Podcasts
Juliano Holanda
imagem: Divulgação

Juliano Holanda – Toca Brasil

Da infância em Goiana até Olinda e Recife, uma caminhada que passa pelo rádio poste, pelo cinema, pela biblioteca e pelas bandas centenárias de sua cidade natal
Fotografia da rapper Katú Mirim com um filtro amarelo aplicado sobre a imagem. Ela está do lado direito da foto, tem cabelo comprido e escuro, piercing no septo, tatuagem no pescoço, está de camiseta estampada, com colar, bandana e boné. Do lado esquerdo da imagem está escrito Mekukradjá IC.
imagem: divulgação

Katú Mirim – Mekukradjá

“Existe uma memória que está no nosso DNA, e essa memória eu acredito que ninguém nega e não tem como você esconder isso”, disse a rapper
Homem negro careca e de bigode e cavanhaque está sorrindo. Ele está de casaco e cachecol.
imagem: Matheus Dias

Paulo Lins – Paiol Literário

“Nós, negros, ainda estamos numa situação de pós-escravidão. Se você não tem uma escola funcionando bem, se você não tem um ensino bom, nunca vai ter igualdade. Porque essa diferença só vai se dar através da educação”, diz Paulo Lins
A imagem tem um filtro rosa e no lado esquerdo está o logo do Toca Brasil. Perto do logo, Alessandro olha para a câmera. Ele tem cabelos curtos e grisalhos, é branco e usa uma camisa escura.
imagem: Divulgação

Alessandro Soares – Toca Brasil

Os caminhos para a construção de um portal que apresenta músicos, pesquisadores e compositores que desenvolvem o violão brasileiro
Foto de Célia Tupinambá, professora e ativista indígena. A imagem está com um filtro amarelo referente ao podcast Mekukradjá.
imagem: divulgação

Célia Tupinambá – Mekukradjá

“A mulher sofre duas vezes, três vezes, muito mais quando seu território está sendo violado, atacado, suas lideranças ameaçadas”, disse a professora
Ely Macuxi – Mekukradjá
imagem: Divulgação

Ely Macuxi – Mekukradjá

O escritor e educador Ely Macuxi fala da relação entre a tecnologia e os povos indígenas, especialmente da internet, importante ferramenta para articulação das lutas dos povos originários
Daniel Munduruku é um homem indígena, de mais de 50 anos. A foto é de close, ele está de frente, sorrindo. Ele usa uma faixa cobrindo a testa e seus cabelos são longos e compridos.
imagem: acervo pessoal

Daniel Munduruku – Mekukradjá

“As pessoas olham para mim e veem o tal do índio, que é o que está no imaginário delas, mas aquele que eu sou efetivamente ou aquilo que eu trago dentro de mim não tem nada a ver com essa palavra”