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CineAula IC Play 2026 #2: De volta para o presente com Barbosa

A segunda sequência didática da edição de 2026 do “CineAula IC Play” trabalha com o filme “Barbosa”, a história do homem que tenta impedir o gol que tirou do Brasil o título da Copa do Mundo de 1950

Publicado em 13/04/2026

Atualizado às 12:22 de 13/04/2026

CineAula IC Play – 2a edição
Luz, câmera, educAção: 
o streaming gratuito do cinema brasileiro na sala de aula

por Jèff Jácom’e

Sequência didática #2: De volta para o presente com Barbosa

Ficha técnica

Título:  Barbosa 
Ano: 1988
Direção: Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado
Elenco: Abel Borba, Antônio Fagundes, Pedro Santos e Zé Victor Castel
Estado: Rio Grande do Sul
Classificação indicativa: livre
Gênero: docuficção; ficção científica
Idioma: português
Sinopse: Um homem viaja no tempo até o fatídico dia 16 de julho de 1950 para tentar impedir o gol que tirou a Copa do Mundo do Brasil. Sua missão é evitar a falha que destruiu a carreira do goleiro Barbosa e, ao mesmo tempo, curar um trauma que marcou profundamente sua relação com o próprio pai. O curta é baseado no livro Anatomia de uma derrota, de Paulo Perdigão.

I. CARTA À EDUCADORA, AO EDUCADOR – ENTRANDO EM JOGO 

Olá, professor; olá, professora!

O curta-metragem Barbosa, produzido em 1988 por Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado, é uma reflexão profunda sobre memória, destino e a essência da humanidade. Com duração de apenas 13 minutos, o curta convida tanto professores quanto estudantes a uma reflexão sensível, tornando-se um recurso valioso para disciplinas como história, filosofia e sociologia.

Denominado de docuficção (ficção documental), o enredo do filme gira em torno de uma temática fascinante: a viagem temporal. O protagonista é transportado de volta a 1950, no icônico Maracanã, durante a final da Copa do Mundo entre Brasil e Uruguai. Contudo, ao fracassar em sua viagem, percebe-se que não há como corrigir erros do passado, mas sim aprender com sutileza que certas cicatrizes coletivas são profundas, e tentativas de apagá-las apenas evidenciam a dor enraizada em nós. Esse enfoque oferece uma oportunidade para debater com os jovens como uma sociedade carrega suas lembranças, seus traumas e suas desilusões.

O ponto principal do filme reside na humanização do goleiro Moacyr Barbosa. Ele transcende a imagem do “homem que falhou na Copa” para se tornar um ser humano real, que enfrentou ao longo da vida o peso de um estigma e do preconceito racial. Gradualmente, testemunhamos Barbosa reivindicando sua voz e dignidade, deixando de ser apenas uma vítima de narrativas externas para se tornar o autor de sua própria história. A utilização da metalinguagem – o filme que se autoanalisa – instiga-nos a refletir sobre culpa, responsabilidade e sobre quem detém o poder de narrar as histórias que definem uma comunidade.

A viagem no tempo representa também a tentativa angustiante do protagonista viajante de reconciliar sua relação com o pai. Aos 11 anos, ele presenciou a derrota do Brasil ao lado do pai e acredita que aquele momento dramático para o país também afetou a relação entre ambos. O filme sutilmente nos lembra de que os grandes traumas coletivos reverberam dentro de nossos lares, moldando memórias afetivas e deixando marcas que carregamos durante a vida adulta.

Mesmo trazendo camadas profundas de interpretação – que vão desde a linguagem cinematográfica até as feridas emocionais e as injustiças sociais –, esta proposta de atividade não deve, necessariamente, ser seguida à risca. Ela é apenas um convite ao diálogo, à contemplação da arte e à exploração de suas facetas. Você, professor ou professora, que conhece o ritmo, a sensibilidade e a realidade dos seus estudantes, é livre para adaptar, aprofundar ou sintetizar as reflexões. O fundamental é criar um ambiente acolhedor no qual todos possam refletir juntos sobre como as narrativas são construídas, quem as constrói e, principalmente, como elas nos auxiliam a compreender não somente o passado, mas também a nós mesmos.

