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Conheça a programação de “a_ponte: cena do tetro universitário brasileiro”

Mostra fica em cartaz entre 3 e 8 de fevereiro e apresenta espetáculos, comunicações orais e muito mais.

Publicado em 28/01/2026

Atualizado às 17:51 de 28/01/2026

Entre 3 e 8 de fevereiro de 2026, a oitava edição da mostra a_ponte – cena do teatro universitário promove uma programação recheada de espetáculos, vivências, comunicação oral dos TCC’s selecionados na última edição, além do lançamento da publicação pontilhados e do novo edital.

O projeto a_ponte busca reunir estudantes de artes cênicas de todo o país para promover a renovação da cena teatral. Além da programação da mostra, são realizadas convocatórias anuais de trabalhos de conclusão de curso realizados em instituições de ensino de nível técnico e superior. A nova edição da convocatória tem início no dia 2 de fevereiro, com a publicação do edital, e recebe inscrições até as 17h horas do dia 3 de abril. O resultado será divulgado no dia 8 de junho.

Os trabalhos selecionados em 2025 serão divulgados na publicação pontilhados, lançada também no dia 2 de fevereiro, aqui no site do IC e na nossa página do Issuu.

Saiba mais sobre cada evento abaixo

 

3 de fevereiro

/comunicação oral 1
Processos criativos, encenação e performance
com Guilherme Natan (PE), Joan Vinícius (RN), Karina Mateus (AP), Livia Natividade (AM) e Victor Lima (SP)
mediação Jefferson Figueiredo

às 10h
[duração aproximada: 150 minutos]
Itaú Cultural – 9º andar

[classificação indicativa: livre, segundo autodefinição]

Retire seu ingresso presencialmente no dia do evento, 1h antes do início da atividade

Guilherme Natan (PE)
Toda navalha dilacera: a poética da violência de Plínio Marcos em um processo de encenação universitário

Joan Vinícius (RN)
A praia como palco: explorando a performatividade dos ambulantes no processo de criação do ator

Karina Mateus (AP)
“Aparição vomitada”: poéticas amazônidas para a criação insurgente nas artes da cena

Livia Natividade (AM)
Dança na prisão: um caminho à liberdade no centro de detenção feminino do amazonas

Victor Lima (SP)
Dançar um combinado de não morrer: o imaginário negro como guia da encenação a partir de Conceição Evaristo e Gal Martins

/comunicação oral 2
Teatralidades e pensamentos contra-hegemônicos
com Bárbara Cunha (DF), Igui de Oliveira (MG), Manoel Lourenço Maia Neto (RN), Thiago Dominoni (PR) e Pietra Bonet (PR)
mediação Annie Martins

às 14h
[duração aproximada: 150 minutos]
Itaú Cultural – 9º andar 

[classificação indicativa: livre, segundo autodefinição]

Retire seu ingresso presencialmente no dia do evento, 1h antes do início da atividade

Bárbara Cunha (DF)
Depois da morte da crítica teatral: categorias de análise da produção atual em plataformas digitais

Igui de Oliveira (MG)
Um gesto: criando motivos para falar de políticas culturais lgbtqiapn+ no brasil contemporâneo.

Manoel Lourenço Maia Neto (RN)
Imaginários da produção teatral: da ideia à elaboração do projeto

Thiago Dominoni (PR)
Ventanias anunciadas: pedagogias teatrais para não morrer

Pietra Bonet  (PR)
Subversão em ato: práticas pedagógicas para corroer a cisnormatividade carcerária

 

/teatro
ÀWON IRÚGBIN
com Núcleo O Postinho (PE)

às 19h
[duração aproximada: 70 minutos]
80 lugares
Casa Farofa (Rua Treze de Maio, 240 – Bela Vista – São Paulo/SP)

[classificação indicativa: 12 anos, segundo autodefinição]

Ingressos pela plataforma Sympla

Espetáculo afro-indígena que une escrevivências, identidade e força ancestral, criando lugar de protagonismo para jovens negros e indígenas. A obra acompanha a trajetória de personagens que enfrentam silenciamentos históricos e, ao se reconectarem com suas raízes, encontram voz e pertencimento.

