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Cidade Gráfica

Fernanda Goulart desenvolveu uma fonte a partir desse tipo de padrão gráfico vazado (Foto: Fernanda Goulart)

As relações poéticas e críticas entre o design gráfico e as questões urbanas são o tema da mostra Cidade Gráfica, em cartaz no Itaú Cultural, em São Paulo, de 20 de novembro a 4 de janeiro. Com curadoria dos designers Celso Longo, Daniel Trench e Elaine Ramos, a exposição reúne projetos gráficos (livros, cartazes, fontes), pesquisas acadêmicas e obras na fronteira entre design e artes visuais. Além disso, no dia 26 de novembro, às 20h, ocorre um debate sobre a temática da mostra, com participação dos curadores e do também designer João de Souza Leite.

>> Roda de conversa: A mobilidade urbana pode ser mediadora ou influenciar a experiência na cidade? 

Os trabalhos expostos foram selecionados de dois modos. Em um primeiro momento, os curadores investigaram a produção no campo do design gráfico em viagens a capitais brasileiras e por contatos com suas redes. Em seguida, foi realizada uma chamada aberta de projetos, para conseguir um mapeamento mais abrangente. O resultado das seleções é apresentado sem distinções no espaço expositivo.

De acordo com os curadores, Cidade Gráfica se distingue de uma exposição típica de design inicialmente porque não apresenta trabalhos que criam soluções para um cliente específico –eles nascem das demandas urbanas e de uma interpretação sobre as linguagens e as rotinas da cidade.

A exposição também foge a definições rígidas do design gráfico, que aparece em simbiose com a dança, as artes visuais, a performance e a fotografia.

Veja na aba Vídeos entrevista com os curadores. Abaixo, confira a lista de artistas participantes.

Cidade Gráfica
quinta 20 de novembro a domingo 4 de janeiro de 2015
terça a sexta 9h às 20h [permanência até as 20h30]
sábado, domingo e feriado 11h às 20h
Piso 1 e -1
Classificação: livre para todos os públicos

Andrés Sandoval

Andrés Sandoval é artista gráfico. Formado em arquitetura, desde 2006 ilustra a seção Esquina da revista Piauí. Também cria estampas para marcas como L’Occitane, Coca-Cola, Melissa e Neon. Seus desenhos foram publicados pelas editoras Companhia das Letras, Cosac Naify e Planeta Tangerina e pela revista The New Yorker, entre outras.

Angela Detanico e Rafael Lain

A linguista Angela Detanico e o tipógrafo Rafael Lain, ambos de Caxias do Sul (RS), trabalham com temas relacionados a escrita, leitura e tradução. Suas criações abordam a representação do tempo e do espaço, cruzando poesia, som e imagem. Os artistas vivem em Paris e têm obras traduzidas para diferentes idiomas e expostas em diversos países, como Portugal e Japão. Em 2004, receberam o Prêmio Nam June Paik e representaram o Brasil na Bienal de Veneza em 2007.

Augusto Sampaio

Artista plástico e educador, Augusto é formado em arquitetura e pós-graduado em cinema, vídeo e fotografia. Participa de exposições no Brasil e no exterior e realiza interferências urbanas e projetos colaborativos em diversas cidades brasileiras. Ministra oficinas de artes visuais e, desde 2008, orienta as atividades da Ação Educativa Extramuros da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Bruna Canepa e Ciro Miguel

Bruna e Ciro são jovens arquitetos e fundaram o estúdio Miniatura em 2011. A dupla participou de exposições individuais no Studio-X Rio (Columbia University), no Rio de Janeiro, e na Galeria Aurora, em São Paulo. Miniatura foi selecionado para participar da X Bienal de Arquitetura de São Paulo e do OfficeUS, na Bienal de Arquitetura de Veneza. Eles contribuem frequentemente para publicações sobre arquitetura no Brasil e no exterior.

