomes da cultura brasileira. Batizada Iconoclássicos, ela reúne os títulos Daquele Instante em Diante, sobre o músico Itamar Assumpção, dirigido por Rogério Velloso; EVOÉ! Retrato de um Antropófago,

documentário sobre o dramaturgo Zé Celso, dirigido por Tadeu Jungle e Elaine Cesar; Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz, um retrato de Rogério Sganzerla sob o olhar de Joel Pizzini; Ex-Isto, livre adaptação de Catatau, de Paulo Leminski, por Cao Guimarães; e Assim É, se Lhe Parece, filme de Carla Gallo sobre Nelson Leirner. A série tem sido apresentada no Canal Curta! em uma parceria do instituto com esta emissora.

 

Todos esses filmes já foram apresentados gratuitamente ao público em salas do Espaço Itaú de Cinema em diferentes cidades do país. No mesmo espírito, em 2014 entrou em cartaz e itinerou por diversas cidades brasileiras o filme Ouvir o Rio: Uma Escultura Sonora de Cildo Meireles. O longa-metragem, dirigido por Marcela Lordy, é sobre a busca pelo som da água pelo artista visual que lhe dá nome. O instituto produziu, ainda, A Paixão de JL documentário sobre Leonilson dirigido por Carlos Nader, que tem percorrido festivais e colhido premiações importantes dentro e fora do Brasil. JARDS, de Eryk Rocha sobre Jards Macalé é outra produção do Itaú Cultural também com carreira bem-sucedida no cenário dos documentários.

 

Mais recentemente, em 2016 o programa Rumos Itaú Cultural também apoiou o projeto Olhar: Um Ato de Resistência,  que faz a digitalização de parte do acervo do diretor Andrea Tonacci. Antes inacessível, por ter sido feito em um suporte hoje obsoleto, o material reúne depoimentos de líderes indígenas de vários locais das Américas, colhidos pelo cineasta entre 1979 e 1980. O material será disponibilizado para pesquisadores na Cinemateca Brasileira.

2016 -  DESENVOLVIDO PELA CONTEÚDO COMUNICAÇÃO

Preservação e resgate da obra de brasileiros das mais diversas áreas de expressão artística_

Acreditando que cultura é um patrimônio de cada país que deve ser preservado e difundido, o Itaú Cultural também tem uma forte atuação no resgate da produção, história e processo de criação de importantes artistas da cultura brasileira, tanto em exposições como em realização de documentários. O instituto apoia, ainda, a catalogação e a digitalização de acervos como os dos artistas visuais Hélio Oiticica, Waldemar Cordeiro, Lygia Clark, Regina Silveira e Nuno Ramos, do músico Elomar Figueira Mello, da estilista Zuzu Angel, dos arquitetos Sergio Camargo e Oscar Niemeyer, do cenógrafo e também artista visual Flávio Império, da fotógrafa Claudia Andujar e outros brasileiros de todas as origens e segmentos artísticos, em um total de cerca de trinta nomes.

 

Um dos projetos nesse campo é o Ocupação, uma série de exposições idealizada para fomentar o diálogo da nova geração de artistas com os criadores que os influenciaram e ampliar o conhecimento do público sobre estas personalidades.  Desde a sua criação, esta iniciativa já revisitou o trabalho e a história de artistas como Nelson Leirner, Abraham Palatnik, Zé Celso, Paulo Leminski, Chico Science, Rogério Sganzerla, Regina Silveira, Haroldo de Campos, Angeli, Nelson Rodrigues, Antonio Nóbrega, Mário de Andrade, Nelson Pereira dos Santos, Sérgio Britto, Zuzu Angel,  Jards Macalé, Laerte, Aloisio Magalhães e grupo Giramundo. O Ocupação também já homenageou nomes como Elomar, Hilda Hilst, Dona Ivone Lara, João das Neves, Vilanova Artigas, Grupo Corpo, Glauco, Cartola e Abdias Nascimento.

 

Ainda no campo do resgate, o Itaú Cultural desenvolveu uma série de documentários sobre grandes nomes da cultura brasileira. Batizada Iconoclássicos, ela reúne os títulos Daquele Instante em Diante, sobre o músico Itamar Assumpção, dirigido por Rogério Velloso; EVOÉ! Retrato de um Antropófago,

documentário sobre o dramaturgo Zé Celso, dirigido por Tadeu Jungle e Elaine Cesar; Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz, um retrato de Rogério Sganzerla sob o olhar de Joel Pizzini; Ex-Isto, livre adaptação de Catatau, de Paulo Leminski, por Cao Guimarães; e Assim É, se Lhe Parece, filme de Carla Gallo sobre Nelson Leirner. A série tem sido apresentada no Canal Curta! em uma parceria do instituto com esta emissora.

 

Todos esses filmes já foram apresentados gratuitamente ao público em salas do Espaço Itaú de Cinema em diferentes cidades do país. No mesmo espírito, em 2014 entrou em cartaz e itinerou por diversas cidades brasileiras o filme Ouvir o Rio: Uma Escultura Sonora de Cildo Meireles. O longa-metragem, dirigido por Marcela Lordy, é sobre a busca pelo som da água pelo artista visual que lhe dá nome. O instituto produziu, ainda, A Paixão de JL documentário sobre Leonilson dirigido por Carlos Nader, que tem percorrido festivais e colhido premiações importantes dentro e fora do Brasil. JARDS, de Eryk Rocha sobre Jards Macalé é outra produção do Itaú Cultural também com carreira bem-sucedida no cenário dos documentários.

 

Mais recentemente, em 2016 o programa Rumos Itaú Cultural também apoiou o projeto Olhar: Um Ato de Resistência,  que faz a digitalização de parte do acervo do diretor Andrea Tonacci. Antes inacessível, por ter sido feito em um suporte hoje obsoleto, o material reúne depoimentos de líderes indígenas de vários locais das Américas, colhidos pelo cineasta entre 1979 e 1980. O material será disponibilizado para pesquisadores na Cinemateca Brasileira.