Classificação indicativa: Livre

Para que Eu Seja Utopia (Júlia de Oliveira, Virna Bemvenuto e Erick Borring, 2020, 3 minutos)

SINOPSE: Diante da ruína de um sistema insustentável e de tempos de recolhimento e isolamento social, nos confrontamos com a inquietação e o enrijecimento de nossos corpos. Anos de sedimentação de cóleras passadas e preocupações futuras vêm à tona em forma de sensações, produzindo em nós um mal-estar existencial sintomático da repressão das nossas corporeidades. Percebe-se, portanto, a necessidade de uma prática de presença no corpo para sentir e dissolver os atritos que nos impedem de estar aqui e agora. Desse modo, o presente trabalho opera no cruzamento entre performance, som, imagem e palavra, numa articulação com o texto O Corpo Utópico, de Michel Foucault (1966), e enuncia a criação de utopias a partir do corpo como possibilidade de reinvenção da vida em um momento durante e pós-pandemia.

[livre para todos os públicos]

A obra faz parte da segunda edição do Festival Arte como Respiro. Confira a programação completa.

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