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O artista visual Frans Krajcberg (1921-2017) é tema de um documentário que a cineasta Regina Jehá apresenta no dia 27 de novembro no Itaú Cultural. Após a exibição do filme é realizado um debate com a participação da diretora, do curador Leno Veras e do poeta e artista visual Bené Fonteles. Domingas Person, filha de Regina e produtora-executiva do longa-metragem, ainda faz uma leitura do Manifesto do Naturalismo Integral – documento que o artista redigiu em 1978 com o crítico francês Pierre Restany (1930-2003).

Veja também:
>> Mostra On-Line homenageia Frans Krajcberg
>> ensaio "Naturalismo ou realismo: formas de ver e viver a experiência selvática", por Leno Veras

Polonês radicado no Brasil, Krajcberg fez de sua vida e de sua obra uma luta constante contra os absurdos da humanidade – das destruições causadas pela Segunda Guerra Mundial às queimadas na Floresta Amazônica. No longa, intitulado Frans Krajcberg: Manifesto, o pintor, escultor, gravador e fotógrafo lembra momentos importantes de sua trajetória e comenta o descaso do ser humano em relação à natureza enquanto se prepara para expor sua produção na 32ª Bienal de São Paulo, realizada em 2016.

Confira o site oficial do documentário.

Saiba mais sobre Frans Krajcberg na Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras.

Frans Krajcberg: Manifesto [exibição do filme e debate | com interpretação em Libras]
terça 27 de novembro de 2018
às 19h30
[duração aproximada: 90 minutos (filme) + 90 minutos (debate)]
Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 224 lugares

Entrada gratuita

distribuição de ingressos
público preferencial: uma hora antes do evento | com direito a um acompanhante – ingressos liberados apenas na presença do preferencial e do acompanhante
público não preferencial: uma hora antes do evento | um ingresso por pessoa

Clique aqui para saber mais sobre a distribuição de ingressos.

[livre para todos os públicos]

Veja também

Direto do Arquivo - A arte ecoativista de Frans Krajcberg

Em 1998, o Itaú Cultural promoveu o evento multidisciplinar Amazônicas, que contou com painéis fotográficos que mostravam as imagens de queimadas capturadas por Krajcberg e também com um conjunto de obras tridimensionais feitas de madeira retirada das queimadas da região