 

Ficha técnica

Preparação Corpo Ancestral e Voz: Naná Sodré
Preparação Poética Matricial dos Orixás e Encantados e Assessoria de figurino: Agrinez Melo
Preparação Performer ancestral, Escrita e Assessoria de dramaturgia: Samuel Santos
Preparação Danças Afrodiaspóricas: Darana Nagô
Preparação Percussão: Thulio Xambá
História Teatro Negro-Africano e Performance Bantu: Jeff Vitorino e Matheus Amador (Grupo Máscaras Negras)
Iluminação: Núcleo O Postinho
Sonoplastia: Núcleo O Postinho
Direção geral: Samuel Santos
Elenco: Cecilia Chá, Larissa Lira, Sthe Vieira e Thallis Ítalo.
Dramaturgia: Núcleo O Postinho
Produção: Núcleo O Postinho
Produção geral: O Poste Soluções Luminosas

4 de fevereiro

/comunicação oral 3
Teatralidades negras e sua pretagogia
com Anderson Claudir (SP), Beatriz Baltazar da Silva (PR), Correnteza (AM), Jhamila Carolina (GO) e Valdelei Oliveira da Silva (AC)
mediação Kleber Lourenço

às 10h
[duração aproximada: 150 minutos]
Itaú Cultural – 9º andar

[classificação indicativa: livre, segundo autodefinição]

Retire seu ingresso presencialmente no dia do evento, 1h antes do início da atividade

Anderson Claudir (SP)
Pedagogia da direção: Sala de ensaio como encruzilhada

Beatriz Baltazar da Silva (PR)
A teatralidade presente nas manifestações religiosas populares por meio do estudo da festa do pau da bandeira em Barbalha, Ceará

Correnteza (AM)
Pretagogias de terreiro: Praticas de ensino-aprendizagem no cotidiano do Terreiro Recanto de Preta Mina 

Jhamila Carolina  (GO)
A pretagogia teatral: Um mar de possibilidades na trans-formação de sujeitos-cidadãos

Valdelei Oliveira da Silva (AC)
Teatro do Oprimido e Cultura de paz na Cidade do Povo

/comunicação oral 4
Teatro para as infâncias e nas escolas
com Giovana Armelin (PR), Isabela de Oliveira (GO), Júlia Pereira (GO), Laenisson dos Santos (SE) e Mireille Christine (SP)
mediação Natália Souza

às 14h
[duração aproximada: 150 minutos]
Itaú Cultural – 9º andar

[classificação indicativa: livre, segundo autodefinição]

Retire seu ingresso presencialmente no dia do evento, 1h antes do início da atividade

Giovana Armelin (PR)
Teatro(s) e infância(s): possibilidades de transgressão para o ensino de teatro com crianças 

Isabela de Oliveira (GO)
Chão-nhecer-me”: reflexões artístico-pedagógicas na criação do espetáculo terra chão. 

Júlia Pereira (GO)
Ensino do teatro e polivalência: formação e atuação de educadores(as) em territórios goianos

Laenisson dos Santos (SE)
Grupo de teatro Jean Valjean: recordando memórias de um fazer teatral escolar

Mireille Christine (SP)
Minha vó também era mestra: costurando memórias na educação de jovens e adultos

5 de fevereiro

/teatro
Bodas de Sangue
com Brado Coletivo de Teatro (SP)

às 20h
[duração aproximada: 150 minutos]
Sala Itaú Cultural - 224 lugares

[classificação indicativa: 14 anos, segundo autodefinição]

Retire seu ingresso na INTI [a partir de 3 de fevereiro, às 12h]

Escrita por Federico García Lorca e inspirada em um caso real, Bodas de Sangue conta a história de uma noiva que, no dia do casamento, decide fugir com o homem que verdadeiramente ama — disparando uma tragédia onde o desejo confronta a honra, e o amor custa a vida.

O Brado Coletivo de Teatro, formado a partir do encontro das Turmas 69, 71, 72, 73 e 74 da Escola de Arte Dramática da USP (EAD/ECA), retoma esta obra não para reproduzi-la, mas para atravessá-la com as perguntas de agora. Entre música ao vivo, teatro popular e uma linguagem poética inspirada no legado de Ilo Krugli e do Teatro Ventoforte, a montagem se constrói como rito e reinvenção coletiva.

Ficha Técnica
Direção: Dinho Lima Flor
Direção Musical: Rodrigo Mercadante
Pianista: Gustavo Fiel
Elenco: Alef Passarin, Beatriz Pereira, Bela Leindecker, Daiana Andradel, David
Personagem, Gabriela Sugui, Giovani Bruno, Giovanna Barros, Glaucia Lombardi,
Guilherme Ciccotelli, Júlio Lorosh, Leandro Flores, Marina Gatti, Mateus Jesus, Miguel
Ribeiro, Priscila Magella, Nina Lelou e Vinícius Précoma.
Figurino: Vinícius Précoma
Xilogravura: Jaciara
Designer Gráfico: Gabriel Franco
Costureira: Silvana Carvalho
Cenotécnico: Zito Rodrigues e Nilton Dias
Cenário: Dinho Lima Flor, Rodrigo Mercadante e Ilo Krugli
Desenho de Luz: Marina Gatti
Técnico de Luz e Som: Paloma Dantas
Operadora de Luz: Bianca Contin
Produção: Giovanna Barros e Nina Lelou
Núcleo dramatúrgico “Pagão e Segundo”: Guilherme Ciccotelli, a partir de Pano de
Boca, de Fauzi Arap e Comedia Sin Título, de Federico García Lorca

