Depoimento

Pioneira em arte-educação, Ana Mae Barbosa relata a sua convivência com o educador e como foi inspirada por ele

Convidada pelo Itaú Cultural, a educadora Ana Mae Barbosa(*) escreveu um texto para a publicação da Ocupação Paulo Freire cujo título expressa o conteúdo – Paulo Freire: uma saudade, uma influência, uma interferência sempre positiva na minha vida

Paulo Freire mudou a minha vida como mudou a de milhares de pessoas neste Brasil, possibilitando que compreendêssemos as ordens sociais que nos oprimiam e nos ajudando a desenvolver a capacidade de organizar as ações em direção à realização de nossos ideais.  

Sou, hoje, uma das poucas pessoas que tiveram o privilégio de despertar para o mundo intelectual por meio das aulas de Paulo, aprendendo noções de gramática para passar num exame de ingresso na carreira de magistério primário e descobrindo a mim mesma e as minhas circunstâncias históricas.  

Eu tinha 18 anos quando fui sua aluna não só de português, mas de teoria da educação, em um curso intensivo em 1955. Ao mesmo tempo, estudava para o vestibular de direito, contra a vontade de minha avó. Ela foi quem me criou – fiquei órfã muito cedo – e era contra mulheres na universidade. Sou de uma família tradicional e conservadora, já em decadência econômica quando nasci. Perderam o dinheiro, mas não a pose e o conservadorismo.  

Na primeira aula do Curso de Preparação para o Concurso de Professores de Quarta Instância, já iniciando suas pesquisas sobre o ensino baseado no universo do aluno, Paulo propôs uma redação sobre as razões que nos levavam a querer ser professoras. Respondi explicitando que não queria ser professora, mas que esse era o único trabalho que minha família admitia como digno para uma mulher. Ele não me devolveu a redação, pediu para eu chegar mais cedo no dia seguinte para conversarmos. Foi uma longa conversa, na qual me convenceu de que educação não era repressão, mas um processo de problematização, libertação e conscientização.  

A partir daí, Paulo Freire influiu não só nas minhas ideias e nas minhas escolhas, mas também na minha vida.  

No curso organizado por ele e por sua primeira mulher, Elza Freire, eu, que sempre odiei as aulas de desenho geométrico, conheci as teorias modernistas do ensino da arte com Noêmia Varela, uma das professoras, e mais uma vez me surpreendi com a educação errada que eu tivera em um colégio de freiras. Certa vez, uma delas rasgou um desenho meu na frente de toda a classe, porque não copiei exatamente o que ela desenhara na lousa.  

Tendo passado no concurso para professora, alfabetizei por dois anos com a orientação de Paulo e fiz estágio na Escolinha de Arte do Recife, da qual ele era presidente, passando logo depois a professora efetiva. Noêmia Varela era a diretora e, frequentemente, ela e Paulo se falavam por telefone sobre os projetos da escolinha. Seus filhos foram alunos da instituição e, quando ele ia conversar com Noêmia, com aquele jeito só dele, também conversava com as professoras. A escolinha ainda existe e fez parte de um grande movimento em prol da arte-educação no Brasil iniciado em 1948. Tivemos 140 escolinhas no país, uma no Paraguai, duas na Argentina e uma em Portugal.  

Cheguei a São Paulo quase ao mesmo tempo que Madalena, filha dele. Começamos a trabalhar juntas numa escolinha dessa rede que eu organizei com a ajuda do intelectual e bibliófilo José Mindlin. Paulo nos ajudava bastante enviando livros e fazendo comentários sobre nosso trabalho em cartas. Madalena e eu ficamos muito amigas. Eu a admiro muitíssimo.  

Minha relação com a família Freire era tão intensa que não foi interrompida nem sequer pela diáspora promovida pela ditadura militar, que a lançou a países estrangeiros e que também fez a minha sair do Recife para Brasília e, posteriormente, para São Paulo. Fui aluna de Paulo; Madalena foi minha aluna informal; Ana Amália, minha filha, foi aluna de Madalena e, depois, professora de Carolina, filha de Madalena, na escola primária. Considero Madalena, Fátima e Cristina – filhas de Paulo – minhas irmãs em espírito.  

Quando fiz livre-docência na USP, ele participou da minha banca. Minha tese foi o livro A imagem no ensino da arte, o primeiro no Brasil a defender a entrada da imagem em geral e da arte em particular na sala de aula, de modo a aperfeiçoar a leitura de imagens e a função crítica. Minha postura escandalizou meio mundo da linha modernista expressionista. Paulo então me lembrou de que, quando estava no terceiro ano de direito, fui conversar com ele sobre abandonar a faculdade, por causa do machismo da época, e ele me aconselhou a persistir, dizendo que o direito desenvolvia uma capacidade hermenêutica que eu poderia aplicar em qualquer área na qual fosse trabalhar. Pontuou que eu estava incluindo a hermenêutica nas aulas de artes visuais. Nunca mais reclamei do tempo perdido estudando direito.

