Classificação indicativa: Livre

Empoderamento Surdo

Oito poesias sobre a necessidade de a comunidade surda ganhar espaços de visibilidade e de decisão política.

Andréia Cristina de Lima (DF)
“Mãe e Filho eram Mãos”, Libras

Bruna da Silva Branco (RS)
“Eu Não Sou”, Libras

Roberto Silvestre Castejon (GO)
“Língua está Morta?”, Libras

Brenda de Oliveira Artigas (SC)
“Uma Mensagem para Você, Filha”, Libras

Diegho da Silva Lima (PR)
“Proibição das Mãos”, Libras

Cíntia Santos de Oliveira (CE)
“Surdentidade Anônima”, Libras

Francinei Rocha Costa (RS)
“Libras como Ascensão”, Libras

Rennally Barbosa Antunes de Melo (PB)
“Um Mundo de Nãos”, Libras

[livre para todos os públicos]

Veja os demais blocos de poesia surda no Festival Arte Como Respiro.

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