Genito Gomes, cineasta e liderança Guarani-Kaiowá, fala sobre o processo de passagem de conhecimento entre as gerações e sobre a desconstrução da história do homem branco. Cita as tecnologias presentes na vida indígena e a apropriação dessa “arma” do homem branco, notando que se já existissem câmeras nos tempos da colonização tudo teria sido registrado.

Este depoimento foi gravado em 2017.

Saiba mais sobre Genito Gomes no Mapeamento do Mekukradjá.

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Sandra Benites – Mekukradjá

Mestra em antropologia social no programa de Pós-Graduação do Museu Nacional e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Sandra Benites discute a educação escolar a partir da perspectiva da mulher Guarani