Qual é a história de sua maior saudade?

Minha grande saudade vem de quando meus pais ainda eram vivos. Dos almoços em minha casa com a mesa sempre cheia de amigos, onde se comia maravilhosamente bem entre casos e risadas. Diariamente celebrávamos juntos o companheirismo.

O que o emociona em seu dia a dia?

Estar diariamente trabalhando com os bailarinos do Grupo Corpo me traz um prazer enorme. Sentir a vida andando calmamente na convivência com meu filho, minha nora e, principalmente, com meus lindos netos.

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>> Grupo Corpo foi homenageado no programa Ocupação Itaú Cultural em 2015

Como você se imagina no amanhã?

É impossível me imaginar amanhã. Só me é possível desejar que o Brasil possa ser um lugar mais justo, com oportunidade para todos, solidário e cheio de cuidados com seus cidadãos.

Quem é Rodrigo Pederneiras?

Sou um pedestre comum. Coreógrafo há mais de 40 anos ainda tentando criar novas formas para conseguir continuar bailando vida afora.

Foto de Rodrigo Pederneiras, coreógrafo do Grupo Corpo. Homem branco, aparenta ter idade na faixa dos 50 anos, careca. Está usando um casaco preto por cima de uma camiseta cinza. A foto possui um ângulo de cima, fazendo estar com o olhar levemente inclinado para cima.
Rodrigo Pederneiras, coreógrafo do Grupo Corpo (imagem: José Luiz Pederneiras)

Um Certo Alguém

Em Um Certo Alguém, coluna mantida pela redação do Itaú Cultural (IC), artistas e agentes de diferentes áreas de expressão são convidados a compartilhar pensamentos e desejos sobre tempos passados, presentes e futuros.

Os textos dos entrevistados são autorais e não refletem as opiniões institucionais.

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Karine Teles, um certo alguém

“Além de me emocionar com obras de arte que pesquiso, assisto, leio e ouço, eu me emociono com as pessoas”, fala a atriz