Paulo Herkenhoff, curador da exposição Sandra Cinto: das Ideias na Cabeça aos Olhos no Céu, comenta a obra da artista e como se deu o diálogo para conceber a narrativa apresentada no espaço expositivo. Ele conta que desde o início a ideia não era mostrar uma retrospectiva dos 30 anos de carreira de Sandra, mas, sim, trabalhar as transversalidades que atravessam sua criação.

A água, a luz, as navegações, o céu, o desenho, a fluidez da linguagem. A partir do universo criado pela artista, Herkenhoff comenta os três pisos da exposição. O mais baixo é a chuva, que toca o profundo das ideias. O intermediário é a garoa, onde estão as obras prontas. O último é a neblina, em que o visitante é convidado a esquecer da gravidade de seu peso no espaço. O curador diz que Sandra acredita na potência da delicadeza e convoca a participação do outro em sua arte.

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Confira o verbete sobre a artista na Enciclopédia Itaú Cultural.

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