Classificação indicativa: Livre
 

Em tempos de restrições, a arte aliada à imaginação é uma ferramenta para a construção de experiências amplificadoras. Riscar, dançar, pintar, mover-se são possibilidades das novas experiências que se apresentam à infância nessa coletânea. Esse é o mote das obras da segunda semana da mostra Infância plurais.

O vídeo acima é composto das obras Riscação (PE), de Maria Beatriz Carneiro da Cunha de Souza Lima e Camila Storck Leroy; Partes móveis: um pequeno ensaio sobre mover em casa (RS), de Fernanda Bertoncello Boff; Casa em jogo [Amarelo] (SP), de Ieltxu Ortueta; Pintar e brincar sempre (RJ), de Maria Matina Cayetana Benet-Domingo Borrell; Fio da meada (SP), de Sabrina Costa Barros e Edilene Aparecida Ferreira; e Move game (MS), de Kelly Queiroz dos Santos, Jackeline Mourão Nunes e Livia Lopes Correa.

Veja também:
>> Curtas selecionados da primeira semana

Infâncias plurais

Entre outubro e novembro de 2020, o Itaú Cultural (IC) e o Instituto Alana realizaram o ciclo Infâncias plurais, que propôs encontros e criação de projetos audiovisuais sobre infância e adolescência. Os curtas-metragens produzidos pelos participantes serão lançados em sessões semanais aqui pelo site.

Os participantes do ciclo, que produziram esses e os demais vídeos, foram selecionados por meio de edital. O objetivo do Infâncias plurais é proporcionar a troca de saberes com respeito às culturas da infância e democratizar o acesso a conteúdos culturais para a faixa etária de 7 a 14 anos.

Saiba mais na live de lançamento, que teve a presença do filósofo Renato Noguera, além de Tatiana Prado, do IC, e Raquel Franzim, do Alana.

Veja também