A Cooperifa foi um dos locais escolhidos para o último dia de Caminhada Rumos. No dia 7 de novembro, o escritor Sérgio Vaz recebeu Edson Natale, gerente de música do Itaú Cultural, no bar do Zé Batidão, onde ocorrem os famosos saraus, cineclube e outras atividades da Cooperifa.  A agitação no bar era grande, assim a conversa foi transferida para a Escola Municipal Mauro Faccio Gonçalves Zacarias, que também fica no Jardim São Luís em São Paulo.

Natale falou para um público de 20 pessoas e solucionou dúvidas sobre as possibilidades que o novo Rumos oferece aos artistas e aos produtores culturais. Enfatizou que um dos pilares do processo seletivo é que o Rumos se adapte aos projetos e não o contrário. Desse modo não há planilhas ou cronogramas como modelo. “Quem melhor pode descrever os itens necessários para a estrutura da Mostra Cooperifa do que a própria Cooperifa? Quem propõe o projeto é quem o conhece melhor.”


Abaixo você confere algumas perguntas relacionadas ao programa que podem ajudá-lo a solucionar suas dúvidas sobre o novo Rumos.

Público: “Haverá uma distribuição regional dos selecionados?”
Natale: Não há nenhuma premissa regional. Estamos em busca de projetos consistentes independentemente se são do Sul, do Nordeste ou do Sudeste do país.

P: “Os projetos devem ter necessariamente uma contrapartida social?”
N: Não. Se faz parte da concepção da ideia ter um retorno para a comunidade tudo bem, mas não é pré-requisito para a seleção.

P: “Pode fazer parte do orçamento a compra de equipamentos?”
N: Sim. Mas essa compra de equipamento deve estar aliada à sustentabilidade do projeto, ou seja, se você precisa comprar câmeras para o desenvolvimento de oficinas em um centro cultural, a aquisição desses materiais está plenamente justificada.

O último dia de Caminhada Rumos também contou com a presença de representantes do Itaú Cultural na Casa de Cultura da Brasilândia, zona norte da cidade. Você sabe mais sobre o encontro aqui.