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A sexta coletânea da mostra Infâncias plurais apresenta a infância em suas diversas experiências do crescer. Integradas em uma realidade social múltipla, as crianças absorvem e interpretam o mundo de maneira autônoma, a partir de suas próprias experiências, seus próprios desejos e esperanças. Assim, a ancestralidade se mostra aqui como uma possibilidade de inserção da criança no mundo. Uma de muitas.

O vídeo acima traz as obras: Ana e a feira, de Caio Tulio Duque; Chegadas, encontros e partidas da infância!, de Joice de Jesus Malta Ribeiro; O que você quer ser?, de Liana Yuri Shimabukuro; Experiências radiofônicas – colheita de vozes: onde vivem os sons dos nossos sonhos, de Juliana Rosa de Sousa; Odara, de Elisa Bastos Araujo; e O sagrado futuro ancestral, de Claudinéia de Souza Silva.

Infâncias plurais

Entre outubro e novembro de 2020, o Itaú Cultural (IC) e o Instituto Alana realizaram o ciclo Infâncias plurais, que propôs encontros e criação de projetos audiovisuais sobre infância e adolescência. Os curtas-metragens produzidos serão lançados em sessões semanais aqui no site.

Os participantes do ciclo, que produziram esses e os demais vídeos, foram selecionados por meio de edital. O objetivo do Infâncias plurais é proporcionar a troca de saberes com respeito às culturas da infância e democratizar o acesso a conteúdos culturais para a faixa etária de 7 a 14 anos.

Saiba mais na live de lançamento, que teve a presença do filósofo Renato Noguera, além de Tatiana Prado, do IC, e Raquel Franzim, do Alana.

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