 

6 de fevereiro

/teatro
LONGUSU XENUPRE DUDU NORDESTINA PE
leitura dramática com o grupo O Poste Soluções Luminosas

a apresentação é seguida de bate-papo com mediação de Kleber Lourenço 

às 17h
[duração aproximada: 60 minutos]
Sala Vermelha – Itaú Cultural – 70 lugares

[classificação indicativa: 14 anos, segundo autodefinição]

Retire seu ingresso na INTI [a partir de 3 de fevereiro, às 12h]

LONGUSU XENUPRE DUDU NORDESTINA PE é um texto escrito por Naná Sodré, Agrinez Melo e Samuel Santos do grupo O Poste Soluções Luminosas. O texto é resultado da pesquisa de criação dramatúrgica a partir do resgate ancestral na cena pelo viés da língua. Os pesquisadores/autores/atores trazem uma dramaturgia autoral e contracolonial, originária das línguas Yathê, Yorubá, Karanassuanassu/Brobo e Umbundo. Neste encontro ancestral, os autores trazem a palavra e a língua como elemento para a construção da identidade.

Ficha Técnica
Dramaturgia: Agrinez Melo, Naná Sodré e Samuel Santos
Encenação e Cenografia: Samuel Santos
Atores/Atrizes: Agrinez Melo, Naná Sodré e Samuel Santos
Criação Figurino: Agrinez Melo
Preparação vocal: Naná Sodré
Assessoria Língua Yathê: Vanderlan Matos de Freitas
Assessoria Língua Brobo: Pajé Juruna
Assessoria Língua Yoruba: Lepê Corrêa
Realização: Grupo O Poste Soluções Luminosas
Fotos: André Cordeiro

/teatro
Ensaio sobre Nós
com a Cia. Entre Nós (PR)

a apresentação é seguida de bate-papo com mediação de Rodrigo Mercadante

às 20h
[duração aproximada: 90 minutos]
Sala Itaú Cultural – 224 lugares

[classificação indicativa: 14 anos, segundo autodefinição]

Retire seu ingresso na INTI [a partir de 3 de fevereiro, às 12h]

Gabriela Vieira convida o público a mergulhar nos ecos e gritos do seu passado, onde os fantasmas se tornam música, e a música, memória. A sala que se abre para nós é habitada por assombrações de uma mente em luta: o medo, a ansiedade, o amor e a dor da solidão existencial. Uma juventude sufocada pela rigidez de um mundo que exige conformidade, mas que também reflete a força e a resistência de ser artista. Um convite a refletir sobre o momento presente: uma rotina voraz que devora a tranquilidade e as múltiplas violências sofridas por corpos femininos. 

Ficha técnica 
Elenco: Gabriela Vieira
Músicos: Ana Lima, Juarez Neto, Pedro Vicini e Thiago Oliveira
Dramaturgia: Gabriela Vieira
Direção: Gabriela Vieira
Ass. Direção: Analú Arregui
Direção Musical: Pedro Vicini
Produção: Analú Arregui, Gabriela Vieira e Isabela Maria
Iluminação: Nathani Ribeiro
Figurino: Analú Arregui
Cenografia: Theo Jung
Arte: Laura Cenci e Rafael Farhat
Orientação: Luisa Dalgalarrondo

 

7 de fevereiro

/teatro
A ilha profana do Cantagalo
com o Grupo Jurubebas (AM)

a apresentação é seguida de bate-papo com o diretor Felipe Maia Jatobá e mediação de Annie Martins

às 19h30
[duração aproximada: 60 minutos]
80 lugares
Casa Farofa (Rua Treze de Maio, 240 – Bela Vista – São Paulo/SP)

[classificação indicativa: 16 anos, segundo autodefinição]

Ingressos pela plataforma Sympla

Uma criança se torna um “encantado” após descobrir que sua avó é uma rasga mortalha, lenda do folclore amazônico ligada à morte. Ele começa uma intensa busca pelo paradeiro de seus pais que podem estar numa ilha encantada no fundo do rio Madeira. Entramos no universo do imaginário popular Nortista, que traz em suas narrativas, histórias singulares e que moldam os conceitos éticos e morais do seu território. O imaginário amazônida desempenha um papel crucial na identidade e na compreensão da região amazônica.