Cao Guimarães

Cao Guimarães é cineasta e artista plástico. Suas obras estão expostas em coleções prestigiadas, como Tate Modern (Reino Unido), MoMA (EUA), Museu Guggenheim (EUA), Fondation Cartier (França), Colección Jumex (México), Inhotim (Brasil) e Museu Thyssen-Bornemisza (Espanha). Participou de importantes exposições no Brasil e no exterior e realizou nove longas-metragens selecionados para festivais internacionais como Cannes, Locarno, Sundance, Veneza, Berlim e Roterdã.

Coletivo Garapa

Fundado em 2008 pelos jornalistas e fotógrafos Leo Caobelli, Paulo Fehlauer e Rodrigo Marcondes, Garapa é um espaço de criação coletiva que objetiva conceber e produzir narrativas visuais com múltiplos formatos. Utilizando a imagem e a linguagem documental como campos híbridos de atuação, o coletivo explora diferentes potencialidades na construção de narrativas e nos modos de produção e distribuição.

Coletivo Oitentaedois

Fundado em 2011, oitentaedois é um coletivo de arquitetos e designers recém-formados. Ao todo, são sete membros e um colaborador, com experiências em escritórios como Metro Arquitetos, Pascali Semerdjian Arquitetos, Pingado Sociedade Ilustrativa, Vicente Gil Arquitetura e Design, Fundação Bienal de São Paulo, Irmãos Campana, Nu Design e Tangerina Entretenimento.

Comum

Comum é artista urbano. Desenvolvendo pesquisas de linguagem com elementos como estêncil, lambe-lambe, pichação e rap, atua nas ruas de Belo Horizonte desde 2006. Suas obras dialogam com a realidade da cidade, buscando se posicionar de maneira crítica tanto na forma como no conteúdo.

Daniel Escobar

Graduado em artes visuais, Daniel pesquisa as paisagens do desejo criadas pelo consumo e pelo entretenimento e realiza a apropriação de objetos ou símbolos ordinários e cotidianos próprios ao mundo urbano. Participou de diversas exposições no Brasil e no exterior, conquistou bolsas e premiações de destaque e realizou exposição individual internacional na RH Gallery, em Nova York. Possui obras em acervos públicos e privados nacionais e internacionais.

Eduardo Foresti

Eduardo é formado em arquitetura e pós-graduado em design gráfico, com o que atua desde 1993. Trabalhou em escritórios de design e em agências de propaganda. Atualmente, desenvolve projetos no Foresti Design, seu próprio estúdio.

Damião Santana, Fátima Finizola e Solange Coutinho

Fátima, designer gráfica e pesquisadora, e Damião, designer da informação, são sócios no estúdio Corisco Design. Os dois desenvolvem o projeto colaborativo Crimes Tipográficos e são autores de diversos livros sobre design. Solange é designer, pesquisadora e professora do departamento de design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Fernanda Goulart

Artista, designer e professora adjunta na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Fernanda é formada em artes visuais, mestra em comunicação social e doutora em arquitetura e urbanismo. De sua trajetória artística, destacam-se a exposição individual Nada que Você Não Queira, na Galeria de Arte da Cemig, o vídeo Alugo-Me, no 15º Festival Internacional de Arte Eletrônica Videobrasil, e a obra Para Entender a Arte.

Fernanda Martins

Fernanda é designer gráfica desde 1978 e atua nas áreas de identidade visual, editorial e tipografia institucional. Formada em artes plásticas, cursou pós-graduação em design gráfico e tipografia, tem especialização em semiótica e cultura visual, é professora universitária e diretora da Mapinguari Design. Participa de comissões julgadoras de concursos, é conselheira da Associação dos Designers Gráficos (ADG Brasil) e autora do livro Bembo: Quando uma Parceria Dá Certo.

François Chastanet

François é arquiteto, designer gráfico e tipografista. É cofundador do estúdio TypoMorpho, em Bordéus (França). É professor de design gráfico e tipografia no departamento de design gráfico do Instituto Superior de Artes de Toulouse (ISDAT) e escreve sobre epigrafia contemporânea, com especial interesse em comunicação visual de culturas urbanas.

