Classificação indicativa: Livre
 

As dualidades do recomeçar e do amadurecer formam a base do álbum Não é doce (2020). A partir de lembranças e reflexões sobre sua trajetória e o social, Olívia de Amores cria um disco que mergulha no amargor da vida. Com produção de Bruno Prestes e da própria cantora, além de masterização de Steve Fallone, o repertório do projeto chega ao Palco virtual no dia 17 de junho.

Olívia ganhou reconhecimento na cena independente amazonense com o trio Anônimos Alhures, com quem cantou e tocou no início dos anos 2000 por mais de dez anos. No fim de 2016 e início de 2017, depois de uma série de perdas de pessoas queridas, a artista decidiu canalizar a dor criando rumos para si: aprendeu novos instrumentos, compôs e traduziu canções e, desse processo, surgiu Não é doce.

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Olívia de Amores | foto: Bruno Belchior

Olívia de Amores [com interpretação em Libras]
quinta 17 de junho de 2021
às 20h
[duração aproximada: 60 minutos]
on-line – plataforma Zoom/Sympla
Palco virtual – 270 ingressos

[livre para todos os públicos]

Atividade gratuita

Reserve seu ingresso [a partir do dia 2 de junho, às 12h, até esgotar] 

Saiba como acessar a transmissão via Sympla.


Ficha técnica

Musicista/instrumentista: Olívia de Amores
Chimbais e surdo em post-it: Leonardo Pimentel
Backing vocal/coro em plano baixo: Bruno Prestes e Érica Tahiane
Produção e mixagem: Bruno Prestes
Masterização: Steve Fallone
Capa: David Martins
Assistente de fotografia e maquiagem: Lilian Cavalcante

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