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Imagem vertical da partitura digitalizada. O papel está com manchas e amarelado. Em cima podemos ler, com letra cursiva, Clarinetta Oh! Abre Alas Francisca Gonzaga Marcha Carnavalesca (1897). Segue com a partitura e ao final a assinatura de Chiquinha Gonzaga.
imagem: crédito: Acervo Instituto Moreira Salles/Coleção Edinha Diniz/Chiquinha Gonzaga

Ó abre alas, que eu quero passar

Os pesquisadores Edinha Diniz e Wandrei Braga comentam a marcha “Ó abre alas”, um marco na obra de Chiquinha Gonzaga
Fotografia em sépia de Chiquinha Gonzaga do torso para cima. Ela veste um vestido escuro com botões, manga comprida e detalhes floridos, que tem gola escondendo o pescoço. Olha para a lateral direita, com expressão séria. Seu cabelo está preso para trás. Na gola está o broche de ouro com pauta musical contendo as primeiras notas da valsa “Walkyria” (1884), composta para a opereta A Corte na Roça.
imagem: Autoria desconhecida | Acervo Instituto Moreira Salles/Coelção Edinha Diniz/Coleção Chiquinha Gonzaga

A personalidade de Chiquinha Gonzaga

Edinha Diniz, pesquisadora, escritora e socióloga, comenta aspectos da personalidade de Chiquinha Gonzaga, homenageada da 51ª Ocupação
Foto com fundo branco com um grupo de 14 pessoas. Elas estão de pé e agachados, com roupas coloridas e cinzas.
imagem: divulgação

Os batuques de Fernando Barba

O músico e criador do grupo Barbatuques faleceu em 4 de fevereiro, aos 49 anos; relembre suas passagens pelo Rumos Itaú Cultural
Imagem com fundo rosa, detalhes em laranja na lateral e o nome em preto no centro: Escola Itaú Cultural.
imagem: Itaú Cultural

Escola IC com inscrições abertas para novos cursos

Entreolhares: arte e algoritmo – futuro do passado e mais dois cursos - um de mediação cultural e outro sobre artes cênicas no mundo virtual - estão com inscrições abertas até dia 12 de abril
Um grupo de pessoas indígenas estão reunidos, há pessoas filmando e alguns objetos pelo chão. Imagem do Coletivo Manoki.
imagem: Coletivo Manoki

Economia indígena (?)

Em seu segundo texto para a coluna Oráculo, Naine Terena pontua questões sobre a produção cultural e a economia que gira em torno das comunidades indígenas