Frente 3 de Fevereiro

Frente 3 de Fevereiro é um grupo transdisciplinar de pesquisa e ação direta sobre o racismo na sociedade brasileira. Cria novas leituras e realiza ações diretas acerca dos dados que envolvem as questões raciais. Associa o legado artístico de gerações que pensaram maneiras de interagir com o espaço urbano à luta e resistência históricas da cultura afro-brasileira.

GIA (Grupo de Interferência Ambiental)

Grupo formado por artistas visuais, designers, arte-educadores e músicos que têm em comum, além da amizade, a admiração pelas linguagens artísticas contemporâneas e suas pluralidades, especificamente no que diz respeito à arte e ao espaço público. Suas práticas têm como fonte a arte conceitual e algumas características de seus trabalhos gráficos são a aleatoriedade e o humor.

Gilberto Tomé

Artista visual, Gilberto é formado em arquitetura e urbanismo. Trabalhou na Oficina das Artes do Livro, dirigida pelo artista plástico Otávio Roth, no ateliê de gravura do Sesc Pompeia, coordenado por Evandro Carlos Jardim e no Ateliê Amarelo, com Maria Bonomi. Participou da 4ª Bienal de Gravura de Santo André e de diversas exposições. Atualmente, dedica-se à ilustração de livros.

Guilherme Luigi

Designer gráfico com mestrado em design de produto, a carreira de Guilherme tem como foco a área cultural. Participou da 10a bienal da Associação dos Designers Gráficos (ADG) e integrou a exposição El Millor Disseny de l’Any, em Barcelona (Espanha). Atualmente, desenvolve pesquisa sobre a paisagem gráfica pernambucana.

Guilherme Maranhão

Guilherme é bacharel em fotografia. Cria imagens sobre ciclos de vida, com suas imperfeições, ruídos, interferências e ocasionalidade. Sua pesquisa imagética busca alterações no processo de formação das imagens técnicas e subversões das ferramentas produzidas.

Gustavo Piqueira

À frente da Casa Rex, estúdio com bases em São Paulo e Londres, Gustavo é um dos mais premiados designers gráficos do país, com mais de 250 prêmios internacionais. Sua área de atuação abrange desde extensos projetos globais para marcas de consumo, projetos editoriais e experimentais até ilustrações para livros infantis e criação de famílias tipográficas. Publicou 14 livros de sua autoria.

Hélvio Romero

Formado em cinema, Hélvio é repórter fotográfico há mais de 25 anos, com passagens pelo Diário Popular, Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde. Realizou diversos trabalhos para agências de notícias e empresas. Paralelamente, dedica-se a um projeto de fotografia, arquitetura e urbanismo.

Josivan Rodrigues

Josivan é pernambucano, formou-se em design e atua como fotógrafo independente. Utiliza a linguagem fotográfica para estimular a reflexão sobre a cidade e o meio ambiente urbano. Seu trabalho está voltado para a documentação da paisagem construída e dos atores que participam desses espaços.

Lucia Mindlin Loeb

Lucia, formada em design gráfico, trabalha com fotografia desde 1991. Participou de exposições individuais e coletivas em importantes museus, galerias e centros culturais. Recebeu o Prêmio Estímulo de Fotografia da Secretaria do Estado de São Paulo em 1993 e foi indicada ao Prêmio Investidor Profissional de Arte (PIPA) em 2012, a mais relevante premiação brasileira sobre artes visuais.

Marcelo Drummond

Marcelo é artista gráfico, doutor em artes visuais e professor de artes gráficas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É membro-fundador do Laboratório PIRACEMA de Design e pesquisador do Grupo GRAMMA − Ateliê, Reflexão e Memória das Artes Gráficas. Também participa do Núcleo de Estudos da Cultura do Impresso (Neci). Participou de várias exposições e mostras no Brasil e no exterior. Ganhou prêmios importantes, como Bienal Ibero-Americana e Jabuti.

Marcelo Zocchio e Mariana Bernd

Formada em desenho industrial, Mariana é professora e mestra em design e arquitetura. Tem clientes como Trip Editora, Cosac Naify, Cobogó e Sesc. Marcelo é engenheiro civil e atua com fotografia, design e marcenaria. Participa de exposições coletivas e individuais e possui obras em coleções públicas e particulares. É autor de dois livros e tem trabalhos de fotografia premiados.