Paulo Freire e as artes

O problema de quem pesquisa Paulo Freire no campo das artes é que ele foi um grande defensor dessas em todas as instituições nas quais trabalhou, mas não escreveu sobre arte na educação. Entretanto, suas ações foram um manifesto em favor das artes – e não se esqueçam de que ele foi professor da Escola de Belas Artes do Recife (fechada nos anos 1970, sua estrutura e acervo foi integrada ao Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE).  

Ele e Elza Freire iniciaram, com a professora Miriam Didier, um projeto de alfabetização por meio da arte com crianças de uma escola pública no Recife (PE) da qual Elza era diretora. E, com Raquel Crasto, grande educadora, tiveram uma escola que priorizava a arte e que o faz até hoje: o Instituto Capibaribe.

Há um livro que liga Paulo Freire às artes pelo conceito de diálogo. Trata-se de Dialogues in public art, de Tom Finkelpearl, publicado há 21 anos pela MIT Press, no qual o autor homenageia Paulo Freire com uma singela frase: “Este livro é dedicado a Paulo Freire (1921-1997), teórico e praticante do diálogo”.

No livro há uma entrevista do autor com Paulo Freire, em que compara suas ideias sobre a relação entre professor e aluno com as de vários teóricos, alguns da arte – Rosalind Krauss, Johanne Lamoureux, Mikhail Bakhtin, bell hooks e Miwon Kwon defendem a arte como comunicação. O autor usa os textos do educador para demonstrar que também a relação entre arte e público não é uma comunicação de mão única. O aluno e o público não são meros repositórios. O objetivo do diálogo na epistemologia de Paulo Freire e nos depoimentos de outros 25 autores de artigos e artistas entrevistados no livro – como Mel Chin (um dos meus artistas preferidos), Maya Lin, Vito Acconci, Douglas Crimp, Elisabeth Sisco e Krzysztof Wodiczko – não é convencer ninguém de alguma coisa ou ideia, é desenvolver a capacidade crítica. Sem ela, ninguém transforma informação em conhecimento nem estabelece relações entre conhecimentos de diferentes áreas.

Paulo Freire pensou a educação dos oprimidos, mas nunca foi um populista. No livro de Finkelpearl, ele diz que, para se trabalhar com comunidades, não era necessário vê-las como proprietárias da verdade e da virtude, mas sim respeitar os seus membros. O educador diz ainda que o erro dos sectários que atuavam em programas nas comunidades não era a crítica, a negação ou a rejeição de intelectuais acadêmicos arrogantes, mas desconsiderar a teoria, a necessidade de rigor e seriedade intelectual.

A conferência da Semana de arte e ensino

Fui duas vezes a Genebra, na Suíça, visitá-lo no exílio. Na primeira, fui sozinha e fiquei hospedada com a família Freire. Fátima me ajudou a explorar a cidade. Na segunda, fui com a minha família, e os meus filhos nunca se esqueceram das noites em que jantávamos juntos saboreando aquele tipo de conversa de que se lembra para sempre. A tristeza de Paulo por não poder voltar era amenizada tanto pela mágica de Elza – que conseguia ingredientes para fazer comidas brasileiras, até tapioca – quanto pelo frio, do qual gostava. Certa vez, era inverno e comecei a sentir frio na sala. Perguntei se não tinha aquecimento. Ele respondeu que sim, mas que mantinha pelo menos uma janela aberta para usufruir do frio.

No ano em que chegou de volta do exílio, em 1980, eu o convidei para abrir a Semana de arte e ensino na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), um congresso que foi um dos primeiros movimentos de redemocratização do país, talvez o maior evento de arte-educação até agora no Brasil. Sua palestra, que ocorreu no auditório da Faculdade de Arquitetura (FAU), por ser o maior da USP, foi ouvida por três mil arte-educadores. Foi necessário convocar o auxílio da TV Cultura para filmar e transmitir em um telão fora do auditório, no lugar que chamavam de Salão Caramelo.  

O nome dele não fora divulgado como palestrante nem no pré-programa nem na imprensa, para não parecer que estávamos usando como chamariz para o evento. Sua primeira aparição em público havia sido uma apoteose, sendo ovacionado por todos que lotavam o Teatro da Universidade Católica de São Paulo (Tuca) e suas vizinhanças.  