Antônio Fagundes está em frente a um carro. Ele usa camisa branca, terno e gravata pretos.
Barbosa (1988) | imagem: divulgação

II. PLANO-SEQUÊNCIA

a) Luz – Aquecimento

Objetivo

A proposta deste primeiro momento é preparar o estudante para mergulhar no conflito do protagonista, gerando empatia por sua tentativa de voltar no tempo para reescrever uma memória dramática. O intuito é provocar reflexão: alterar uma atitude do passado eliminaria a dor sentida no presente? Se fosse possível mudar a história, isso resolveria nossos conflitos atuais ou apenas nos levaria a um caminho diferente?

Habilidades da BNCC

(EM13LP46) Compartilhar sentidos construídos na leitura/escuta de textos literários, percebendo diferenças e eventuais tensões entre as formas pessoais e as coletivas de apreensão desses textos, para exercitar o diálogo cultural e aguçar a perspectiva crítica.

(EM13LP49) Perceber as peculiaridades estruturais e estilísticas de diferentes gêneros literários (a apreensão pessoal do cotidiano nas crônicas, a manifestação livre e subjetiva do eu lírico diante do mundo nos poemas, a múltipla perspectiva da vida humana e social dos romances, a dimensão política e social de textos da literatura marginal e da periferia etc.) para experimentar os diferentes ângulos de apreensão do indivíduo e do mundo pela literatura.

(EM13LGG301) Participar de processos de produção individual e colaborativa em diferentes linguagens (artísticas, corporais e verbais), levando em conta suas formas e seus funcionamentos, para produzir sentidos em diferentes contextos.

Mãos à obra

Inicie a aula escrevendo no quadro ou projetando a seguinte citação de William Shakespeare:

“O homem é um ator que gagueja na sua única fala, desaparece e nunca mais é ouvido.” (Macbeth, ato V, cena 5)

Peça aos estudantes que leiam e interpretem a frase. Após as primeiras impressões, instigue-os a identificar a metáfora central: “gaguejar” na vida simboliza cometer um erro, falhar ou hesitar em um momento decisivo.

É possível utilizar as seguintes questões norteadoras para aprofundar a discussão:

- Identidade x erro: se vocês pensarem em um momento do passado em que sentiram que gaguejaram (cometeram um erro grave ou passaram vergonha), esse momento define quem vocês são hoje ou foi apenas uma “cena ruim” sem importância para a plateia atual?

- O peso da memória: por que nossa memória tende a reter muito mais as vezes em que gaguejamos (erramos) do que as inúmeras vezes em que “falamos o texto perfeitamente” (acertamos)?

- Paralisia: o medo de gaguejar (errar) novamente impede que vocês tomem atitudes novas no presente?

- Julgamento: podemos afirmar que “o passado nos condena” ou é a nossa própria autoavaliação (nossa culpa) que não nos perdoa?

Articule as respostas dos estudantes para o tema central da ficção científica e do drama histórico: a viagem no tempo. Explique à turma que, na maioria das narrativas sobre viagem no tempo, o desejo de voltar nasce da incapacidade de lidar com a dor de uma lembrança. Queremos mudar o fato para parar o sofrimento.

Finalize o debate lançando a reflexão: “Como não podemos voltar fisicamente, talvez o desafio seja aceitar e aprender. Mas e se pudéssemos voltar para o momento exato do maior erro da história do futebol brasileiro? É isso que veremos agora”.

Essa abordagem garante que os estudantes assistam a Barbosa não apenas como um filme sobre futebol, mas como uma obra sobre a angústia humana de querer reescrever a história, já que o termo “gaguejar” dialoga perfeitamente com a figura do goleiro Barbosa, condenado eternamente por uma falha em 1950.

b) Câmera – Pontapé inicial

Objetivos

Nesta etapa, os estudantes assistirão ao curta-metragem Barbosa, conectando a narrativa com as reflexões iniciais. A proposta é analisar a trajetória do protagonista sob a ótica do paradoxo temporal: ao tentar intervir no passado para evitar o gol, ele se atrapalha e acaba distraindo o goleiro, tornando-se o causador da falha histórica que pretendia corrigir.

