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Como é estar jovem no mundo contemporâneo? As vozes jovens são de fato ouvidas? Seus sonhos condizem com suas realidades? Ao longo de sete meses, entre 2019 e 2020, o Itaú Cultural (IC) abriu espaço para que jovens de 13 a 22 anos, moradores de diversas regiões de São Paulo, pudessem se reunir e pensar questões como essas.

A experiência deu origem à instalação Nosso Labirinto e Seus Ecos, exibida ao público entre janeiro e fevereiro de 2020 na sede do IC. Além do espaço, a ação promoveu rodas de conversa e apresentações artísticas.

Os registros a seguir abordam o processo de criação da obra e dão uma ideia do grupo diverso que a concebeu.

No primeiro vídeo, Tayná Menezes e Valéria Toloi, coordenadora e gerente do Núcleo de Educação e Relacionamento do IC, respectivamente, falam sobre a origem do projeto. Elas contam como, a partir da provocação que receberam para que fosse realizado um seminário sobre arte e educação para jovens, chegaram a uma ação coletiva de fato pensada e produzida por jovens.

Nosso Labirinto e Seus Ecos foi resultado do encontro de diferentes mundos. Vinte e duas realidades distintas, cada uma representada por um dos 22 participantes. A seguir, parte dessa curadoria comenta o processo de elaboração do “labirinto” – das formas de representar os “monstros” que o habitam aos aprendizados proporcionados pela experiência.

Por fim, o projeto é abordado pelo ponto de vista de familiares de membros da curadoria, que falam sobre as expectativas e as surpresas do processo e contam como o trabalho coletivo gerou transformações na postura dos participantes em casa e na escola.

Conheça a curadoria:

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