Marina Camargo

Marina fez graduação e mestrado em artes visuais e trabalha com fotografia, desenho, vídeo e outras mídias. Tem como questão central de sua produção a representação do mundo deslocada de sua origem. Participou de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, ganhou prêmios e recebeu bolsas para estudar fora do país. Recentemente, publicou o livro Como se Faz um Deserto, com base em pesquisa sobre os sertões do Brasil.

Mirella Marino

Mirella é artista plástica, participou de exposições coletivas e individuais no país e recebeu o Prêmio Estímulo CPFL pelo trabalho realizado no Museu de Arte de Ribeirão Preto (SP). Interessa-se pelas estruturas geométricas encontradas em seus trajetos pela cidade e incorpora essas imagens ao seu trabalho.

Opavivará!

Opavivará! é um coletivo de arte do Rio de Janeiro. Desde sua criação, em 2005, participa no panorama da arte contemporânea do Brasil. Sua proposta é realizar experiências poéticas coletivas interativas para gerar fluxos de arte e poesia e promover a desconstrução temporária das estruturas de poder.

Piseagrama

Piseagrama é uma plataforma editorial dedicada à investigação de espaços públicos existentes, urgentes e imaginários. Promove ações, projetos e encontros de interesse público, como o debate Ônibus sem Catraca, a discussão sobre transporte público Tarifa Zero e a coordenação editorial do livro Escavar o Futuro.

Poro

Poro é formado pela dupla de artistas Brígida Campbell e Marcelo Terça-Nada!. Desde 2002, atua com intervenções urbanas e ações efêmeras cujo objetivo é levantar questões sobre os problemas das cidades por meio de uma ocupação poética e crítica dos espaços.

Olivia Ferreira e Pedro Garavaglia (Estúdio Radiográfico)

Olivia e Pedro são fundadores do estúdio Radiográfico, escritório de design que atua em diversas áreas da comunicação visual. Entre seus clientes estão TV Globo, Conspiração, TV Zero, Futura e Esporte Interativo. Atualmente, desenvolve a segunda temporada de Tem Criança na Cozinha, do Gloob. Foi responsável pela comunicação visual dos premiados longas-metragens Educação Sentimental, de Júlio Bressane, e Exilados do Vulcão, de Paula Gaitán.

Renata Marquez e Wellington Cançado

Renata é doutora em geografia e professora de análise crítica da arte na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Foi curadora do Museu de Arte da Pampulha, onde organizou a coleção de livros do Projeto Arte Contemporânea. Wellington é arquiteto e professor de design e arquitetura na UFMG. Juntos, coorganizaram os livros Espaços Colaterais, Atlas Ambulante e Escavar o Futuro, entre outros. São editores da revista Piseagrama.

Ricardo Portilho

Ricardo é graduado em comunicação social e em desenho industrial e pós-graduado em design pelo Sandberg Instituut, em Amsterdã (Holanda). Desenvolve projetos que utilizam a linguagem do design gráfico em diferentes mídias e contextos. Pesquisa as interfaces entre o design gráfico e a arte contemporânea. Atua como professor e orientador acadêmico de projetos em design gráfico e artes visuais. É membro da diretoria da ADG Brasil.

Tania Grillo e Clara Meliande

Tania formou-se em design gráfico e tem mestrado em visual language of performance. Com interesse em narrativas visuais e no texto como linguagem e matéria gráfica, cria projetos que exploram esses elementos por diferentes meios, convidando o outro à participação. Atua na área de cultura e realiza projetos relacionados à prática e ao ensino do design.

Clara é formada em comunicação visual e tem mestrado em design, teoria e crítica. Pesquisa estratégias de projeto criadas para exposições e suas relações com as características específicas do conteúdo e do espaço. Participa de projetos coletivos multidisciplinares voltados para edição, educação, curadoria e crítica de design.