No programa da Semana de arte e ensino, entregue aos participantes no dia da abertura, assim justifiquei a ausência de seu nome:  

Todas as decisões, inclusive o temário dos debates, foram submetidas à aprovação em reuniões gerais abertas ao público e convocadas por jornais. Decidiu quem quis e quem pôde participar. Só uma coisa foi mantida em segredo: a participação de Paulo Freire como conferencista. Meu enorme respeito por ele e pelos arte-educadores me fez temer que a divulgação de sua participação pudesse parecer uma forma de atrair participantes para a Semana de Arte e Ensino. Ele estará falando aos arte-educadores não porque é o maior educador brasileiro, mas porque desde os velhos tempos do Recife ele e d. Elza sempre mantiveram estreita ligação e influência na arte-educação. O tema de sua palestra é um mote que, à moda nordestina, lancei para ele como desafio. Um dia depois de um intrigante bate-papo na Escola da Vila disse para ele: “Você diz que os pais aprendem com os filhos e os professores com os alunos. Então, você, que tem dois filhos arte-educadores e um estudante de arte (Joaquim), o que aprendeu com eles sobre arte-educação?”. Ele aceitou o desafio de responder à pergunta para todos nós durante essa Semana e aceitou também que outra pessoa desse o título para este desafio. Foi Haroldo de Campos quem, conversando comigo sobre o programa, batizou sua conferência de “O retrato do pai pelos jovens artistas”.  

Naquele dia, meio tonto em razão da labirintite, ele ficou feliz por rever amigos e conterrâneos, como Noêmia Varela e o designer gráfico Aloísio Magalhães, e por conhecer gente nova, como os críticos de arte Mário Barata, Yan Michalski e Walter Zanini, além do compositor Hans-Joachim Koellreutter, também convidados a falar e que assistiram à sua conferência de abertura.1  Os originais dos anais da Semana de arte e ensino foram perdidos na fase de revisão para publicação, um fato estranho.

Educador do mundo subdesenvolvido, propulsor da libertação no mundo desenvolvido

Testemunhei a influência que a pedagogia de Paulo Freire transformada em teoria operou nas universidades americanas, africanas, inglesas e europeias em geral.  

Suas obras estão na internet, leiam e julguem seu valor por vocês mesmos. Se tiverem dúvidas sobre a sua importância no mundo, consultem Pedagogia da libertação em Paulo Freire, organizado por Ana Maria Araújo Freire (Nita), sua segunda esposa, que demonstrou ao Brasil que Paulo é referência máxima no pensamento de grandes filósofos e educadores, como Henry Giroux, Joachim Schroeder, Joe Kincheloe, Maxine Greene, Shirley Steinberg, Arantxa Ugartetxea, Donaldo Macedo, Joachim Dabisch e Arve Brunvoll. Todos eles escrevem no livro publicado por Nita, que tem bravamente defendido a memória de seu marido.  

Quando ingressei, em 1977, no programa de doutorado da Faculdade de Educação da Universidade de Boston, nos Estados Unidos – com uma carta de apresentação de Paulo –, um curso sobre Pedagogia do oprimido estava sendo ministrado. Foi inimaginável a minha aventura emocional e cognitiva ao ter como objeto de estudo o próprio processo libertador que me havia resgatado dos modelos bancários de operação mental. Nunca fui tão bem tratada e ouvida em uma universidade como na de Boston. Graças a esse tratamento muito especial, consegui cumprir todas as exigências do programa em um ano e voltei seis meses depois para defender a tese, poupando-me de ter de ficar separada da família.  

Paulo Freire, Jonathan Kozol e Ivan Illich eram os grandes heróis da educação naquela época. Os outros foram esquecidos, mas Paulo continua, principalmente pelo fato de que Pedagogia do oprimido é base para os dois movimentos mais significantes na teoria da educação hoje: a pedagogia crítica e a pedagogia cultural, inspiradas em seu conceito de conscientização e no conceito de experiência de John Dewey, parentes epistemológicos. Aliás, o primeiro livro de Dewey que li, Meu credo pedagógico, me foi dado por Paulo ainda no Recife.  

Pedagogia do oprimido foi escrito num período de acerbada crítica educacional, por volta de 1968, e foi a resposta convincente para os movimentos reivindicatórios dos estudantes do mundo desenvolvido. Operou uma curiosa contradição: o educador do mundo subdesenvolvido, com suas teorias construídas na prática da pobreza do Terceiro Mundo, sendo válvula propulsora da libertação do mundo desenvolvido. Mas contradições sempre foram o alimento do pensamento crítico de Paulo Freire.

Minha aventura cognitiva mais importante

Foram essas as bases fenomenológicas que vigoraram no curso de pós-graduação Arte-educação e ação cultural que Paulo Freire ministrou na (ECA/USP) em 1987, a meu convite.  

