Classificação indicativa: Livre

O espetáculo "Canções para Pequenos Ouvidos" traz a Orquestra Modesta a contar a aventura de Sandoval, um palhaço que fica ansioso ao descobrir o anúncio de um concerto. Ele, junto com outros quatro palhaços, entra em contato com suas memórias ao se deparar com um palco cheio de instrumentos musicais, quinquilharias e objetos largados no local.

A Orquestra Modesta foi idealizada por Fernando Escrich, músico, diretor e palhaço, Elisa Taemi e Milena Marques, produtoras da Nascedouro Gestão Cultural. Apaixonados por carnaval, criaram, em 2015, um show que busca resgatar o universo dos antigos bailes. Para tanto, formam um repertório repleto de marchinhas, fora algumas faixas autorais, e reúnem, a cada ano, doze palhaços de diferentes companhias teatrais de São Paulo, as quais realizam trabalhos voltados para o público infantojuvenil. 

Canções para Pequenos Ouvidos [com interpretação em Libras e Audiodescrição]
sábados 6 e 13 e domingos 7 e 14 de julho de 2019
às 15h
[duração aproximada: 60 minutos]
Sala Multiúso (piso 2) – 70 lugares

Entrada gratuita

distribuição de ingressos
público preferencial: uma hora antes do espetáculo | com direito a um acompanhante – ingressos liberados apenas na presença do preferencial e do acompanhante
público não preferencial: uma hora antes do espetáculo | um ingresso por pessoa

[livre para todos os públicos]

Clique aqui para saber mais sobre a distribuição de ingressos.


Ficha técnica

Concepção, cenografia, direção musical e arranjos
Fernando Escrich
Direção Fernando Escrich e Anderson Spada
Elenco Alexandre Maldonado (palhaço Brocolino), Henrique Rímoli (palhaço DusCuais), Monique Franco (palhaça Nina Rosa), Tereza Gontijo (palhaça Guadalupe) e Sandro Fontes (palhaço Sandoval)
Produção executiva Nascedouro Gestão Cultural (Elisa Taemi e Milena Marques)
Figurino Marichilene Artisevskis
Iluminação Giuliana Cerchiari
Técnico de som Leandro Simões

 

Veja também

A importância de contar histórias

Preparando-se para morar na Alemanha por um ano, Alexandre Ribeiro conta sobre como descobriu que podia ser o narrador da sua própria história