Thyago Nogueira

Thyago é fotógrafo e editor da revista ZUM, do Instituto Moreira Salles, onde dirige a área de fotografia contemporânea. É autor de quatro livros fotográficos independentes: São Francisco, Japão, EstéreoBrasília e Tietê. Fez a curadoria das exposições São Paulo (2014), de Mauro Restiffe, e Brasília, de Jorge Bodanzky. Coorganizou o livro Por trás Daquela Foto (Companhia das Letras) e é membro do conselho do Photobook Museum de Colônia (Alemanha).

Vitor Cesar Junior

As propostas do arquiteto Vitor procuram constituir noções de público por meio de dinâmicas da vida cotidiana com exposições, trabalhos gráficos, debates e outros formatos. Mestre em poéticas visuais, coorganizou o projeto Arte e Esfera Pública e trabalha no projeto Basemóvel. Realizou exposições no Brasil e no exterior, entre outros trabalhos.

  • 26
    • /Mesa de Debate

      Quarta-Feira - 20:00

      Sala Itaú Cultural – 249 lugares Classificação Indicativa: livre para todos os públicos Entrada franca – ingressos distribuídos com 30 minutos de antecedência

    • Participantes

      • Celso Longo

        Integra, com os designers Daniel Trench e Elaine Ramos, a curadoria da mostra Cidade Gráfica. Arquiteto e mestre em design e arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo (FAU/USP), mantém um estúdio de design com Daniel Trench no qual desenvolve projetos para instituições e atividades culturais. Em 2013, tornou-se membro da Alliance Graphique Internationale (AGI). É professor nas áreas de Projeto e História do Design na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e autor do livro Design Total – Cauduro Martino.

      • Elaine Ramos

        Integra, com os designers Celso Longo e Daniel Trench, a curadoria da mostra Cidade Gráfica. Formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP), é diretora de arte da editora Cosac Naify desde 2004, onde projetou mais de uma centena de livros. Alguns desses projetos receberam vários prêmios e participaram de exposições no Brasil e no exterior. Elaine coordena também a edição de títulos sobre design e, entre 2008 e 2011, dedicou-se, com Chico Homem de Melo, a uma pesquisa sobre o design brasileiro que resultou na publicação Linha do Tempo do Design Gráfico no Brasil – um volume que reúne mais de 1.600 imagens e traça um panorama inédito da produção nacional. Paralelamente à atividade na editora, em 2008 desenvolveu, com Daniel Trench e a também designer Flávia Castanheira, a identidade visual e o projeto das publicações da 28ª Bienal Internacional de São Paulo. Em 2010 lecionou no curso de design editorial da pós-graduação lato sensu do Senac e em 2013 coordenou a 22ª edição do concurso de cartazes do Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira. Em 2013, tornou-se membro da Alliance Graphique Internationale (AGI).

      • Daniel Trench

        Integra, com os designers Celso Longo e Elaine Ramos, a curadoria da mostra Cidade Gráfica. Bacharel em artes plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap) e mestre em poéticas visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), mantém, com Celso Longo, um estúdio onde desenvolve projetos voltados ao universo da cultura. Em 2013, tornou-se membro da Alliance Graphique Internationale (AGI). É professor de design visual na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

      • João de Souza Leite

        É designer formado pela Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi). Iniciou sua vida profissional em 1966, como assistente do gestor cultural, artista visual e designer Aloisio Magalhães. Entre seus projetos, estão a identidade visual do Jockey Club Brasileiro e a do Banco Central do Brasil. Realizou inúmeros projetos na área editorial e foi consultor da Casa da Moeda, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Presidência da República. Entre suas publicações, está Design: entre o Saber e a Gramática, premiado pelo Museu da Casa Brasileira (MCB) em 2003. Pesquisou e organizou A Herança do Olhar: o Design de Aloisio Magalhães, também premiado pelo MCB em 2004. Em 2005, fez a curadoria de Design’20: Formas do Olhar, em Porto Alegre, e O Outro Sentido do Moderno: Aloisio Magalhães e o Design Brasileiro, no Rio de Janeiro. Atualmente é professor na Esdi e desenvolve estudos e análises sobre as relações entre design e sociedade no Brasil. Foi curador da Ocupação Aloisio Magalhães, no Itaú Cultural.