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Quais são as perspectivas para o futuro quando pensamos em política e gestão cultural, economia da cultura e política para as artes? Com o objetivo de debater os desafios presentes em nosso segmento a partir do atual cenário de isolamento social, a série Diálogos Itaú Cultural convida dirigentes e agentes de diferentes áreas de expressão e regiões do Brasil para pensar a cultura em nosso país.

Nesta quarta-feira, 22 de julho, às 17hnesta página, Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural (IC), conversa com Julio Ludemir, diretor artístico da Festa Literária das Periferias (Flup), e Mauro Munhoz, diretor artístico da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip).

Julio Ludemir é autor de dez livros, a maioria deles ambientada em favelas cariocas. É um dos roteiristas de 400 contra 1 - Uma História do Crime Organizado, dirigido por Caco Souza. É um dos idealizadores da Flup, festa literária cuja principal característica é acontecer em favelas cariocas, com a qual ganhou o Faz Diferença de 2012 do jornal O Globo, o Excellence Awards de 2016 da London Book Fair e o Retratos da Leitura de 2016 do Instituto Pró-Livro.

Mauro Munhoz é arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP) e mestre pela mesma escola, na área de Estruturas Ambientais Urbanas. Sua dissertação levou à fundação da Associação Casa Azul, atuante nas áreas de arquitetura, urbanismo, educação e cultura. É diretor artístico do Programa Principal da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), da qual foi um dos fundadores. Em 2012, ganhou o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), na categoria Urbanidades, pela requalificação da Praça da Matriz de Paraty. 

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