O artigo "Não brancos, não héteros, não homens. Não me vejo, mas existo: a sub-representação das minorias na arte brasileira" de autoria da professora e pesquisadora Renata Felinto problematiza a ausência de diversidade em acervos e coleções de artes visuais. Segundo ela, esses recortes se pretendem detentores de obras que tratam da humanidade de uma forma geral; entretanto, é evidente um foco na figura masculina, na descendência branca e europeia e na orientação heteronormativa. O texto questiona esse discurso universalizante e se pergunta: a quem ele atende?

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Renata Felinto estuda, há 20 anos, as intersecções entre arte, feminino/feminismo e identidade afrodescendente. Professora de teoria da arte da Universidade Regional do Cariri (CE), é doutora e mestra em artes visuais pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), bacharel em artes plásticas pela mesma instituição, licenciada em artes plásticas pelo Centro Belas Artes (SP) e especialista em curadoria e educação em museus de arte pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP). Compõe o conselho editorial da revista O Menelick 2º Ato, que enfoca a produção artística da diáspora africana, e foi coordenadora do núcleo de educação do Museu Afro Brasil.