Ele estava relutante em aceitar, mas Elza me ajudou a convencê-lo. A verba que consegui do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para pagá-lo era modestíssima. Tivemos 120 estudantes, de todas as áreas da USP, do direito à engenharia. Muitos eram só ouvintes, outros, alunos especiais, mas havia muitos mestrandos e doutorandos regulares, o que resultou em uma enorme quantidade de trabalhos para ler e dar nota, atividade que assumi consultando-o frequentemente. Ele deu nove aulas e eu apenas três, para substituí-lo quando viajou. Foi a aventura cognitiva mais importante da minha vida e hoje é um marco histórico, pois foi o único curso regular que Paulo Freire ministrou na USP. O curso foi gravado em áudio e transcrito pela professora Maria Helena Rennó, mas perdido na editora da ECA, outra estranheza.  

Seria preciso que a Faculdade de Educação se renovasse, com novos pesquisadores humanistas e com vocação para o social, para que um de seus professores, Moacir Gadotti, amigo fiel de nosso mestre, criasse o Instituto Paulo Freire (IPF), que honra e dignifica a sua memória. Só tenho ouvido elogios dos pesquisadores que procuram o IPF, onde um dos filhos de Paulo, o Lute, trabalha.  

A atuação na Secretaria de Educação de São Paulo

Logo depois que assumi a direção do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, organizei um grupo de estudos sobre museus no Instituto de Estudos Avançados (IEA/USP). Paulo foi um dos convidados para falar e nos deu um conselho valioso, que segui: consultar os sindicatos de trabalhadores para saber o que suas famílias entendiam como arte, os seus hábitos culturais e como foram construídos, para planejarmos estender o museu até a classe trabalhadora. Gravamos sua palestra, que deixei nos arquivos do IEA.  

Mais tarde, a pedido de Paulo, o MAC pôde colaborar com seu trabalho na Secretaria de Educação do Município de São Paulo.    

Quando foi secretário de Educação da Prefeitura de São Paulo (por dois anos), colocou os estudos de arte no mesmo nível de importância de todas as outras disciplinas. Isso havia acontecido no Brasil somente em dois outros projetos, o do jurista Rui Barbosa, em 1882-1883, nunca implementado integralmente, e o do professor Fernando de Azevedo, no Distrito Federal, em 1927-1930.  

Coordenei o grupo de estudos de reestruturação curricular das artes com professores universitários e da rede escolar por mais ou menos um ano. Por fim, minha orientanda e arte-educadora do MAC nessa época, Maria Christina de Souza Lima Rizzi, assumiu a coordenação desse grupo que Paulo dizia ser o mais numeroso da secretaria, pois enfocava todas as artes, inclusive o cinema. Ao fim do mandato do educador Mario Sergio Cortella, que o sucedeu brilhantemente como secretário, todos os professores de arte haviam sido atualizados. Durante vários anos depois disso, o melhor ensino de arte em uma rede pública no Brasil foi o da Prefeitura de São Paulo.  

Alguns de nós, que trabalhamos com Paulo, estamos reunindo memórias do tempo da secretaria. Devemos reavivar nossa memória em homenagem a ele, que tinha uma aguçadíssima.

Meu preferido, Pedagogia do oprimido

Para terminar estas reminiscências, devo confessar que meu livro preferido continua sendo Pedagogia do oprimido. Essa obra é filosofia, sociologia, educação e, acima de tudo, um tratado de epistemologia. É um livro nascido da luta empreendida por seu autor para dar aos indivíduos de todas as classes sociais o direito de ser sujeito de seu próprio processo de conhecimento e para despertar neles o interesse, a agudeza e a coragem necessários para participarem do processo de transformação de suas sociedades. É pedagogia do “re + conhecimento” cultural e, principalmente, a pedagogia do pensamento crítico contextualizado.  

A consciência da prática gerou a teoria que permeia a Pedagogia do oprimido. A preocupação era aliar a clareza do conteúdo aos meios que possibilitavam aos alunos “dizer suas próprias palavras para nomear o mundo”. Fui sujeito da pedagogia em favor dos oprimidos de todas as classes sociais, de todos os gêneros e de todas as origens praticada por Paulo Freire.

(*) Ana Mae Barbosa é professora titular aposentada da Universidade de São Paulo (USP), atuando no Doutorado em Ensino e Aprendizagem de Arte, que implantou na Escola de Comunicações e Artes, e nos Mestrados e Doutorados em Design, Arte e Tecnologia da Universidade Anhembi Morumbi. Ela escreveu este texto exclusivamente para a publicação produzido pela equipe do Itaú Cultural para a Ocupação Paulo Freire.

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