0 texto

A expressão “livro de artista” pode ser usada para nomear várias produções: uma publicação cujo design gráfico foi projetado por um artista; um álbum de obras de artes visuais; um produto impresso para o qual são feitas ilustrações exclusivas; um livro conceitual, que se propõe a renovar o uso comum desse suporte. A exposição Narrativas em Processo: Livros de Artista na Coleção Itaú Cultural exibe 150 anos da criação brasileira nesse campo. De 27 de março a 24 de junho, a mostra é exibida no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.

Com curadoria de Felipe Scovino, Narrativas em Processo reúne obras do acervo de arte do Itaú Unibanco e já foi apresentada em São Paulo, no Itaú Cultural, e em Ribeirão Preto, no Instituto Figueiredo Ferraz. Nesta itinerância ao Museu Oscar Niemeyer, além dos trabalhos expostos anteriormente, recebe novas obras.

O acervo de obras de arte do Itaú Unibanco foi iniciado há aproximadamente cem anos pelos fundadores do Itaú. Soma mais de 15 mil pinturas, gravuras, esculturas, fotografias, instalações, livros raros, moedas e medalhas. É o maior acervo artístico de uma companhia privada na América Latina e recobre toda a história da arte brasileira. A Coleção Itaú Cultural, com cerca de 3.600 itens, é parte dele.

No Itaú Cultural, o Espaço Olavo Setubal exibe permanentemente parte desse acervo.

Narrativas em Processo: Livros de Artista na Coleção Itaú Cultural em Curitiba

abertura
terça 27 de março de 2018
às 19h

visitação
até 24 de junho de 2018
terça a domingo
das 10h às 18h

ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada) – venda até as 17h30 na bilheteria do museu
Entrada franca às quartas e sob condições específicas (confira)

[livre para todos os públicos]

 

Museu Oscar Niemeyer – sala 1 | Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba PR | fone: 41 3350 4400 | www.museuoscarniemeyer.org.br

Veja também
Highlight large jean michel basquiat  1985   lizzie himmel

SAMO © tudo a mesma merda

Tivemos o privilégio de ver e vivenciar explosões de vida, cores, texturas e textos pulsantes de Jean-Michel Basquiat. Reconhecemos, em alguns aspectos ainda vivemos a “mesma merda de sempre”