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Oficina convida o público a criar capas de disco

Atividade realiza uma imersão criativa na instalação “Introdução à história da arte brasileira 1960/90”, de Bruno Faria

Publicado em 05/02/2026

Atualizado às 14:13 de 05/02/2026

Nos dias 7 e 8 de fevereiro, o Itaú Cultural (IC) realiza a oficina Memória Negra em Vinil: Criação de capas, atividade que convida o público para uma experiência imersiva na história das artes visuais e da música a partir da instalação Introdução à história da arte brasileira 1960/90, do artista Bruno Faria – em cartaz no Itaú Cultural até 15 de fevereiro. Conduzida por Julia Fernandes e Matheus Maia, a atividade parte dessa imersão, na qual o grupo é convidado a observar, escutar e conversar sobre discos de artistas negros que atravessaram momentos fundamentais da música brasileira, como Elza Soares, Itamar Assumpção e Milton Nascimento. A visita também aborda referências das artes visuais como Arthur Bispo do Rosário e movimentos artísticos como a Bossa Nova e a Tropicália. A partir disso, os participantes experimentam criar sua própria capa para um disco de vinil, tendo como referência suas memórias, experiências, além de outras narrativas e saberes.

Composta por 168 discos de vinil lançados entre as décadas de 1960 e 1990, a obra Introdução à história da arte brasileira 1960/90 aborda a convergência entre as artes visuais e a música, traçando um panorama da arte brasileira por meio de capas criadas por artistas como Guto Lacaz, Regina Vater, Hélio Oiticica, entre outros.

Para participar da oficina, se inscreva pelos formulários:
07 de fevereiro
08 de fevereiro

Nos dias da oficina, 30 minutos antes do início da atividade, em caso de vagas disponíveis, elas serão distribuídas para inscrição presencial no balcão de atendimento

Memória Negra em Vinil: Criação de capas [com interpretação em Libras]
sábado 7 e domingo 8 de fevereiro de 2026
às 15h
[duração aproximada: 180 minutos]
Itaú Cultural – Arena – 2º andar – 22 lugares

[classificação indicativa: 14 anos, segundo autodefinição]

Julia Fernandes é educadora na área de Mediação Cultural e Relacionamento do Itaú Cultural e, artisticamente, transita pelas danças urbanas, poesia e música. Graduanda em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo, sua trajetória é marcada por articulações e ações socioculturais voltadas para a valorização das artes negras e periféricas na Zona Oeste, e suas pesquisas dentro e fora da academia são voltadas para as relações da história africana e afro brasileira, especialmente no campo das religiosidades.

Matheus Maia é educador na área de Mediação Cultural e Relacionamento do Itaú Cultural e, como artista, atua como instrumentista, cantor e compositor, articulando também produção musical, agitação e produção cultural independente. Natural de Itabira (MG), formou-se em História pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e, no exercício da educação formal, já experimentou formatos de oficinas desde a graduação, abordando cultura e história negra e afro-brasileira no PIBID Afro (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência).

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