Ficha técnica
Direção Geral e Dramaturgia: Felipe Jatobá
Direção de Movimento: Talita Menezes
Direção de Elenco: Jean Palladino
Trilha Sonora: Otávio Di Borba
Mestre Gambazeiro: Antônio Miguel
Elenco: Robert Moura, Leandro Paz, Paulo Oliveira e Nicka
Cenografia: Felipe Maya Jatobá
Figurinos e Adereços: Aldeir Farias e Henrique Dias
Fotografias: Alonso Jr. e Márcio Oliveira
Assessoria de Comunicação: Laynna Feitoza
Oficinas Artísticas: Thaís Kokama, Mara Pacheco e Otávio di Borba
Produção Executiva: Felipe Maya Jatobá & Robert Moura

/teatro
Conforto
com Ana Flávia Cavalcante (SP)

às 20h
[duração aproximada: 100 minuto]
Sala Itaú Cultural – 224 lugares

[classificação indicativa: 12 anos, segundo autodefinição]

Retire seu ingresso na INTI [a partir de 3 de fevereiro, às 12h]

A atriz e performer Ana Flavia Cavalcanti dá vida a uma babá, a uma diarista, a uma paquita e a sua mãe Val Cavalcanti - que também participa do espetáculo performático. "Conforto" é sobre a busca pelo aconchego, pela boa morada e tem como principal dispositivo a memória da primeira infância.

Ficha técnica
Concepção, direção e atuação: Ana Flavia Cavalcanti
Supervisão artística: Isabel Setti e Fábio Osório
Performer convidada: Val Cavalcanti
Direção de arte e vídeos:Ana Flavia Cavalcanti 
Cenário: Marília Piraju 
Cenotecnia: Cássio Omae
Figurino: Ana Flavia Cavalcanti 
Trilha sonora: Lua Bernardo 
Execução de música ao vivo: Lua Bernardo e Beatriz França (stand in)
Iluminação: Cyntia Monteiro
Operação de Luz: Cyntia Monteiro e Angel Taize
Operação de Vídeo: Tiago Silva
Fotografias: Hanna Vadasz, Jorge Bispo e Felipe Avila
Produção: Rafael Ferro
Produção Executiva: Jandilson Vieira 
Assistente de Produção: Mariana Mollys 
Assessoria de Imprensa: Pedro Madeira e Rafael Ferro
Preparação Vocal: Isabel Setti
Designer: Jonas “Joe” Borges e Daniel Kubalack
Tratamento de Fotos: Sérgio Lisboa

 


Celebração a_ponte 2026
com DJ Evelyn Cristina

das 22h às 1h
Casa Farofa (Rua Treze de Maio, 240 – Bela Vista – São Paulo/SP)

[classificação indicativa: 18 anos, segundo autodefinição]

Ingressos pela plataforma Sympla [a partir de 3 de fevereiro, às 12h]

Para celebrar a 8ª edição do projeto a_ponte: cena do teatro universitário, vamos nos reunir no coração do Bixiga, bairro boêmio de São Paulo, fortalecendo os encontros, os intercâmbios, as conexões  e as artes, com muita música ao som da DJ Evelyn Cristina.

 

8 de fevereiro

/teatro
Conforto
com Ana Flávia Cavalcante (SP)

A sessão do dia 8/2 é seguida de bate-papo com Ana Flávia Cavalcante e mediação de Galiana Brasil

às 18h
[duração aproximada: 100 minuto]
Sala Itaú Cultural – 224 lugares

[classificação indicativa: 12 anos, segundo autodefinição]

Retire seu ingresso na INTI [a partir de 3 de fevereiro, às 12h]

A atriz e performer Ana Flavia Cavalcanti dá vida a uma babá, a uma diarista, a uma paquita e a sua mãe Val Cavalcanti - que também participa do espetáculo performático. "Conforto" é sobre a busca pelo aconchego, pela boa morada e tem como principal dispositivo a memória da primeira infância.

Ficha técnica
Concepção, direção e atuação: Ana Flavia Cavalcanti
Supervisão artística: Isabel Setti e Fábio Osório
Performer convidada: Val Cavalcanti
Direção de arte e vídeos:Ana Flavia Cavalcanti 
Cenário: Marília Piraju 
Cenotecnia: Cássio Omae
Figurino: Ana Flavia Cavalcanti 
Trilha sonora: Lua Bernardo 
Execução de música ao vivo: Lua Bernardo e Beatriz França (stand in)
Iluminação: Cyntia Monteiro
Operação de Luz: Cyntia Monteiro e Angel Taize
Operação de Vídeo: Tiago Silva
Fotografias: Hanna Vadasz, Jorge Bispo e Felipe Avila
Produção: Rafael Ferro
Produção Executiva: Jandilson Vieira 
Assistente de Produção: Mariana Mollys 
Assessoria de Imprensa: Pedro Madeira e Rafael Ferro
Preparação Vocal: Isabel Setti
Designer: Jonas “Joe” Borges e Daniel Kubalack
Tratamento de Fotos: Sérgio Lisboa

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