Posteriormente, instigue os estudantes a notar a construção estética da obra, destacando como o uso de imagens reais e sons da época fundamenta essa interação trágica entre ficção e realidade. Apresente o conceito de docuficção (forma híbrida de documentário e ficção) e discuta seus elementos com a turma. O questionário proposto poderá apontar para a compreensão de que a tentativa de reparação confirma a inevitabilidade do erro.

Habilidades da BNCC

(EM13LGG103) Analisar o funcionamento das linguagens, para interpretar e produzir criticamente discursos em textos de diversas semioses (visuais, verbais, sonoras, gestuais).

(EM13LGG202) Analisar interesses, relações de poder e perspectivas de mundo nos discursos das diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e verbais), compreendendo criticamente o modo como circulam, constituem-se e (re)produzem significação e ideologias.

(EM13CHS101) Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.

(EM13CHS502) Analisar situações da vida cotidiana, estilos de vida, valores, condutas etc., desnaturalizando e problematizando formas de desigualdade, preconceito, intolerância e discriminação, e identificar ações que promovam os Direitos Humanos, a solidariedade e o respeito às diferenças e às liberdades individuais.

Mãos à obra

Exiba o curta-metragem Barbosa do início ao fim, sem interrupções, adiantando que após os créditos finais haverá elementos que completam a narrativa e que serão analisados. A frase final de Barbosa servirá para a próxima etapa desta sequência didática.

Para que possamos captar de forma abrangente a riqueza da obra, certifique-se de que a exibição tenha uma boa qualidade de som e imagem. Use a opção de legenda para facilitar o entendimento e a acessibilidade. É importante que todos consigam perceber as nuances entre as cenas documentais e as sequências ficcionais, que constroem a proposta imaginária do filme.

Após a projeção, forme uma roda de conversa com o grupo. O objetivo é compartilhar impressões, sensações e reflexões que a obra lhes provocou. Para mediar o diálogo, pode-se começar com algumas perguntas:

 - Sobre o que trata o curta Barbosa e como ele dialoga com a frase de Shakespeare debatida no início?

- De que maneira o filme articula o desejo de mudar o passado com a inevitabilidade do erro (o “gaguejar”)?

- Em quais momentos a mistura entre o ator (ficção) e as cenas reais de 1950 (documentário) mais chamou sua atenção?

- Como o desfecho irônico afetou a sua percepção sobre culpa e destino?

- Barbosa foi condenado por um erro técnico que o perseguiu durante toda a sua vida. Se não fosse negro, receberia um tratamento diferente?

Para terminar este momento, mostre novamente a frase atribuída a Shakespeare e peça aos estudantes que a associem à última frase de Barbosa, nas cenas após os créditos. Se possível, escreva-as juntas na lousa para que possam visualizá-las. 

“O homem é um ator que gagueja na sua única fala, desaparece e nunca mais é ouvido.”

(Macbeth, ato V, cena 5)

“Ser artista é difícil, né?”

(curta Barbosa, 13min03s)

Questione a turma sobre o que Barbosa quis dizer com essa frase final: se o “difícil” se refere a ser filmado por uma equipe de profissionais do audiovisual ou se ele está falando conforme a frase de Macbeth, em que ser artista é ser um homem.


Antônio Fagundes aparece de terno e gravata pretos e camisa branca. Ele está sério e caminha com outros homens e garotos. Um deles segura uma gravadora.
Barbosa (1988) | imagem: divulgação

c) Ação – Apito final

Objetivos

Após a roda de conversa, proponha uma atividade prática na qual os estudantes criem uma narrativa de viagem a um tempo passado com o objetivo de mudar o rumo das coisas, seja um erro ou uma dor. Para difundir a história criada, eles devem produzir um podcast.

Habilidades da BNCC

(EM13LGG701) Explorar tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC), compreendendo seus princípios e funcionalidades, e utilizá-las de modo ético, criativo, responsável e adequado a práticas de linguagem em diferentes contextos.

(EM13LGG703) Utilizar diferentes linguagens, mídias e ferramentas digitais em processos de produção coletiva, colaborativa e projetos autorais em ambientes digitais.

