Edinha Diniz, pesquisadora, escritora e socióloga, comenta aspectos da personalidade de Chiquinha Gonzaga, compositora e maestrina em uma época em que a mulher não tinha profissão. Ela fala sobre a coragem, o talento e a capacidade de trabalho da instrumentista, em um contexto em que a transgressão era penalizada com o silêncio.

Com a curadoria das equipes do Itaú Cultural e de Juçara Marçal, a Ocupação Chiquinha Gonzaga fica em cartaz na sede da organização de 24 de fevereiro a 23 de maio de 2021, com entrada gratuita.

Veja também:
>>Conteúdos exclusivos no site da Ocupação Chiquinha Gonzaga.
>>Confira o verbete sobre a instrumentista na Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira
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ITAÚ CULTURAL

Presidente: Alfredo Setubal
Diretor: Eduardo Saron
Gerente do Núcleo de Comunicação e Relacionamento: Ana de Fátima Sousa
Coordenador do Núcleo de Comunicação e Relacionamento: Carlos Costa
Entrevista: Milena Buarque e William Nunes de Santana
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenadora do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Kety Fernandes Nassar
Produção audiovisual: Paula Bertola e Roberta Roque
Captação: Vocs (terceirizada)
Edição: Richner Allan
Interpretação em Libras: FFomin Acessibilidade e Libras (terceirizada)
Trilha sonora vinheta: Debora Gurgel (arranjo)
Produção musical: Emygdio Costa
Voz: Juçara Marçal
Percussão: Si.Sa Medeiros
Trombone: Helô Alvino
Trompete: Vanessa Larissa
Título: “Ó abre alas” 

O Itaú Cultural (IC), em 2019, passou a integrar a Fundação Itaú para Educação e Cultura, com o objetivo de garantir ainda mais perenidade às suas ações e o seu legado no mundo da cultura, ampliando e fortalecendo o seu propósito de inspirar o poder criativo para a transformação das pessoas.

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