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Navegando pela Enciclopédia: Pixinguinha

O conjunto de choro Galo Preto fecha o ciclo em homenagem a Pixinguinha (Foto: Pat Duarte)

Conversar sobre a obra de grandes artistas brasileiros, em diálogo com o acervo da Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras, é a proposta do Navegando pela Enciclopédia, projeto que estreia neste mês de abril homenageando o compositor, instrumentista, arranjador e maestro Alfredo da Rocha Vianna Filho, o Pixinguinha (1897-1973), cuja obra é essencial na história da música do país.

A programação acontece no Itaú Cultural, em São Paulo. No dia 20, o jornalista e crítico musical Tárik de Souza fala sobre Pixinguinha, explorando verbetes da enciclopédia. No dia 21, apresentam-se grupos de alunos formados pela Escola do Auditório, o Quarteto Saxofonando e o Chorando em Ré Menor. Já nos dias 22 e 23 – data em que se comemoram os 120 anos do nascimento de Pixinguinha –, o conjunto de choro Galo Preto encerra o ciclo. Os três grupos tocam tanto canções do músico homenageado quanto composições próprias.

Na aba Programação, saiba mais sobre os participantes de cada evento. Na aba Vídeos, veja apresentações do Saxofonando e do Chorando em Ré Menor, assim como uma entrevista de Tárik de Souza sobre a jovem guarda.

Pixiguinha nasceu no Rio de Janeiro. Escreveu sua primeira composição em 1914, aos 17 anos, chamada “Dominante”. Em 1918, formou o grupo Oito Batutas, que se apresentou no Brasil, na França e na Argentina. Na década de 1920, compôs para o teatro de revista. Em 1955, lançou seu primeiro LP, Carnaval da Velha Guarda. Seu estilo trouxe inovação à música brasileira, incorporando influências jazzísticas e afro-brasileiras ao choro. Saiba mais na enciclopédia.

No Auditório Ibirapuera, o Navegando pela Enciclopédia acontece em 30 abril e presta homenagem a Dorival Caymmi. Saiba mais aqui.

Navegando pela Enciclopédia: Pixinguinha
quinta 20 a domingo 23 de abril

Acessível em Libras
  • 20
    • /Conversa com Tárik de Souza

      Quinta-Feira - 20:00

      A partir de verbetes da Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras, o crítico musical e jornalista Tárik de Souza conversa sobre Pixinguinha. Com interpretação em Libras.

      Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 224 lugares
      [duração aproximada: 90 minutos]
      [livre para todos os públicos]

      [distribuição de ingressos
      público preferencial: duas horas antes do evento, com direito a um acompanhante | público não preferencial: uma hora antes do evento, um ingresso por pessoa]

    • Participantes

      • Tárik de Souza

        Tárik de Souza é jornalista e crítico musical. Começou a carreira como repórter e editor de música da revista Veja, em 1968. Desde então, vem trabalhando para vários jornais, revistas e programas televisivos. É autor de Tem Mais Samba – das Raízes à Eletrônica (2003) e MPBambas – Memórias da Canção Brasileira (2016).

  • 21
    • /Quarteto Saxofonando e Chorando em Ré Menor

      Sexta-Feira - 20:00

      Compostos de músicos formados pela Escola do Auditório, os grupos fazem uma apresentação instrumental, com obras de Pixinguinha e outros artistas.

      Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 224 lugares
      [duração aproximada: 80 minutos]
      [livre para todos os públicos]

      [distribuição de ingressos
      público preferencial: duas horas antes do espetáculo, com direito a um acompanhante | público não preferencial: uma hora antes do espetáculo, um ingresso por pessoa]

    • Participantes

      • Chorando em Ré Menor

        Formado em 2009, o Chorando em Ré Menor é formado por Beatriz Pacheco (saxofone), Liw Ferreira (bandolim), Leandro Carvalhal (cavaco), Wellington Silva (violão de sete cordas) e Si Sa Medeiros (percussão). Dedica-se à pesquisa sobre o choro e ao resgate dos clássicos. Visite a sua página.

      • Quarteto Saxofonando

        O Quarteto Saxofonando foi criado em 2011 e é formado por Beatriz Pacheco (saxofone soprano), Danilo Rocha (saxofone alto), Herbert Lucas (saxofone tenor) e Janderson Bernardo (saxofone barítono). Mescla a música brasileira com a tradição erudita europeia e a música de câmara. Visite a sua página.

  • 22
    • /Galo Preto

      Sábado - 20:00

      Com 42 anos de tradição, o conjunto de choro Galo Preto fecha a homenagem ao trabalho de Pixinguinha, trazendo obras do artista, além de composições próprias.

      Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 224 lugares
      [duração aproximada: 80 minutos]
      [livre para todos os públicos]

      [distribuição de ingressos
      público preferencial: duas horas antes do espetáculo, com direito a um acompanhante | público não preferencial: uma hora antes do espetáculo, um ingresso por pessoa]

    • Participantes

      • Galo Preto

        Galo Preto foi fundado em 1975 e é formado por Diego Zangado (percussão), Alexandre Paiva (cavaquinho), José Maria Braga (flauta), Tiago Machado (violão) e Afonso Machado (bandolim e arranjos). É um dos mais antigos grupos de choro em atividade. Tem cinco álbuns lançados. Visite a sua página.

  • 23
    • /Galo Preto

      Domingo - 19:00

      Com 42 anos de tradição, o conjunto de choro Galo Preto fecha a homenagem ao trabalho de Pixinguinha, trazendo obras do artista, além de composições próprias.

      ?Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 224 lugares
      [duração aproximada: 80 minutos]
      [livre para todos os públicos]

      [distribuição de ingressos
      público preferencial: duas horas antes do espetáculo, com direito a um acompanhante | público não preferencial: uma hora antes do espetáculo, um ingresso por pessoa]

    • Participantes

      • Galo Preto

        Galo Preto foi fundado em 1975 e é formado por Diego Zangado (percussão), Alexandre Paiva (cavaquinho), José Maria Braga (flauta), Tiago Machado (violão) e Afonso Machado (bandolim e arranjos). É um dos mais antigos grupos de choro em atividade. Tem cinco álbuns lançados. Visite a sua página.