O documentário toma a obra cinética "Polivolume: Conexão Livre", da artista Mary Vieira, para tratar das relações entre espaço e tempo. O fio condutor é o tempo de percepção da obra de arte no espaço público em contraposição ao tempo de percepção de um objeto na web. A experimentação está na construção de uma narrativa não-linear, poética e não-cronológica da obra e na apropriação da linguagem visual da internet para a construção das imagens.