Classificação indicativa: Livre

A Morte da Imagem (Raissa Dourado, 2020, 10 minutos)

SINOPSE: “Tenho pensado em como uma fotógrafa e realizadora audiovisual pode construir algo em torno da imagem sem ser repetitiva. Ressoar verdadeiramente, sem modos de fazer copiados. Falo de filtro numa visão ampla: voz off, som ofegante e imagens repetitivas do subir e descer de escadas sem mostrar o rosto, porque não importa. Esse ar sensorial do desconforto também de uma imagem lavada. Quero abrir aqui portas para pensar o absurdo.”

[livre para todos os públicos]

A obra faz parte da segunda edição do Festival Arte como Respiro. Confira a programação completa.

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