(EM13LP15) Planejar, produzir, revisar, editar, reescrever e avaliar textos escritos e multissemióticos, considerando sua adequação às condições de produção do texto, no que diz respeito ao lugar social a ser assumido e à imagem que se pretende passar a respeito de si mesmo, ao leitor pretendido, ao veículo e mídia em que o texto ou produção cultural vai circular, ao contexto imediato e sócio-histórico mais geral, ao gênero textual em questão e suas regularidades, à variedade linguística apropriada a esse contexto e ao uso do conhecimento dos aspectos notacionais (ortografia padrão, pontuação adequada, mecanismos de concordância nominal e verbal, regência verbal etc.), sempre que o contexto o exigir.

Habilidades da BNCC Computação

(EM13CO20) Criar conteúdos, disponibilizando-os em ambientes virtuais para publicação e compartilhamento, avaliando a confiabilidade e as consequências da disseminação dessas informações.

Mãos à obra

Agora vamos transformar a teoria do filme Barbosa em prática criativa. O objetivo é deslocar os estudantes da posição de espectadores e colocá-los no papel de narradores de viagens no tempo. Para essa atividade, sugerimos a produção de uma narrativa no formato de podcast. Fique livre para organizar os grupos: por exemplo, dois apresentadores e um entrevistado; um entrevistador e vários entrevistados. Ainda há a opção de, no podcast, uma equipe ser composta de redatores e outra de apresentadores e entrevistados.

Em relação ao podcast, adapte a produção aos recursos tecnológicos disponíveis e defina a plataforma de divulgação, reforçando que, mesmo havendo encenação, a gravação do áudio é o produto final obrigatório. Incentive formatos criativos, como entrevistas com o viajante do tempo do curta Barbosa, o pai do viajante do tempo, o próprio Barbosa ou outro personagem identificado pelo estudante. Também poderá ser uma entrevista com um dos estudantes, que se diz vir do futuro – ou que tentou mudar um evento no passado – ou diálogos entre narradores que descrevam outro evento social conhecido, como o 7 a 1 da Alemanha sobre o Brasil na Copa de 2014. Relembrando que essas são sugestões adaptáveis à dinâmica da turma.

Independentemente do produto criado, é essencial que todas as atividades respeitem o tema central da sequência didática, focando na tentativa de mudar o presente através de uma intervenção no passado. Atenção especial deve ser dada a eventos de cunho pessoal, garantindo que a narrativa não gere constrangimento ou desconforto para o público ou os envolvidos. A apresentação e a socialização final desses trabalhos servirão de instrumento crucial para a avaliação da aprendizagem construída ao longo da sequência.

III. CORTA! QUE TAL UM POUQUINHO DOS BASTIDORES?

- O curta Barbosa conquistou diversos prêmios:
16º Festival do Cinema Brasileiro, Gramado (RS), 1988: “Melhor montagem de curta nacional”; “Melhor roteiro de curta gaúcho”; “Melhor direção de curta gaúcho”.
21º Festival do Cinema Brasileiro, Brasília (DF), 1988: “Melhor roteiro”.
11ª Jornada de Cinema e Vídeo do Maranhão, São Luís (MA), 1988: “Melhor argumento”; “Melhor roteiro”; “Melhor montagem”; “Destaque do júri”.
10º Festival do Novo Cinema Latino-Americano, Havana (Cuba), 1988: “Melhor curta-metragem de ficção”.

- O estádio do Maracanã (Estádio Jornalista Mário Filho) foi inaugurado em 16 de junho de 1950 para sediar a Copa do Mundo daquele ano. Nasceu como o maior estádio de futebol do mundo, comportando oficialmente cerca de 155 mil pessoas (com recordes de 200 mil presentes). Hoje, por questões de segurança e logística, acomoda 78.838 torcedores sentados.

- O termo docuficção é um neologismo do início do século XXI que designa um gênero híbrido no cinema e no audiovisual. Ele combina a captura da realidade, própria do documentário, com técnicas de encenação da ficção. Essa junção terminológica é amplamente utilizada em festivais internacionais e no contexto lusófono para classificar obras que transitam entre o real e o inventado, rompendo as fronteiras tradicionais entre esses dois campos.

- Segundo Carla do Nascimento Domingues, autora de A ficção e o documentário nos curtas-metragens de Jorge Furtado, a entrevista final de Barbosa é filmada em 35 milímetros com uma luz feita e superdramatizada (super dramatized light), em contraste com as outras cenas. Isso foi feito propositalmente para denunciar a encenação ou a ficcionalidade da tomada, um artifício de ficção usado pelos diretores Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado.

