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Quais são as perspectivas para o futuro quando pensamos em política e gestão cultural, economia da cultura e política para as artes? Com o objetivo de debater os desafios presentes em nosso segmento a partir do atual cenário de isolamento social, a série Diálogos Itaú Cultural convida dirigentes e agentes de diferentes áreas de expressão e regiões do Brasil para pensar a cultura em nosso país.

Nesta quarta-feira, 1° de julho, às 17h, nesta página, Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural (IC), conversa com Eliane Parreiras, presidente da Fundação Clóvis Salgado, e Ricardo Ohtake, diretor do Instituto Tomie Ohtake.

 

Eliane Parreiras atua nas áreas de gestão e produção cultural há 25 anos, com experiência em instituições do poder público e da iniciativa privada. Presidente da Fundação Clóvis Salgado desde abril de 2019, Eliane já esteve no comando da instituição em 2009-2010. Foi secretária de Estado de Cultura de Minas Gerais (2011-2015) e diretora-executiva do Instituto Cultural Usiminas (2002-2009), entre outros cargos. É graduada em comunicação, com especialização em marketing, pela Fundação Getulio Vargas, e em gestão cultural, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Ricardo Ohtake é formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, teve escritório de design gráfico durante 50 anos, abrangendo principalmente projetos editoriais e gráficos de livros de arte. Ocupou diversos cargos na administração pública, como, por exemplo, primeiro diretor do Centro Cultural São Paulo, diretor do Museu da Imagem e do Som de São Paulo e diretor da Cinemateca Brasileira. Integrou a Cátedra “Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência”, do Instituto de Estudos Avançados da USP, em parceria com o Itaú Cultural (IC), em 2017.

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