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A mostra Infâncias plurais encerra o seu ciclo com uma coletânea que apresenta a natureza como grande tema. Em profundo diálogo com as questões do nosso tempo, a natureza se apresenta como cenário, como causa e como meio para construção de novos imaginários.

Ailton Krenak nos lembra que "se pudermos dar atenção a alguma visão que escape a essa cegueira que estamos vivendo no mundo todo, talvez ela possa abrir nossa mente para alguma cooperação entre os povos, não para salvar os outros, para salvar a nós mesmos”.

São apresentados os curtas: Tererê & Pipoca em proibido jogar bola na praça, de João Gabriel Rabello Silva e Flávio Henrique Ferreira; Jo ken po, de Flávia Costa Prazeres, Fábio dos Santos Ekman Simões e Julia de Albuquerque Paladino; Corre menino, de Ana Paula Neis Dorst; Céu da boca, de Miraíra Noal Manfroi; Criança, ser-tão único, de Thatiane Almeida da Silva; Meu quintal é maior que o mundo, de Ana Bárbara Ramos; e Dodô, de Ramona Rodrigues de Sousa e Issel Oliveira Chaia.

Infâncias plurais

Entre outubro e novembro de 2020, o Itaú Cultural (IC) e o Instituto Alana realizaram o ciclo Infâncias plurais, que propôs encontros e criação de projetos audiovisuais sobre infância e adolescência. Os curtas-metragens produzidos pelos participantes serão lançados em sessões semanais aqui no site.

Os participantes do ciclo, que produziram esses e os demais vídeos, foram selecionados por meio de edital. O objetivo do Infâncias plurais é proporcionar a troca de saberes com respeito às culturas da infância e democratizar o acesso a conteúdos culturais para a faixa etária de 7 a 14 anos.

Saiba mais na live de lançamento, que teve a presença do filósofo Renato Noguera, além de Tatiana Prado, do IC, e Raquel Franzim, do Alana.

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