- A música tocada ao final do curta, enquanto se passam os créditos, chama-se “O silêncio e a culpa” e é de Geraldo Flach em parceria com Ana Azevedo, composta exclusivamente para o filme Barbosa.

- Jorge Furtado inspirou-se no livro Anatomia de uma derrota, de Paulo Perdigão, para dirigir o curta-metragem Barbosa. Em entrevista ao jornalista Claudiney Ferreira no programa Jogo de ideias, no canal do Itaú Cultural (IC) no YouTube, o cineasta revelou que frequentemente busca inspiração na literatura para construir seus roteiros.


Antônio Fagundes está em uma sala escura, com um aparelho de TV e fios. Ele veste um terno preto.
Barbosa (1988) | imagem: divulgação

IV. REFERÊNCIAS

ANA Luiza Azevedo. In: ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. São Paulo: Itaú Cultural, 2025. Disponível em: enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/4685-ana-luiza-azevedo. Acesso em: 8 dez. 2025.

CASA DE CINEMA DE PORTO ALEGRE. Barbosa. Porto Alegre, [s. d.]. Disponível em: casacinepoa.com.br/filmes/barbosa. Acesso em: 18 jan. 2026.

DOMINGUES, Carla do Nascimento. A ficção e o documentário nos curtas-metragens de Jorge Furtado. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social) – Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2005. Disponível em: pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/904/1/CDomingues.pdf. Acesso em: 18 jan. 2026.

FURTADO, Jorge. Geraldo Flach. Casa de Cinema de Porto Alegre, Porto Alegre, 7 jan. 2011. Disponível em: casacinepoa.com.br/blog/2011-01-07-geraldo-flach. Acesso em: 8 dez. 2025.

JORGE Furtado. In: ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. São Paulo: Itaú Cultural, 2025. Disponível em: enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/805-jorge-furtado. Acesso em: 8 dez. 2025.

JORGE Furtado – Jogo de ideias (2005). [S. l.: s. n.], 2012. 1 vídeo (27min54s). Publicado pelo canal do Itaú Cultural. Disponível em: youtube.com/watch?v=s3sAwqf7_3M. Acesso em: 18 jan. 2026.

PERDIGÃO, Paulo. Anatomia de uma derrota: 16 de julho de 1950 – Brasil x Uruguai. Porto Alegre: L&PM, 1986.

 

Minibiografia do elaborador

Jèff Jácom’e (ele/dele) é graduado em letras pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e roteirista formado pelo Lab Cerrado Criativo – Laboratório de Roteiros de Curta-Metragem. É um dos professores selecionados no Tocantins para o projeto Mostra Tocantins na tela, realizado pela Chambari Produção Cultural em parceria com a Cerrado Criativo, que visa exibir filmes produzidos no estado para estudantes da rede pública.

 

CineAula IC Play é um projeto do Itaú Cultural (IC) que consiste na publicação periódica, aqui site da instituição, de sequências didáticas baseadas em conteúdos da IC Play – plataforma de streaming gratuita do IC –, com o objetivo de promover o diálogo entre educação e cinema a partir de diferentes temáticas e da linguagem audiovisual. A iniciativa prevê o desenvolvimento de materiais educativos para subsidiar o trabalho com filmes disponíveis na IC Play em sala de aula, bem como em contextos análogos, como cineclubes, oficinas e centros culturais, buscando, assim, estimular a fruição audiovisual e valorizar o cinema brasileiro. Além disso, pretende aproximar a arte e a cultura da Educação Básica, fomentar o pensamento crítico e criativo dos estudantes e estabelecer um diálogo contínuo com professores da Educação Básica. O projeto foi criado e é coordenado por Camila Fink, Heloísa Iaconis e Tatiane Ivo.

Expediente desta sequência didática
Conselho editorial Heloísa Iaconis e Tatiane Ivo
Autoria Jèff Jácom’e (selecionado via edital)
Edição Bruna Martins (terceirizada)
Revisão Rachel Reis (terceirizada)

Confira aqui as sequências didáticas da primeira edição do CineAula IC Play.

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