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Brechas Urbanas

Evento discute como a cultura pode revitalizar comunidades

A cultura pode revitalizar comunidades? No Brechas Urbanas de março, estão em foco projetos que mudam a realidade das suas cidades por meio do fomento e da circulação de ações educacionais e artísticas e da formação de pessoas engajadas na construção da identidade e na transformação do espaço urbano.

Transmitido ao vivo aqui pelo site, o debate ocorre no dia 23, às 20h, com mediação do jornalista Bruno Torturra e participação da psicopedagoga Dagmar Rivieri, a Tia Dag, responsável pela Casa do Zezinho, instituição que atende crianças e jovens de 6 a 21 anos em situação de vulnerabilidade social; Eliana Sousa Silva, coordenadora da Redes de Desenvolvimento da Maré; e Janaína Melo, gerente de educação e da Escola do Olhar do Museu de Arte do Rio (MAR).

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Dagmar Rivieri fundou a Casa do Zezinho em 1994, a partir de experiências com crianças refugiadas já na década de 1970. Inspirada no filósofo e pedagogo Paulo Freire (1921-1997), desenvolveu a Pedagogia do Arco-Íris, que busca prover os alunos de autonomia de pensamento e ação. Confira um minidocumentário sobre a instituição, com falas de Dagmar, do cofundador Saulo Garroux e do professor e ex-aluno da entidade Marcos Lopes. Veja também esta entrevista com Tia Dag.

Além da atuação na Redes de Desenvolvimento da Maré, Eliana Sousa Silva compõe o Observatório de Favelas, organização de pesquisa e consultoria sobre espaços populares. É formada em letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – instituição em que é diretora da Divisão de Integração Universidade Comunidade, da Pró-Reitoria de Extensão –, mestre em educação e doutora em serviço social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Parte da sua trajetória é contada em Testemunhos da Maré (2002), livro disponível on-line que resultou de uma tese de doutorado em serviço social.

Janaína Melo é graduada em história pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pós-graduada em pesquisa e ensino de arte contemporânea pela Escola Guignard. Por meio do Museu de Arte do Rio, atua no sentido de uma “conversação com a territorialidade” – isto é, um diálogo e um trabalho conjunto com os moradores do entorno do museu, em especial aqueles do Morro da Conceição. Em particular, a Escola do Olhar oferece formação aos professores e mediadores.

Janaína participou da mesa Mediação, Formação e Educação, do evento Pensamentos e Ações – Seminário Internacional de Cultura e Formação, realizado em 2012 no Itaú Cultural. Veja aqui. Assista também a uma entrevista sobre a atuação dela como assistente curatorial do Rumos Artes Visuais 2008-2009.

Brechas Urbanas
quinta 23 de março de 2017
às 20h

[livre para todos os públicos]
[duração aproximada: 90 minutos]
Sala Multiúso (piso 2) – 100 lugares

distribuição de ingressos
público preferencial: duas horas antes do espetáculo, com direito a um acompanhante
público não preferencial: uma hora antes do espetáculo, um ingresso por pessoa

Entrada gratuita

Acessível em Libras
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    • /Transmissão ao Vivo

      Quinta-Feira - 20:00