Classificação indicativa: Livre
 

O brincar é o grande tema da coletânea desta semana da mostra Infâncias plurais: sozinho ou em grupo, no asfalto ou no mato, criando brinquedos que se alimentam da imaginação ou apenas com a imaginação.

Além disso, destaca-se a música, que – como nos lembra a educadora Lydia Hortélio– tem um caráter de brincadeira: “A melodia é só uma dimensão de um fenômeno muito mais complexo, muito mais rico, que é o brinquedo ele mesmo”.

Veja agora Pra onde vai o lixo!?, de Edimar Zambroni; A bravura do beija-flor e da mangueira de água, de Alberto Batista dos Santos; Brincante, de Amanda Carina de Senna Melo e Silva; Maricota: a mão que vira minhoca, de Déborah Gomes da Silva Paiva; Mandalas da natureza, de Mariana de Faria Benchimol; e Tudum, de Camila Concílio Candossim.

Infâncias plurais

Entre outubro e novembro de 2020, o Itaú Cultural (IC) e o Instituto Alana realizaram o ciclo Infâncias plurais, que propôs encontros e criação de projetos audiovisuais sobre infância e adolescência. Os curtas-metragens produzidos pelos participantes serão lançados em sessões semanais aqui no site.

Os participantes do ciclo, que produziram esses e os demais vídeos, foram selecionados por meio de edital. O objetivo do Infâncias plurais é proporcionar a troca de saberes com respeito às culturas da infância e democratizar o acesso a conteúdos culturais para a faixa etária de 7 a 14 anos.

Saiba mais na live de lançamento, que teve a presença do filósofo Renato Noguera, além de Tatiana Prado, do IC, e Raquel Franzim, do Alana.

Veja também