Classificação indicativa: Livre

Imersos (Girlan Souza Tavares, 2020, 2 minutos)

SINOPSE: Imersos em um universo monocromático, em branco e preto, cujas imagens vão se fechando em sombras. O olhar que serve de câmera busca registrar o que fica na passagem do tempo e termina com uma estranha sirene que se amplia e ecoa ao descer as escadas não se sabe para onde. É a metáfora do medo e da incerteza, sob os efeitos de uma pandemia que se descortina no presente, alterando o cotidiano e descompassando a vida.

[livre para todos os públicos]

A obra faz parte da segunda edição do Festival Arte como Respiro. Confira a programação completa.

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