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Brechas Urbanas – A Identidade das Cidades

Alessandra Orofino, Guilherme Wisnik e Tuca Vieira (Foto: divulgação | Tuca Vieira | Tuca Vieira)

Depois de abrir o ano com uma edição especial realizada no Auditório Ibirapuera, o Brechas Urbanas volta para a sede do Itaú Cultural no dia 23 de fevereiro, às 20h. Marcando a estreia do novo mediador da série – o jornalista Bruno Torturra –, o encontro conta com a participação da ativista urbana Alessandra Orofino, do arquiteto Guilherme Wisnik e do fotógrafo Tuca Vieira.

Podemos dizer que uma cidade tem uma identidade própria? Pode-se atribuir uma “personalidade” a um espaço que abriga diferentes grupos de pessoas? Ponto de partida da conversa, essas questões se tornam ainda mais complexas quando levamos em consideração o fato de que a cidade é um espaço que não para de se transformar – seja de maneira planejada, seja em decorrência dos efeitos do tempo ou de outras dinâmicas que fogem ao nosso controle.

Transformar a cidade – de forma que ela reflita os ideais, os sonhos e os anseios de seus habitantes – é justamente o objetivo do Meu Rio, rede de mobilização criada pela economista carioca Alessandra Orofino. Incentivando a população a participar ativamente da vida política da cidade, a iniciativa foi bolada na época em que o Brasil era eleito para receber a Copa do Mundo de 2014 e Rio de Janeiro se candidatava para sediar as Olimpíadas de 2016 – eventos que abrem caminho para que a cidade se transforme, apressadamente, em algo que nem sempre atende às demandas da maioria.

Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP), o arquiteto paulista Guilherme Wisnik transita entre o universo das questões urbanas e o da arte – os dois universos que caracterizam os encontros do Brechas Urbanas. Ensaísta e autor de livros como Estado Crítico: À Deriva nas Cidades (Publifolha, 2009), já atuou como curador da 10ª Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013) e de exposições como a Ocupação Cildo Meireles, realizada pelo Itaú Cultural em 2011.

O fotografo Tuca Vieira, por fim, é autor de um ousado projeto chamado Atlas Fotográfico da Cidade de São Paulo e seus Arredores (2016). Ao longo de dois anos, o artista se propôs a fazer um retrato da capital paulista, e o resultado foi uma série de 203 imagens – feitas com base no guia de ruas da cidade. “Qual é a verdadeira cara de São Paulo? Quais os seus limites? Será possível figurar na mente uma imagem qualquer dessa massa informe e tentacular que desafia, por sua escala e complexidade, qualquer esforço de cognição humana?”, questiona o texto de apresentação do trabalho, assinado por Wisnik e publicado no site oficial do fotógrafo.

O evento será transmitido ao vivo pelo site do Itaú Cultural.

Brechas Urbanas – A Identidade das Cidades
quinta 23 de fevereiro de 2017
às 20h

Sala Multiúso (piso 2) – 100 lugares
[duração aproximada: 90 minutos]

Entrada gratuita

distribuição de ingressos
público preferencial: duas horas antes do evento
público não preferencial: uma hora antes do evento

 

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    • /Brechas Urbanas – A Identidade das Cidades

      Quinta-Feira - 20:00

      Depois de abrir o ano com uma edição especial realizada no Auditório Ibirapuera, o Brechas Urbanas volta para a sede do Itaú Cultural no dia 23 de fevereiro, às 20h. Marcando a estreia do novo mediador da série – o jornalista Bruno Torturra –, o encontro conta com a participação da ativista urbana Alessandra Orofino, do arquiteto Guilherme Wisnik e do fotógrafo Tuca Vieira.

      Sala Multiúso (piso 2) – 100 lugares
      [duração aproximada: 90 minutos]

      Entrada gratuita

      distribuição de ingressos
      público preferencial: duas horas antes do evento
      público não preferencial: uma hora antes do evento